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Como se tornar um headhunter de TI?

O headhunter é uma função que se torna cada vez mais comum no meio empresarial. E, naturalmente, esse especialista também assumiu um papel importante no mercado de tecnologia. Sua relevância pode estar associada à diversos fatores, como a competitividade no setor e a alta demanda por profissionais qualificados. Mas, afinal, como se tornar um headhunter de TI e quais são suas atribuições? Entenda a seguir!

O headhunter de TI

Genericamente, as atividades de um headhunter estão relacionadas à mediação entre talentos e empresas. Esse profissional é responsável por encontrar um profissional de TI que se encaixe à necessidade de determinado negócio. Não é à toa, portanto, que ele é cada vez mais comum no campo de tecnologia. Nessa área, o headhunter pode ajudar a compensar a baixa disponibilidade de especialistas.

Hoje, um dos grandes problemas que sondam as empresas de TI é a lacuna de profissionais qualificados. Esse fator pode ser agravado ainda mais em algumas regiões. Para contornar isso, um headhunter de TI é capaz de conciliar as demandas de recursos humanos da empresa com seu conhecimento do mercado. E por isso, esse profissional é tão dependente da sua reputação.

Muitas vezes, um headhunter em TI deverá encontrar talentos que irão ocupar cargos muito importantes na operação. Consequentemente, conhecer os cases e trabalhos anteriores do recrutador será fundamental para decidir pela contratação dos serviços. Além disso, o seu conhecimento específico sobre a empresa atendida deve ser levado em consideração. A experiência, unida ao networking e a expertise técnica, são os pilares do headhunting em T.I.

Como se tornar um headhunter de TI

Agora que você já compreendeu onde esse profissional atua dentro do mercado, é hora de entender como se tornar um headhunter. Esse tipo de especialização não está relacionada à uma formação acadêmica ou técnica — ainda que isso possa ser um diferencial. Portanto, o caminho para trabalhar nesse segmento depende de uma série de particularidades. Compreenda algumas delas.

Conheça o mercado

Uma das principais qualidade de um headhunter é o conhecimento do mercado em que ele está inserido. Saber quais são as tendências, as referências profissionais e as principais empresas do ramo são qualidades indispensáveis. Isso garantirá que o recrutador tenha um panorama geral sobre onde os talentos estão e quais são as principais demandas das empresas.

Crie networking

Não basta possuir uma ampla compreensão do mercado se isso não estiver unido a um bom relacionamento. O reconhecimento do headhunter deve garantir que ele possua uma extensa lista de contatos. Essa característica será constantemente aprimorada, e apenas assim o profissional estará capacitado a abordar profissionais e dialogar com uma variedade de empresas.

Adquira conhecimento técnico

Para ser um headhunter de TI, é essencial possuir conhecimento técnico na área. Essa expertise pode vir de diversas formas: formação acadêmica, especialização e até mesmo de uma atuação prévia no mercado. Não há dúvida de que, para conseguir suprir adequadamente a demanda das empresas, é essencial que o headhunter saiba algumas especificidades sobre o tipo de trabalho exercido nelas.

Trabalhe a comunicação

É natural assumir que uma das grandes qualidades de um headhunter está na comunicação. Seja por meio do diálogo ou do comportamento, esse profissional estará frequentemente em situações que exigem sua habilidade retórica. Mesmo que diversas pessoas possuam uma vocação como comunicadores, é possível desenvolver esse recurso através de cursos e da própria experiência profissional.

Mantenha-se atualizado

Todas as qualidades citadas convergem para um fator: a constante atualização. Headhunters devem evitar ao máximo ficar inertes. O mercado de TI é extremamente dinâmico. Novas tendências, técnicas e modelos surgem diariamente. Para conseguir acompanhar tudo isso, o recrutador deve estar em constante evolução.

É hora de tentar

Se você deseja começar uma carreira como headhunter, não perca tempo. Já possuir afinidade com o mercado e conhecimento sobre a área de TI é uma ótima vantagem inicial, contudo, não é decisivo. Como deve ter ficado claro, além de aprimorar suas qualidades, é fundamental desenvolver novos conhecimentos. 

É importante compreender que não existe uma fórmula mágica. Cada vez mais empresas buscam por um headhunter e, naturalmente, a competição entre esses profissionais aumenta. Para se diferenciar esteja sempre em busca de criar relações sólidas e desenvolvimento profissional. O reconhecimento será uma consequência de um bom trabalho.

Desenvolvedor full-stack: o que é e porque terceirizar o serviço!

A presença de um desenvolvedor full-stack no seu time de tecnologia pode te ajudar em diversos aspectos. Esse profissional é extremamente capacitado em trabalhar em diferentes áreas do desenvolvimento de software, podendo atuar tanto na parte estrutural quanto na parte mais visual do projeto. Além disso, a terceirização desse tipo de dev te ajuda a reduzir os custos da sua empresa, já que, teoricamente, você terá um profissional de função dupla.

Quer saber mais sobre as principais características de um desenvolvedor full-stack? Veja a seguir e saiba porquê terceirizar esse tipo de serviço.

O que faz um desenvolvedor full-stack?

Afinal, o que é um desenvolvedor full-stack? Partindo do significado do termo, full significa completo e stack significa pilha. Ou seja, o desenvolvedor full-stack nada mais é do que um profissional capaz de atuar em toda ou boa parte do desenvolvimento de uma aplicação, conseguindo trabalhar tanto no front-end quanto no back-end.

Para entender melhor o que faz esse profissional, é importante explicarmos o que seria trabalhar no front-end e no back-end. De início, precisamos imaginar o desenvolvimento de um projeto. O profissional com experiência em front-end vai ser o responsável por desenvolver toda a estrutura visual de um sistema, site ou aplicativo, ou seja, a parte mais frontal aos olhos de quem utiliza o serviço.

Esse desenvolvedor possui amplo conhecimento em linguagens como HTML, CSS e JavaScript, por exemplo.

Já o profissional especialista em back-end é o responsável por automatizar e produzir códigos relacionados a banco de dados e a toda parte estrutural que vai manter o sistema funcionando adequadamente. Por conta disso, esse dev conduz a parte interna, que os usuários não conseguem visualizar. O profissional possui conhecimento técnico em linguagens como PHP e SQL.

Ou seja, um desenvolvedor full-stack é o profissional que consegue trabalhar nas duas áreas, tanto internamente quanto no visual.

Por que ter um desenvolvedor full-stack terceirizado?

Agora que já entendemos que esse tipo de profissional apresenta uma maior facilidade de entender várias partes de um projeto, precisamos entender o por que de contratar profissionais que conseguem atuar em muitas áreas do desenvolvimento, e não os que se especializam em apenas uma. 

Isso é bem simples. Contar com algumas poucas pessoas que tenham a capacidade de lidar com o desenvolvimento em toda ou na maior parte da stack traz benefícios indispensáveis. 

Por ter apenas uma ou poucas pessoas trabalhando, a necessidade de comunicação diminui drasticamente e, como consequência disso, as mudanças se tornam mais ágeis, economizando tempo e tornando as escolhas dentro do ambiente de desenvolvimento mais produtivas.

Além disso, mesmo não sendo expert em todas as funções que tem, o desenvolvedor full-stack tem a capacidade de lidar com toda ou grande parte do desenvolvimento. Isso faz com que não seja necessária a atuação de muitos profissionais, fazendo com que as soluções sejam implementadas de forma muito mais rápida.

Quando há muitos desenvolvedores, cada um especializado em uma área, qualquer coisa a ser feita tem de passar pela mão de várias pessoas. Por conta disso, uma grande perda na agilidade do desenvolvimento pode ocorrer, afetando negativamente o time-to-market, que é o tempo que o produto leva da criação até, enfim, estar disponível para o usuário.

As tarefas de um bom desenvolvedor full-stack

Para que seu projeto tenha o máximo de eficiência durante a execução, é importante que o desenvolvedor full-stack tenha experiência em alguns pontos. É fundamental que esse tipo de profissional tenha conhecimento aprofundado em entender e manipular bancos de dados e entender de códigos de API (em mais de um idioma, se possível).

Além disso, é importante saber trabalhar com infra-estrutura de sistemas e também ter experiência com gerenciamento de projetos. Esse último ponto é fundamental para o sucesso do profissional na sua empresa, já que ele saberá como lidar em determinadas situações e terá controle total, a fim de que o projeto não saia dos eixos. Conhecimento em Agile, SCRUM e Kanban são essenciais.

Redução de custos

Quando se implementa o desenvolvimento nas atribuições da sua equipe, existem grandes responsabilidades com o investimento em ferramentas, infraestrutura, softwares, treinamentos, salários e etc. Porém, com a terceirização, todas essas responsabilidades deixam de ser da sua empresa e ficam apenas a cargo da terceirizada, o que ocasiona na grande redução de custos e também faz com que grandes investimentos deixem de ser necessários.

Além disso, todos os benefícios de optar por um desenvolvedor full-stack estão ligados ao trabalho, justamente por ser executado por um único indivíduo e também por se tratar da terceirização do desenvolvimento de softwares.

Vale lembrar também, que o fato desse tipo de desenvolvedor trabalhar quase que inteiramente sozinho, isso pode trazer inúmeros lados negativos. Alguns deles fazem relação ao convívio, ao trabalho em equipe e o fato de todo o conhecimento de determinado projeto estar depositado em um único indivíduo. Por isso, em certos casos, o desenvolvedor full-stack acaba não sendo a melhor opção.

Como a ez.devs pode ajudar a minha empresa?

Através do marketplace da EZ.devs é possível encontrar os melhores talentos de forma rápida, para que as startups consiga escalar seus produtos e atingir os melhores resultados. Além disso, quando você integra talentos nossos à suas squads de desenvolvimento, consegue reduzir erros que, sem uma estratégia personalizada, impactarão negativamente no crescimento do seu negócio. Fazemos tudo isso pensando em simplificar tudo o que for possível para você.

Gostou de saber por que ter um desenvolvedor full-stack terceirizado é importante? Não perca a oportunidade e entre em contato com a Ez.devs agora mesmo para mais informações. Estamos esperando por você!

Qual é o papel do code review e qual o ganho para a empresa?

Saber a importância do code review pode impactar diretamente no andamento do seu projeto já que, é normal que o projeto sofra alterações ao longo do seu percurso. Então, antes de passá-lo adiante, é preciso encaminhá-lo para outro desenvolvedor, que fará uma revisão dessas alterações. Apenas depois que todas foram feitas, revisadas e aprovadas é que o projeto avança para as próximas etapas. É disso que se trata o code review.

Como o próprio nome indica, o code review é essa fase de revisão do código. Basicamente, sua função é a de identificar problemas que podem passar despercebidos por quem está programando, além de sugerir formas alternativas de solucioná-los.

De fato, o code review traz uma série de benefícios à empresa, garantindo uma entrega de produtos de melhor qualidade. Então, quer saber mais sobre o code review e qual é o papel dele nos ganhos da sua empresa? Continue lendo e fique por dentro do assunto!

Quer se aprofundar no assunto? confira nosso Guia Completo do Code Review

Qual é a importância do code review?

Para começarmos a detalhar a importância do code review é preciso saber que, em grande parte das empresas, é muito comum que exista algum projeto sendo desenvolvido por uma só pessoa, sendo ela a única que sabe como ele funciona. Essa situação, porém, é ruim tanto para a empresa — gerando o que chamamos de filas individuais — quanto para o desenvolvedor, que tem toda a responsabilidade do projeto sendo colocada sobre si.

Porém, quando outro desenvolvedor faz a revisão desse trabalho, ocorre uma distribuição saudável do conhecimento. Ao entenderem o processo de desenvolvimento do código e como foram feitas as implementações de cada feature, todos os membros da equipe responsáveis pela revisão passam a ter a capacidade de trabalhar naquele projeto também.

Assim, distribui-se melhor as responsabilidades e evita-se as filas individuais. Sem contar que é extremamente importante ver como se dá todo o funcionamento de um projeto, em vez de apenas ouvir sobre ele nas reuniões.

Outro benefício que detalha a importância do code review é, sem dúvida, o ganho de produtividade. Na verdade, ela pode até dobrar já que, ao remover todo o peso de uma só pessoa e compartilhar o conhecimento, o trabalho em conjunto faz com que tudo se torne mais ágil — desde possíveis soluções para determinados problemas até a própria tomada de decisão.

Em outras palavras, um ambiente de desenvolvimento mais coletivo faz com que as responsabilidades sejam divididas e nenhum desenvolvedor fique sobrecarregado, o que aumenta a produtividade geral dos projetos.

Com o code review, é possível criar soluções alternativas para os problemas

É raro que um código seja bem desenvolvido de primeira. Em muitos casos, seja por mau uso dos recursos da linguagem ou pela velocidade em que se produz, o código simplesmente não fica da melhor maneira que poderia ser feito. Por isso, a etapa de revisão é importante. Dessa forma, é possível conferir a existência de problemas e, depois, sempre se indagar se todos foram solucionados da maneira correta.

Essa indagação, aliás, é fundamental por analisar as soluções sob diversos pontos de vista. Todo o processo é ótimo para fazer com que tanto o desenvolvedor responsável pelo projeto quanto os seus revisores consigam aprender e criar as melhores soluções possíveis em cada caso.

Especialmente para quem está iniciando na área de programação e ainda não tem um senso crítico muito apurado em relação ao código, esse tipo de feedback permite um amadurecimento mais rápido dos profissionais.

Aumento do senso da equipe

Outro caso muito comum de acontecer em empresas: quando surgem problemas no desenvolvimento de alguma feature, a culpa é colocada sobre a pessoa que a implementou. Isso, porém, não é correto. Ela não deve cair somente sobre quem fez essa implementação, mas sim sobre toda a equipe que trabalhou no projeto, pois ele é de responsabilidade conjunta.

Como o código foi revisado por mais de um indivíduo — que fez os testes e analisou se a implementação estaria de acordo com o que foi proposto —, todo o time passa a ser responsável por ela. Assim, a comunicação da equipe é otimizada, de forma que todos estão sempre se ajudando, trocando críticas e ideias tanto positivas quanto negativas, sendo mais um ponto que detalha a importância do code review.

Esse tipo de relacionamento entre os membros da equipe acaba proporcionando um ambiente muito mais propício para que todos se sintam seguros uns com os outros, conseguindo expressar suas ideias de forma conjunta. Afinal, não se trata mais de desenvolvedores isolados, mas de uma equipe integrada.

Quais são as boas práticas de code review?

Diante das vantagens que vimos até aqui, podemos concluir que o code review é importante não apenas como uma metodologia para encontrar bugs e erros, mas também por agregar um valor bem maior à equipe de desenvolvimento — o que o torna essencial para a entrega de projetos de maior qualidade.

Agora, o que deve ser feito na empresa para que todo esse processo seja executado da melhor maneira possível? Afinal, ler o código algumas vezes não é o suficiente para garantir a devida segurança. É preciso ir além, seguindo algumas práticas específicas. Dentre elas, vale a pena destacarmos as seguintes.

Tenha uma wiki e use checklists

O primeiro passo é ter um documento que contenha todas as práticas feitas no projeto. O ideal nesse sentido é utilizar uma wiki como um documento vivo, que não só pode como deve ser alterado constantemente, de acordo com a evolução do projeto. Ela servirá como ponto de referência, e deve estar sempre à disposição dos desenvolvedores e revisores.

Além disso, como o code review funciona como uma busca — logo, caso não saiba aquilo que está sendo buscado, você provavelmente não o encontrará -, outra boa prática é criar alguns checklists para serem usados de guia nessa revisão do código. Em certos casos, podem ser listas com a verificação da autenticação, da encriptação dos dados, de vulnerabilidades anteriores e etc.

O code review deve ser executado sempre que houver alguma mudança no código, mesmo que esta seja pequena. Especialmente nos casos de ciclos iterativos, em que mudanças menores podem ocasionar grandes impactos em série, gerando vulnerabilidades imprevistas pela equipe.

Fique por dentro do funcionamento de novas ameaças

Um erro bem comum nessa etapa é a desinformação, ou a informação desatualizada. Devido ao conhecimento que as pessoas já têm de determinada área, não é raro que novas vulnerabilidades sejam desconsideradas simplesmente por falta de conhecimento atualizado dos desenvolvedores.

Porém, lembre-se: novas ameaças surgem a todo momento, e conseguem explorar fraquezas que, até então, não eram consideradas como tal. Devido a isso, tente se manter sempre atualizado, a par de como as novas ameaças funcionam, para não deixar passar nenhuma vulnerabilidade no código.

Incorpore a automação ao trabalho manual

A análise de um código é, sim, uma tarefa subjetiva, já que passa por um processo decisório. Isso, no entanto, não quer dizer que a automação seja totalmente inviável. A realidade é que unir o trabalho manual do processo de code review à automação torna essa etapa bem mais ágil — além de agregar a ela uma relevância maior, tendo em mente que certas falhas humanas podem ser evitadas.

Grosso modo, a incorporação da automação pode ser feita na busca automática de certos padrões que indiquem vulnerabilidade, ou de algumas falhas que já são amplamente conhecidas.

Utilize ferramentas para otimizar o processo

Seguindo ainda na linha desse auxílio que a tecnologia pode prestar ao code review, vale a pena citarmos algumas ferramentas interessantes. Todas ajudam bastante os desenvolvedores a seguir padrões no desenvolvimento ou encurtar etapas de revisão. São elas:

  • Android Lint — essa ferramenta oferece uma verificação de código muito útil na hora de identificar e corrigir problemas com a qualidade estrutural do código;
  • Checkstyle — auxilia os programadores a escrever códigos em java, que aderem a um padrão de codificação. Basicamente, ele automatiza o processo de verificação do código;
  • Findbugs — essa é outra ferramenta que pode ser considerada um analisador estático, mas que trabalha em Bytecode Java, e não no código fonte. Ele identifica alguns códigos Java que são mais propícios para bugs;
  • SonarQube — oferece uma plataforma de código aberto para inspeção contínua de qualidade, em revisões automáticas com análise de código estático para detectar possíveis erros e vulnerabilidades de segurança. Essa ferramenta é compatível com mais de 20 linguagens de programação, o que a torna melhor ainda.

Além destas, existem muitas outras ferramentas que podem ser exploradas. Porém, vale lembrar aqui o que já foi dito em relação à automação do trabalho: ela deve ser feita como uma incorporação do trabalho manual, e não como substituição dele.

Enfim, todas essas boas práticas de code review são fundamentais para garantir que o processo esteja sempre livre de vulnerabilidades e ameaças. Como vimos, trata-se de uma etapa muito importante para o desenvolvimento de projetos. Então, não se esqueça de incluir o uso moderador da automação, os checklists, a revisão a cada mudança e busque sempre se manter atualizado, a par de novas ameaças!

Gostou do nosso artigo sobre o papel do code review? Agora que já sabe quais são as vantagens que uma empresa garante ao utilizar esse processo, aproveite para nos seguir nas redes sociais e acompanhe nossos próximos conteúdos em primeira mão! Estamos no Facebook, no LinkedIn, no Instagram e no Youtube.