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Metaverso e o futuro do trabalho remoto

Este é o nosso terceiro artigo sobre o metaverso, vamos analisar como este universo de interatividade modificará a forma com que grandes empresas, e também startups, pensarão os seus modelos de trabalho para trazer outras experiências aos seus colaboradores.

Atualmente as lideranças de diversos negócios estão quebrando a cabeça para definir qual modelo de trabalho seguir: presencial, totalmente remoto ou híbrido… Não há como negar que tanto o presencial como o remoto oferecem diversas vantagens aos talentos. Afinal, ainda há quem priorize os escritórios, o contato real entre os colegas de trabalho, conversas cara a cara e até mesmo a pausa para o cafézinho. 

A pandemia de coronavírus fez com que os profissionais experimentassem uma rotina de trabalho completamente longe dos escritórios, algo que no Brasil, por exemplo, não era nem um pouco comum. Aqui, era comum que os colaboradores, no máximo, ficassem um ou dois dias da semana cumprindo com as suas atividades em casa. Isso porque o mito de que o “home office não é produtivo” ainda pairava sobre a cabeça dos gestores.

O fato é que, a partir do momento em que a grande maioria dos talentos tiveram a chance de trabalhar longe do escritório corporativo, foi-se percebendo que nem sempre estar na sede da empresa é sinônimo de bons resultados. Assim, muitos gestores encontraram o pote de ouro no fim do arco-íris: o remote-first, onde todos podem trabalhar de qualquer lugar do mundo, sem se preocupar em estar presente fisicamente, mas sim virtualmente, no local de trabalho.

Adotar um modelo de trabalho 100% remoto exige uma boa estruturação, uma cultura que precisa estar presente no dia a dia de todos os colaboradores e lideranças. Sem isso, ela é incapaz de funcionar. Por este motivo, muitas empresas adotam um modelo conhecido como híbrido, que você já deve ter ouvido falar mas, de modo geral, consiste em alternar o trabalho presencial com o remoto.

Algumas das justificativas para este modelo se baseiam no fator “socialização”, extremamente importante para todos nós, principalmente após longos períodos de isolamento social. Muitos profissionais vibram com esta alternativa, pois reconhecem as vantagens do trabalho remoto, mas não querem abrir mão da convivência que tinham antes desta crise sanitária se instaurar no mundo. 

O trabalho remoto é extremamente flexível, ao passo que o presencial é acolhedor. E por mais que o modelo híbrido pareça ser a solução perfeita, muitas vezes ele soa como desorganizado, sem contar que não há como sanar o “isolamento” quando os colaboradores estão à distância. 

Pensando desta forma, pode parecer impossível encontrar um formato que agrade a todos. Mas não é. Na verdade, ele já está em construção e sua implementação será mais rápida do que imaginamos. 

O metaverso parece ser a solução perfeita

Esta é a solução para suprir as necessidades que o modelo de trabalho híbrido não consegue suprir. O metaverso será a tecnologia responsável por unir os benefícios de socialização que o trabalho presencial permite com a flexibilidade do trabalho remoto. Tudo isso através de uma experiência completamente imersiva em um mundo virtual, um espaço 3D onde cada pessoa terá o seu próprio avatar. 

Parece até que tudo se tornará um grande The Sims, mas não é bem assim, podem ficar tranquilos. Diversas empresas, gigantes em tecnologia, como a Meta (antigo Facebook), a Microsoft e a NVIDIA estão apostando neste mercado e estudando inúmeras possibilidades de tornar esta experiência o mais próximo possível da realidade. 

A proposta de grandes empresários do Vale do Silício, como Bill Gates e Mark Zuckerberg é fazer com que os usuários passem a fazer parte da internet, e isso será revolucionário não só para a comunicação, como pode definir o futuro do trabalho, trazendo experiências que minimizam alguns danos do trabalho remoto que conhecemos hoje, como o burnout e o esgotamento provocado pela tecnologia. 

As empresas poderão construir as suas sedes em ambientes virtuais e assim, com o auxílio de tecnologias de realidade virtual, os colaboradores poderão voltar a participar de conversas casuais, happy hours entre outras atividades que deixaram de fazer parte da rotina após o trabalho remoto. Para Zuckerberg, a experiência do metaverso fará com que todos se sintam parte da equipe e não isolados em seus apartamentos. 

Como esta inovação é vista pelos colaboradores

Antes que o metaverso venha a se tornar uma realidade para o futuro do trabalho, primeiro é necessário saber se as pessoas diretamente impactadas por esta inovação acreditam nesta possibilidade e estão abertas a experienciar este novo mundo virtual. Por isso, a  multinacional de tecnologia Lenovo, divulgou recentemente uma pesquisa que investigou a disposição e possibilidade de adesão dos funcionários ao metaverso. 

Dentre os resultados obtidos, quase metade dos entrevistados acreditam nos benefícios que o metaverso pode proporcioná-los e se mostram dispostos a experienciar este novo modelo de trabalho. No entanto, 43% dos entrevistados apontaram que faltará habilidade, conhecimento e experiência para que seus colaboradores possam trabalhar através do metaverso. 

Com isso, podemos concluir que, apesar de inovadora, os maiores desafios de implementar o metaverso no trabalho remoto serão tornar este recurso o mais natural e próximo da realidade atual possível e conquistar aqueles que ainda não acreditam que a tecnologia será capaz de substituir as reais interações. 

Agora que você já sabe sobre os impactos do metaverso no futuro do trabalho remoto, está na hora de escalar seu time de tecnologia remoto de maneira eficiente. E se precisar de ajuda para isso, saiba que pode contar sempre conosco, basta entrar em contato!

Desenvolvimento seguro: boas práticas para o mobile

Grande parte das empresas que estão construindo algum software, não importa o segmento do mercado, buscam cada vez mais por um desenvolvimento seguro dos seus produtos, sejam eles voltados para a web, computadores ou até mesmo o mobile. 

Tanto profissionais da área de TI e pessoas leigas no assunto, reconhecem, ao menos um pouco, a importância da cibersegurança. No entanto, para quem é da área, um dos pontos mais importantes a ser levado em consideração quando se fala de segurança digital é a construção de códigos seguros, feita por programadores. 

Podemos considerar que a cibersegurança é uma grande tendência para os próximos anos. Por isso, profissionais que investem em capacitações voltadas para esta área da programação serão cada vez mais requisitados por empresas e organizações, públicas ou privadas, para garantir que seus produtos estejam seguros e tenham uma boa reputação no mercado.

Para quem se interessa por cibersegurança, neste texto, encontram-se boas práticas para escrever códigos não-vulneráveis durante a atuação como desenvolvedor mobile. Continue a leitura para saber se você está no caminho certo para desenvolver aplicações mais seguras!

Por que estas práticas são tão importantes para um desenvolvimento seguro?

Em dezembro do ano passado, o Ministério da Saúde sofreu ataques hackers em sua plataforma, onde dados como os do portal Conecte SUS e Portal Covid foram apagados. Ao todo, o grupo que atacou o sistema do Governo Federal admitiu que, só no primeiro ataque, mais de 50 terabytes de dados foram capturados. 

Ataques de ransomware, como o que aconteceu neste episódio, estão cada vez mais comuns no Brasil, aumentando em grandes proporções desde o ano de 2018 e geram grandes transtornos para toda a população e autoridades governamentais a nível federal, estadual e até mesmo municipal. 

O crime cibernético contra o governo implicou até na suspensão de a necessidade de comprovante de imunização para viajantes que chegarem ao Brasil por via aérea e, em caso de ausência do documento, a exigência de 5 dias de quarentena. No entanto, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, vetou a decisão e manteve obrigatória a confirmação de vacinação ou a apresentação de testes negativos para a Covid-19.

Aí você se pergunta: “Mas o que eu tenho a ver com isso?”. A resposta é simples: bons programadores precisam garantir o desenvolvimento seguro dos seus códigos, para que eles não sejam vulneráveis a ataques cibernéticos. E quando se fala em um site responsável por controlar os dados relacionados à saúde de um país inteiro, as proporções são ainda maiores.

Fontes: CNN Brasil e G1

De uma forma bem resumida, o que ocorreu com o Ministério da Saúde ilustra muito bem a importância de um desenvolvimento seguro e mostra que nem sempre os softwares e aplicações são tão seguros assim…

Boas práticas de cibersegurança no desenvolvimento mobile

Sem mais delongas, vamos pontuar a partir de agora, algumas das diversas práticas que toda pessoa desenvolvedora deve saber para desenvolver aplicações para dispositivos móveis com mais segurança. 

Utilize plataformas de autenticação

Para desenvolver aplicativos de forma segura, o primeiro passo é investir em algum tipo de autenticação de acordo com a finalidade do seu produto. A maneira mais comum de realizar esta etapa de autenticação de forma segura é através da “2FA”, ou “Autenticação de dois fatores”, através de senhas, PINs ou até mesmo impressões digitais e reconhecimento facial (possibilidades que variam de acordo com a versão do sistema operacional).

A forma mais indicada para realizar estas autenticações é através de plataformas de autenticação que já existem no mercado e são controladas por empresas específicas. Através delas, quem está desenvolvendo aplicações para mobile têm a garantia de que os bugs e vulnerabilidades serão reparados pela empresa responsável e não prejudicarão a segurança do seu produto. 

Utilizando estes recursos, você economiza tempo no desenvolvimento, pois não precisa desenvolver a sua própria plataforma e nem corre o risco de prejudicar a segurança do seu produto com alguma possível falha no mecanismo desenvolvido por você.

Criptografia nos dados!

É preciso tomar muito cuidado ao armazenar os dados dos seus usuários e, sempre que possível, evitar que informações mais frágeis fiquem localizadas no armazenamento interno dos dispositivos móveis. A justificativa para evitar tal prática é que algumas ações dos usuários, como “rootar” o smartphone, podem comprometer a segurança dos dados e isso é algo que você não consegue controlar.

Mas, se em último caso, você precisar armazenar alguma informação na memória interna dos mobiles, em cartões SD, entre outros recursos, nunca esqueça de criptografá-los. Dessa forma, torna-se muito mais difícil que indivíduos mal intencionados invadam os dados. 

Vale lembrar que não é impossível quebrar códigos de criptografia, principalmente os mais fracos. Por isso, alguns dos códigos mais indicados para um desenvolvimento seguro são o Rivest-Shamir-Adleman (RSA) e o Advanced Encryption Standard (AES), utilizado por organizações como o governo dos Estados Unidos e considerado imune a ataques que não sejam de força bruta.

Realize diversos testes de segurança

Por último, mas não menos importante, é essencial realizar testes relacionados à segurança da aplicação desde o início do desenvolvimento até o produto final. Revise os códigos periodicamente através de ferramentas de verificação de código e de análises de código estático, por exemplo. 

Um dos frameworks mais recomendados para análises de códigos estáticos e dinâmicos é o MobSF (Mobile Security  Framework), um software open source programado em Python, que pode ser usado tanto no sistema operacional Android, como no iOS. Esta tecnologia revisa o código automaticamente, relatando todas as vulnerabilidades encontradas e verifica diversas outras especificações relacionadas à segurança da sua aplicação. 

Agora que você conhece algumas das boas práticas para um desenvolvimento mobile mais seguro, o que acha de encontrar a oportunidade perfeita para trabalhar em projetos que estão mudando o mundo? Cadastre-se no nosso ecossistema para se conectar com startups e scale-ups do Brasil e do mundo.

Contratar desenvolvedores: 3 dicas para 2022

Entra ano, sai ano… e a corrida para contratar desenvolvedores continua cada vez mais desafiadora para tech recruiters tanto do Brasil, como de outros lugares do mundo.A busca é tão grande que empresas internacionais abrem oportunidades para talentos de outros  países, fazendo com que as ofertas fiquem ainda mais interessante para os profissionais.

Os talentos de tecnologia já sabem que são eles que controlam o mercado atualmente, ditando o ritmo das contratações. Isso porque, com o mercado tão escasso em relação à mão de obra, é possível escolher a melhor oportunidade para se trabalhar de um jeito não tão difícil, como acontece com outros segmentos do mercado. 

E no meio de tudo isso, quando se trata de recrutamento e seleção de desenvolvedores, é mais do que essencial que as empresas se destaquem e entendam o que os talentos esperam das empresas ao longo dos anos em relação às oportunidades de trabalho. 

Ficou curioso para saber o que fazer para atrair pessoas desenvolvedoras para o seu artigo? Neste artigo vamos dar algumas dicas do que você e seu time devem priorizar na hora de contratar os melhores talentos. 

Confira tudo a seguir! 

Prospectar e contratar desenvolvedores

Para conseguir recrutar desenvolvedores e reter estes bons talentos, é necessário investir em estratégias que não se limitem apenas a chamar a atenção dos profissionais na hora de realizar o primeiro contato. Mais do que isso, seu time e, principalmente, a sua empresa precisam ter um propósito muito claro em relação à experiência que os desenvolvedores terão ao trabalhar na sua empresa.

Por isso, as dicas deste conteúdo abrangem as estratégias que devem ser tomadas desde a busca pelos candidatos, a prospecção, até a contratação e retenção dos profissionais no seu time de tecnologia. 

Descrição da vaga

A porta de entrada para contratar bons desenvolvedores é a divulgação da vaga. Afinal, é através dela que os possíveis candidatos para o seu processo terão as primeiras impressões da empresa que está oferecendo as oportunidades e aqui vale o famoso ditado: “a primeira impressão é a que fica”. 

Pessoas desenvolvedoras recebem inúmeras propostas de emprego diariamente, muitas vezes a quantidade chega a passar das dezenas, incluindo oportunidades internacionais. Por isso, a chave para o sucesso nesta etapa é caprichar nas estratégias de divulgação de vagas, descrevendo-as da melhor forma possível.  

Este é o momento perfeito para mostrar aos possíveis candidatos os diferenciais mais importantes da sua empresa, para que ela se destaque em relação às demais propostas que os talentos receberão. 

A estratégia mais importante para a prospecção de novos talentos é inserir todas as especificações da vaga, como as linguagens e tecnologias utilizadas, o nível de experiência, além da remuneração, benefícios e cultura da empresa.

Testes técnicos para contratar desenvolvedores

Apesar de serem extremamente importantes para avaliar o conhecimento técnico dos profissionais, os testes técnicos geram algumas polêmicas entre os desenvolvedores. Isso porque muitos modelos de avaliações técnicas não conseguem mensurar as habilidades que serão realmente utilizadas no dia a dia na empresa.

Diversos desenvolvedores já relataram que realizaram muitos testes sem sentido, que acabam demandando um tempo grande na agenda e, ao final, não conseguem ser avaliados da forma ideal, ficando muitas vezes sem um feedback sobre o resultado. 

Por este motivo, é preciso analisar muito bem como os testes serão aplicados para que eles não sejam o motivo da desistência dos candidatos. Para isso, contar com o apoio dos profissionais de TI que já fazem parte da empresa pode ser uma boa saída. Testes técnicos eficientes e ágeis farão toda a diferença na hora de selecionar bons candidatos e serão benéficas tanto para o seu time de RH, como para os próprios desenvolvedores.

Trabalho remoto e outros benefícios

A remuneração já não é mais o diferencial para atrair desenvolvedores para sua startup. Afinal, com inúmeras oportunidades batendo à porta dos talentos, é necessário oferecer muito mais do que uma boa remuneração e as exigências estão cada vez maiores.

O trabalho remoto, a flexibilidade de horários e a possibilidade de atuar em um ambiente agradável, onde há liberdade para os colaboradores se desenvolverem profissionalmente, têm sido alguns dos benefícios que as pessoas desenvolvedoras mais têm levado em conta na hora de analisar e aceitar oportunidades.

Por isso, empresas que apostam nestes diferenciais podem ter maiores chances de encontrar candidatos mais alinhados com a cultura da empresa e, desta forma, contratar bons desenvolvedores e conseguir retê-los dentro dos times.

Para saber como você pode escalar o seu time, entre em contato conosco por aqui e faça parte do nosso ecossistema!

O impacto do metaverso no futuro da programação

Após o rebranding do Facebook, anunciado em outubro do ano passado, por Mark Zuckerberg na conferência Facebook Connection, as discussões sobre a evolução e o futuro da tecnologia se tornaram uma pauta ainda mais frequente. Pode-se dizer que o conceito de metaverso é um dos principais assuntos entre profissionais da área tech desde o final do ano passado.

O fato é que tanto o termo quanto a ideia de “metaverso” não surgiram com o Facebook, apesar de seu CEO fazer uma referência ao conceito ao modificar o nome da holding para Meta. No entanto, com a chegada e otimização de diversas tecnologias, como o 5G, a realidade virtual e aumentada e demais inovações que envolvem inteligência artificial, este pode ser o momento ideal para pensar na integração do usuário com os ambientes da internet. 

Tais ideias chegam e prometem uma reviravolta no setor de tecnologia, fazendo com que os profissionais precisem estar muito atentos às novas oportunidades do mercado de trabalho que surgirão com estas revoluções. 

Uma das áreas do conhecimento que mais sofrerá os impactos da inovação é a programação, o desenvolvimento de software, que com certeza será muito requisitado por empresas e outros profissionais que estão à frente da consolidação do metaverso. E pode ter certeza que isso não são as vozes da minha cabeça falando não, viu? O próprio Mark Zuckerberg apontou que o metaverso trará grandes oportunidades para os setores de criação e desenvolvimento, então fica ligado!

Você já deve imaginar, porém, que a área de programação sofrerá grandes mudanças a partir da criação de um novo ambiente tecnológico e, mais do que nunca, será necessário que os talentos estejam capacitados e preparados para trilhar estes novos caminhos da tecnologia. 

E é exatamente sobre isso que vamos falar neste artigo: quais são os impactos do metaverso para a programação? O que os profissionais precisarão dominar para conseguir encontrar excelentes oportunidades no mercado de trabalho? 

Para saber mais sobre o assunto, continue a leitura!

Ficção científica?

O termo metaverso já tem 30 anos, e foi originado a partir do livro Snow Crash (1992), de Neal Stephenson, romancista de ficções científicas e distopias. Neste contexto, o conceito está baseado em uma realidade virtual originada após a internet, onde seres humanos interagem entre si através de avatares em um espaço 3D.

Falando assim, parece até que estamos realmente em uma obra de ficção científica. Mas, tudo isso está mais próximo de acontecer do que imaginamos. A evolução da tecnologia trouxe para o nosso dia a dia diversas ferramentas que, anos atrás, nem cogitaríamos utilizar e não será diferente com o metaverso, tendo em vista a grande utilização da Inteligência Artificial em grande parte dos produtos tecnológicos.

E se pararmos para pensar, investir nessa “ideia maluca” nos dias de hoje é o que fará profissionais encontrarem grandes portas abertas para trabalho no futuro, inclusives oportunidades internacionais. Afinal, imagina ser uma das primeiras pessoas desenvolvedoras a trabalhar com tecnologias do metaverso?

A programação no metaverso

As ideias relacionadas ao metaverso são complexas e muitas tecnologias estão envolvidas, como a Inteligência artificial, a Realidade Virtual e Aumentada, além da capacidade de processamento de dados e informações de modo geral.

Além disso, as apostas são altas e empresas que lidam com tecnologias como as criptomoedas, NFT e principalmente tudo o que está relacionado ao desenvolvimento de games já estão fazendo grandes investimentos. 

Pois é, parece que nem todo mundo duvida deste futuro. Afinal, parece que o metaverso é um “pokémon evoluído” do jogo Second Life (2003). E, se você também deseja imergir nesta inovação, confira abaixo o que estará em alta no setor de programação com a chegada do metaverso!

Plataformas para desenvolvimento de games

Como abordado anteriormente, o desenvolvimento de games tem grandes chances de ser uma das áreas que protagoniza o metaverso, já que os ambientes virtuais são muito semelhantes ao que vemos no vídeo game.

Por isso, algumas plataformas para desenvolvimento, que também podemos considerar como frameworks, renderão boas oportunidades aos profissionais que se dedicarem a estas tecnologias. Os frameworks desta categoria que estão sendo mais evidenciados por programadores são o Unity e, principalmente, o Unreal Engine.

O motor de jogos da Epic Games tem sido muito falado devido aos seus excelentes recursos gráficos, que garantem uma mais agilidade no desenvolvimento de produtos tridimensionais, algo que não acontece com o Unity. No entanto, se você curte desenvolvimento de jogos e já está acostumado com outras tecnologias, não se preocupe, pois grande parte delas serão uma tendência para os próximos anos.

Bancos de dados não-relacionais 

Atualmente existe uma grande quantidade de dados na internet e este número, que já vem crescendo de maneira descontrolada, só tende a aumentar com a chegada de tecnologias como o metaverso. 

Por este motivo, bancos de dados relacionais deverão ser substituídos pelos bancos não-relacionais de alto desempenho (NoSQL), que utilizam uma variedade de modelos de dados, incluindo os grafos que, provavelmente, serão utilizados no metaverso.

Apesar de ser naturalmente simples, as conexões dos grafos neste novo cenário serão muito mais complexas devido às inúmeras possibilidades de conexões.

Agora que você já sabe como o metaverso impactará o futuro da programação, é hora de começar a investir ainda mais na sua carreira. Se está buscando trabalhar com diversas habilidades em evidência no mercado, recomendo que dê uma olhada no nosso ecossistema, clicando aqui. Garanto que não vai se arrepender!

Mercado de tecnologia: Como superar a escassez de talentos em 2022

Diferente de empresas pertencentes a outros segmentos, os negócios da área de Tecnologia estão com cada vez mais oportunidades abertas e vagas que parecem que quase nunca são preenchidas por profissionais qualificados. Se você atua com recrutamento para o mercado de tecnologia, com certeza sabe do que eu estou falando, não é mesmo? 

E eu sinto em te informar, mas com a tecnologia sendo utilizada praticamente em todos os novos negócios e transformando os modelos já existentes, esta corrida pelos melhores profissionais só tende a ser ainda mais competitiva no ano de 2022. A previsão para este ano é que o investimento em TI seja 9,4% superior ao ano passado, de acordo com a IDC Brasil, que é especializada em pesquisas, análises e consultorias relacionadas ao setor de Tecnologia da Informação.

Este ano que começa será marcado pela chegada e consolidação de diversas inovações das quais temos ouvido falar nos últimos tempos, como o 5G e o metaverso, que ficou ainda mais em evidência depois da mudança de nome do Facebook, anunciada pelo seu CEO, Mark Zuckerberg. 

Tudo isso faz com que as empresas decidam apostar alto na transformação digital, o que impacta diretamente o setor de  recrutamento e faz com que os tech recruiters se deparem com uma escassez de profissionais ainda maior do que nos últimos anos. A sensação é que estamos envolvidos em uma bola de neve.

Quem vê de fora, até pensa que existe uma grande quantidade de pessoas disponíveis no mercado, tendo em vista a alta taxa de desemprego no país. Entretanto, a transformação digital tem sido tamanha, que exige dos profissionais habilidades específicas em um período muito curto de tempo, fazendo com que os talentos não tenham tempo para se especializar no ritmo que o mercado exige.

A corrida por profissionais e as contratações erradas 

Com a extrema competitividade do mercado, muitos gestores acabam investindo em estratégias que não condizem com as suas reais necessidades e não atraem os talentos certos. Aqui encontramos uma das armadilhas do recrutamento: as contratações erradas, que trazem grandes prejuízos para o crescimento da sua empresa. 

O desespero dos recrutadores por encontrar os melhores talentos do mercado de tecnologia faz com que estes deixem de priorizar questões importantíssimas ao longo do processo, como o fit cultural, uma das peças-chave para evitarmos o turnover e, consequentemente, conseguir alavancar o seu produto da melhor forma.

Mas não é porque esta batalha está mais acirrada em 2022 que você não conseguirá contratar os melhores talentos para o seu time. É possível, sim, driblar a escassez de profissionais através de algumas estratégias, que serão apresentadas a seguir. Confira abaixo!

Investir em ferramentas e estratégias

O primeiro passo para mandar bem no recrutamento e seleção de talentos de tecnologia em 2022 é investir na capacitação do seu time quanto à utilização de ferramentas e estratégias que contribuem de fato para a execução de uma boa escolha dos candidatos.

Alguns dos conceitos mais importantes para implementar no seu time são:

E você pode aprender mais sobre cada um destes tópicos aqui no blog da Ez. 

Ter um RH estratégico faz toda a diferença na hora de estruturar os processos seletivos, principalmente quando você não tem um time especializado em tecnologia ou a equipe está sobrecarregada com outras demandas que lhe impede de executar um processo seletivo minucioso. 

Atrair para contratar

Além do Inbound Recruiting, vale apostar muito nas estratégias de Employer Branding para despertar nos talentos o interesse e até mesmo o sonho de se tornar um colaborador na sua empresa.

Profissionais de tecnologia, principalmente aqueles que trabalham com desenvolvimento, recebem inúmeras propostas de trabalho diariamente. Por serem tão cobiçados pelo mercado, para estes talentos chega até a ser cômodo mudar de uma oportunidade para outra quando estas não atendem mais às suas expectativas. 

Mais do que salário, estas pessoas levam em conta muito mais do que um salário alto ou grandes benefícios. O que está em jogo é a qualidade de vida, a liberdade e a autonomia para mostrar o melhor de si como profissional e isso precisa estar muito claro desde o primeiro contato entre os talentos e a sua empresa. 

Fortalecendo a sua marca empregadora, você conseguirá atrair os talentos através de um propósito!

Encontre especialistas em empresas de tecnologia

Cá entre nós, pensar em tudo isso e mais um pouco não é uma tarefa fácil. No entanto, existe uma luz no fim do túnel para aqueles que ainda não conseguiram contratar os melhores talentos do mercado de tecnologia!

Algumas empresas, no Brasil e no exterior, são especializadas em recrutar e selecionar profissionais de TI e, através de um ecossistema, sua empresa será conectada aos talentos certos para aquilo que você precisa na hora de alavancar o seu produto. Assim, você e seu time de recrutadores não precisam se preocupar em correr com as contratações e podem dar atenção à outros pontos importantes no seu negócio.

A Ez.devs é uma das empresas que executa este serviço, unindo talentos brasileiros à negócios que estão mudando o mundo. Com a nossa ajuda, você escala o seu time de tecnologia no ritmo que o mercado exige e ainda pode internalizar os talentos alocados após determinado período.

Dessa forma, vencer a escassez de profissionais deixa de ser um bicho de sete cabeças!

Para saber como você pode escalar o seu time, entre em contato conosco por aqui e faça parte do nosso ecossistema!

Facebook, metaverso e gestão de crise em tecnologia

Você provavelmente já leu ou ouviu alguma notícia a respeito da mudança de nome do Facebook. Este foi um dos grandes acontecimentos no final do ano de 2021 dentro do setor de tecnologia e negócios, afinal, quem não conhece o Facebook, não é mesmo? Além disso, assuntos envolvendo o metaverso, uma tendência que já estava apontando, ganharam ainda mais evidência na mídia, já que este conceito passou a fazer parte das estratégias de gestão de crise utilizadas por esta gigante da tecnologia

Para aqueles que não estão acostumados a acompanhar o mercado tech, a mudança foi um tanto quanto inesperada. No entanto, o ano que passou foi marcado por uma série de polêmicas envolvendo a empresa de Mark Zuckerberg e era preciso tomar grandes decisões para gerenciar toda a crise instaurada na empresa. 

E é sobre isso que vamos falar neste texto. Entendendo melhor sobre tudo o que aconteceu com esta empresa, é possível levantar o seguinte questionamento: o que as empresas do Vale do Silício, como a Meta, têm a ensinar às startups e scale-ups do Brasil e do mundo sobre gestão de crise em tecnologia?

Para saber mais, continue a leitura!

De Facebook à Meta

Foi na conferência Facebook Connect, um evento virtual acontecido no dia 28 de outubro de 2021, que Mark Zuckerberg, CEO da Facebook Inc. anunciou a mudança de nome da marca para “Meta”.

A empresa é a holding de algumas das redes sociais mais utilizadas no mundo, como o Facebook, que deu origem ao negócio, o Instagram e o WhatsApp. Além das redes, a empresa de produtos de realidade virtual, Oculus, também faz parte desse conglomerado e é a partir deste ponto, que a reestruturação da marca da empresa mãe passa a ser justificada. 

Zuckerberg divulgou a mudança em um evento de realidade virtual dentro da Facebook Connect e explicou que a alteração parte do princípio de que a holding não deve ser vista apenas como uma empresa de redes sociais, já que abrange outras áreas da tecnologia, como a inteligência artificial, a realidade aumentada e virtual.

E justamente para englobar este outro lado, o CEO anunciou, com a chegada da Meta, a expansão da marca para o metaverso, uma tendência que vem sendo adotada por outras gigantes da tecnologia, como a Microsoft, devido à evolução da internet e das tecnologias 5G.

Até aí, tudo bem… Mas o que esse assunto tem a ver com o seu negócio? É o que vamos analisar a seguir.

Gestão de crise através de um rebranding

É fato que toda empresa, seja ela grande ou pequena, passa por crises ao longo do tempo. Os problemas podem ser nos mais variados setores, desde as finanças até as relações públicas e todas elas necessitam de líderes muito bem capacitados para encontrar as melhores soluções para os problemas. 

Nem sempre é possível evitar uma crise, mas há como encontrar uma luz no fim do túnel através de casos que já aconteceram com o seu negócio ou com outras empresas, como o do Facebook, que agora é Meta, e outras gigantes da tecnologia.

O caso Meta

A mudança do nome da marca Facebook Inc. para Meta é denominada rebranding, uma estratégia de marketing utilizada para ressignificar o modo como uma marca é percebida e aceita pelo público, podendo ser executada através de uma mudança no logotipo, design ou até mesmo no nome, como aconteceu com o Facebook.

O rebranding é utilizado por empresas em diversos momentos, inclusive para solucionar crises relacionadas à marca original, como o que aconteceu com o Google em 2015 e agora com o Facebook em 2021. 

Cerca de seis anos atrás, o Google foi transformado em Alphabet Inc., assim como no ano passado, o Facebook Inc. foi transformado em Meta. Em ambos os casos, a verdadeira tentativa dos gestores era de desassociar a imagem das holdings a determinadas crises de relações públicas, que prejudicam todas as empresas dos grupos.

Isso aconteceu porque, assim como o Google em 2016, o antigo Facebook está envolvido em uma série de polêmicas. No ano passado, a empresa teve diversos documentos vazados por uma ex-funcionária, dos quais acusavam-na de monopólio, vazamento de dados e prejuízos à saúde mental dos usuários. Quem aí lembra de quando todas as redes de Zuckerberg ficaram indisponíveis durante quase um dia inteiro?

De acordo com a CNN, em 22 de outubro do ano passado, organizações de notícias norte-americanas começaram a publicar diversas histórias baseadas em investigações dos documentos internos da empresa, que ficaram conhecidas como “The Facebook Papers”. Este acontecimento deu início à maior crise da empresa nos últimos 17 anos e, em poucos dias, os resultados da empresa começaram a cair.

Era preciso agir e garantir uma excelente gestão de crise. Neste momento, um rebranding cairia como uma luva. E caiu mesmo. 

As ações da empresa aumentaram no mesmo dia em que o CEO do Facebook anunciou o rebranding, alegando que o antigo nome da marca estava relacionado a uma história da empresa que ficou no passado e que era necessário lançar um “olhar para o futuro”, incluindo a empresa no metaverso e os seus futuros investimentos em realidade virtual.

O que aprendemos com o Facebook sobre gestão de crise?

Quando paramos para pensar em casos como o do facebook e de outras grandes empresas de tecnologia, pode parecer que tais situações nunca acontecerão com os nossos negócios. Mas, analisar estes acontecimentos é o que faz a diferença na hora de pensar em soluções inovadoras e de encontrar um time de alta performance que saiba lidar com situações de crises, sejam elas de imagem ou até mesmo do modelo de negócio.

Ainda não há como saber se Zuckerberg investiu na mudança de nome da empresa para Meta porque ela realmente representa um novo momento do negócio, permitindo uma ampliação da experiência virtual dos seus usuários e a reparação de todos os erros cometidos em diversos níveis ou se tudo não passa de uma maquiagem utilizada para desvincular o nome da empresa aos escândalos.

No entanto, a lição que fica sobre uma boa gestão de crise é a de que não adianta reunir boas estratégias se elas não forem aplicadas com o real objetivo de solucionar os problemas!

Precisa de ajuda para escalar seu time de tecnologia remoto de maneira eficiente? Saiba que pode contar sempre conosco, basta entrar em contato!

Como fazer um planejamento de carreira eficiente em 2022

Pessoas desenvolvedoras de software estão sendo muito requisitadas no mercado de tecnologia e isto é um cenário que se manterá no próximo ano. Mas, para ter as melhores oportunidades de trabalho ao seu alcance, é necessário se dedicar a construir um planejamento de carreira.

Se em 2021 a aceleração no número de contratações de profissionais de tecnologia superou anos anteriores, logo no primeiro semestre, 2022 será um bom momento para pessoas que escolheram seguir neste ramo. 

A carência por profissionais altamente qualificados só fica maior a cada dia que passa, assim como a dificuldade para encontrá-los, fazendo com que os talentos recebam, diariamente, um turbilhão de propostas e oportunidades. 

No Brasil, pensar neste cenário de carência de profissionais chega a ser até contraditório, tendo em vista a constante elevação nas taxas de desemprego no país. Mas existe uma explicação para tal: o mercado anseia por mão de obra extremamente qualificada. Além disso, a pandemia intensificou e acelerou a transformação digital em empresas dos mais variados ramos, desde o financeiro ao alimentício, fazendo com que a demanda por profissionais se torne muito maior do que a capacidade de superá-la. 

Mas não se engane! Não é porque o mercado está escasso em relação aos talentos que as empresas estão contratando qualquer perfil de desenvolvedor. Quando se fala em mão de obra qualificada, significa que a busca está cada vez mais concentrada em profissionais especialistas, que sabem muito sobre determinada área, e não de perfis generalistas, que têm um conhecimento limitado em diversos assuntos. 

Ser um especialista é o primeiro passo para alavancar a sua carreira em 2022, mas esta característica não basta. Acima de tudo, é preciso traçar um bom plano a respeito do que você deseja como profissional.

Por este motivo, no último conteúdo do ano, consideramos importante mostrar como você deve se preparar para se destacar no mercado de trabalho através de um bom planejamento de carreira e, assim, garantir que receberá propostas muito mais alinhadas com os seus objetivos de carreira e não perderá mais tempo dando negativas aos inúmeros tech recruiters que aparecem na sua rotina como profissional de tecnologia. 

Para saber mais, basta continuar a leitura!

Como se preparar para enfrentar o mercado em 2022

Construir um bom plano de carreira é essencial para que você alcance o sucesso na sua vida profissional. E por mais que muitas empresas se dediquem a fazer um planejamento para os seus colaboradores, esta responsabilidade tem se tornado cada vez mais individual. Afinal, você não quer que terceiros decidam toda a sua carreira por você, não é mesmo?

Para entender melhor sobre a importância de se construir um bom plano de carreira, convido você a conferir este conteúdo aqui.

Nos próximos tópicos, vamos falar um pouco mais sobre o que você deve incluir no seu planejamento de carreira para o próximo ano.

Seja o especialista que as empresas buscam

Ao falar sobre especialização em tecnologia, a primeira coisa que deve ser feita no seu planejamento de carreira para o próximo ano, é direcionar o seu foco para as áreas de conhecimento das quais o mercado está carente. 

Existem diversas tecnologias em evidência no mercado, além de outras que ainda não foram tão estudadas por profissionais, que possuem grandes chances de se manterem em alta no próximo ano e que podem ser uma boa opção de especialização para quem deseja se destacar no mercado, inclusive no internacional.

Para conferir quais são estas tecnologias, confira o nosso conteúdo sobre as tendências em tecnologia para 2022, assim você saberá exatamente em qual área se especializar. 

Sabemos também que as universidades e escolas de tecnologia não fornecem todas as informações possíveis para que você se torne um profissional único no mercado, até porque esta é uma área em constante inovação e transformação. Por isso, além de escolher muito bem em qual tecnologia você trabalhará, é preciso investir em certificações de qualidade, que sejam reconhecidas no mercado em que deseja atuar, seja o nacional ou o internacional, pois são elas que farão você se destacar em meio a tantas pessoas desenvolvedoras. 

Não negligencie as soft skills 

Além do conhecimento técnico, os setores de recrutamento das empresas têm dado muita atenção para as habilidades comportamentais dos talentos de tecnologia. Hoje, para que você seja um bom profissional, precisa atender requisitos que vão além do código, principalmente quando deseja atuar em times ágeis ou até mesmo ascender para cargos de liderança. 

O Guia Salarial 2022, desenvolvido pela Robert Half, a respeito das tendências de mercado para o próximo ano, dispõe das principais soft skills desejadas pelas empresas ao recrutar profissionais das mais diversas áreas. Dentre as habilidades, encontram-se, o perfil analítico, uma visão estratégica e conhecimento de negócios, além de uma boa comunicação e adaptabilidade.

Além da Robert Half, outras instituições, como o Fórum Econômico Mundial (FEM) e a Udemy Business, apontam que todas as competências relacionadas à análise e resolução de problemas, trabalho em equipe, gerenciamento de tempo e diversidade e inclusão também estão sendo requisitadas pelas corporações. 

Construir um bom planejamento de carreira exige dedicação e autoconhecimento. Agora que você já sabe quais serão as maiores exigências do mercado de trabalho na área tech, fica muito mais fácil traçar os seus objetivos e metas para o próximo ano. 

No setor de tecnologia, a remuneração não tem sido um problema, mas sim a possibilidade de estar em uma ocupação que realmente faça sentido para a sua carreira, então, lembre-se que a sua realização profissional está em jogo e que você tem a liberdade para definir o seu futuro profissional. 

E se precisar de ajuda, pode contar com o nosso ecossistema que com certeza encontraremos a oportunidade perfeita para você. Cadastre-se agora na nossa plataforma!

O trabalho presencial terá seu fim decretado em 2022?

Uma ideia já discutida antes da pandemia, que no Brasil contava com poucos adeptos, tornou-se a única opção para manter a atuação dos colaboradores nas empresas, desde os pequenos negócios até as multinacionais, enquanto o mundo enfrentava os obstáculos do isolamento social e da quarentena, que impediam o trabalho presencial de atividades consideradas “não-essenciais”.

O que era pra ser uma estratégia temporária até a volta aos escritórios fosse possível, acabou se tornando o principal modelo de trabalho no Brasil, favorecendo tanto as empresas como os colaboradores. Esta é a trajetória do trabalho remoto nos últimos dois anos, desde março de 2020.

Quando a pandemia iniciou, a ideia da maioria dos gestores era fazer com que as suas equipes voltassem às dependências da empresa assim que isso fosse considerado seguro, seja pela redução no número de casos e mortes ou até mesmo pelo fim da pandemia. No entanto, isso demorou a acontecer e a “medida emergencial” precisou continuar ativa por mais de um ano. 

Com o avanço da ciência e a corrida pelas vacinas e o início das campanhas de imunização, a possibilidade de um regime de trabalho presencial passou a ser novamente questionada e, apesar de muitos setores planejarem o retorno de seus colaboradores aos escritórios, este deixou de ser um modelo que agrada a maioria dos profissionais devido a uma série de fatores como a falta de flexibilidade nos horários, o conforto de se trabalhar de casa e até mesmo um melhor uso do tempo gasto com o deslocamento dos colaboradores até os seus locais de trabalho. 

Ainda existem muitas discussões a respeito da volta ou não do regime presencial, pois assim como quem prefere trabalhar de casa, há também quem sente falta do antigo ambiente de trabalho. Além disso, muitas empresas ainda não se deram conta dos impactos de uma cultura remota eficiente no dia a dia dos negócios. Vamos entender um pouco mais sobre este assunto nos tópicos a seguir, dá só uma olhada!

Sem trabalho presencial para times de tecnologia 

As mudanças nos modelos de trabalho já estavam sendo implementadas aos poucos antes do isolamento social. Fazer parte de uma equipe totalmente remota não é algo novo para pessoas que trabalham em alguns setores do mercado como marketing e, principalmente, a área de tecnologia. 

Pessoas que já estavam acostumadas a lidar com uma cultura remota antes da pandemia, dificilmente aceitarão voltar para os escritórios, afinal, se as suas demandas podem ser perfeitamente executadas à distância, qual a necessidade de estar em um lugar específico para realizá-las?

Muitos talentos consideram que o trabalho remoto, quando implementado da maneira correta, pode ser muito mais vantajoso quando se trata de questões relacionadas à produtividade dos membros, além de garantir mais qualidade nas entregas e resultados alcançados pela equipe.

Por este motivo, o trabalho remoto é um dos requisitos básicos a serem cumpridos por empresas que desejam ter em seus times os melhores profissionais de tecnologia do mercado de trabalho.

Anywhere office

Alguns dos motivos que impedem as empresas de adotarem um sistema de trabalho totalmente remoto são, muitas vezes, mitos relacionados à falta de um ambiente adequado e bem equipado para que os colaboradores executem o seu trabalho, à solidão do trabalho longe das áreas de convivência, onde a socialização se torna muito mais fácil e até mesmo a confusão entre a vida pessoal e profissional, já que tudo faz parte de um mesmo ambiente. 

No entanto, todos estes aspectos citados acima estão relacionados apenas ao conhecido “home office” e não aos princípios do trabalho remoto, propriamente dito. Trabalhar em home office significa que os colaboradores devem, obrigatoriamente, atuar em suas próprias casas. Enquanto isso, o propósito do trabalho remoto é simplesmente trabalhar fora do escritório, seja na sua casa ou em qualquer outro lugar, seja sozinho ou próximo de colegas em um coworking, por exemplo. 

Este conceito é denominado anywhere office, ou work from anywhere, que em uma tradução literal significa “escritório em qualquer lugar” ou “trabalhar de qualquer lugar”, e é a base das culturas 100% remotas. Para conseguir implementar uma cultura remota eficiente é preciso que os gestores compreendam muito bem este conceito e não confundam o modelo remoto com o home office e

Empresas que estão buscando a inovação devem ter em mente que nem todos os profissionais desejam trabalhar para sempre de suas casas, mas sim ter a liberdade para atuar de onde desejarem (até mesmo fora do Brasil) e, assim, trilhar uma carreira promissora em um ambiente de trabalho saudável. 

Quando paramos para pensar em todos estes conceitos e estratégias, adotar o modelo remoto permanentemente parece ser complexo demais. No entanto, por mais que o fim do trabalho presencial não esteja decretado para o próximo ano e seja tentador voltar ao regime tradicional, instalar uma cultura remota irá revolucionar os seus negócios e, apesar dos desafios, os resultados valem a pena!

Ah, e se você precisar de ajuda para escalar seu time de tecnologia remoto de maneira eficiente, saiba que pode contar sempre conosco, basta entrar em contato!

Empresas do Vale do Silício: quais tecnologias elas utilizam?

A região do Vale do Silício, localizada no deserto da Califórnia, é conhecida no mundo todo por ser um polo de inovação que atuou como berço de diversas empresas de tecnologia.

Por ser o maior polo tecnológico e empresarial do país, com alto investimento em inovação, muitas empresas conhecidas no mundo todo se localizam lá, sejam as suas sedes ou filiais. Além das empresas que não nasceram no Vale do Silício, alguns negócios, principalmente startups, migraram para a região com grandes propósitos de inovação e se tornaram, assim, grandes empresas.

Além de ser o local onde grandes corporações se situam, o Vale do Silício, que começou a se desenvolver tecnologicamente pós segunda Guerra Mundial, é o local onde surgem as principais ideias de inovação em ciência, tecnologia e negócios dos Estados Unidos, o que faz com que diversos países ao redor do mundo sigam as tendências que surgem do sul da Baía de São Francisco.

Neste conteúdo, vamos falar sobre as principais tecnologias, principalmente linguagens e frameworks para o desenvolvimento de software, utilizadas por algumas das empresas do Vale do Silício. Ficou curioso? Continue a leitura para saber mais.

Inteligência artificial e Machine Learning

Antes de adentrarmos nas tecnologias específicas de cada empresa do Vale do Silício, existem recursos tecnológicos que estão sendo cada vez mais utilizados por estas corporações, como a Inteligência Artificial (IA) e os conceitos que permeiam o Machine Learning. 

A ideia de fazer com que as máquinas aprendam a pensar como os seres humanos e, assim, executar uma série de ações e tomar decisões baseadas nas informações dos usuários é aplicada das mais diversas formas. Desde as recomendações de filmes, séries e músicas por serviços de streaming como Netflix e Amazon, até os assistentes de voz mais conhecidos pelo mundo, Siri, Alexa e Cortana, a inteligência artificial e, principalmente o Machine e Deep Learning se fazem presentes. 

As empresas do Vale do Silício estão apostando alto na inovação dos seus produtos através da IA, um dos maiores exemplo disso atualmente é a criação do Metaverso, um projeto grandioso desenvolvido pelo antigo Facebook, empresa que agora recebe o nome Meta (dando todo o sentido para o universo em criação).

Desde a Meta até o próprio Google, as grandes corporações da Terra do Tio Sam mostram ao mundo todo que inteligência e aprendizado de máquina são recursos indispensáveis para negócios que mudam o mundo. E é por isso que diversas empresas brasileiras também têm investido pesado nestas tecnologias.

Mas agora, vamos falar um pouco mais sobre o setor de desenvolvimento de softwares destas grandes empresas.

Facebook 

A rede social mais visitada no mundo reúne diversas tecnologias já conhecidas por programadores, como a linguagem JavaScript, utilizada para a construção de todo o front-end da aplicação. Enquanto isso, o back-end conta com uma linguagem própria do Facebook, a Hack, criada para suprir algumas necessidades encontradas quando o site ainda utilizava PHP como linguagem. 

A Hack é uma tecnologia que mantém as características da PHP, mas funciona de forma otimizada, já que inclui também as melhores características de outras linguagens de programação existentes. 

Quando se trata de frameworks, os nomes que ficam em evidência no desenvolvimento do Facebook são: React, React Native e Draft.js. 

Google

A gigante das buscas, uma das multinacionais mais marcantes dentre as empresas do Vale do Silício, o Google utiliza uma série de linguagens de programação, principalmente quando se trata de desenvolvimento back-end, como Python, C ++, C e Java. Já a programação front-end continua com a predominância do JavaScript, porém, de uma forma diferente: com o auxílio de um compilador denominado Google Closure. 

Além disso, em 2009 a empresa desenvolveu e lançou sua própria linguagem, denominada Go, como um software de código aberto e, é claro, ela também é utilizada pelos seus desenvolvedores.

Yahoo!

Uma das primeiras empresas do Vale do Silício e no mundo relacionadas à internet, acabou perdendo certo espaço para outras gigantes como o Google e o Bing e hoje já não é mais considerada o maior site de buscas do mundo, mas ela ainda possui grande relevância entre as gigantes nas quais estamos falando nesse conteúdo.

A tecnologia utilizada para o desenvolvimento front-end é… isso mesmo, JavaScript. O back-end  também é desenvolvido com JS e conta com o auxílio do PHP e de bancos de dados como MySQL e PostgreSQL.

Amazon

A multinacional de Jeff Bezzos, pioneira no comércio de livros pela internet e que agora entrega desde produtos de tecnologia até brinquedos e cosméticos, utiliza em sua programação front-end o JavaScript e aposta em Python, C#, C++ e Perl para o desenvolvimento back-end da aplicação.

A Amazon não se limitou apenas ao comércio digital e desenvolveu um software de computação em nuvem, o Amazon Web Services (AWS) que é utilizado por diversas empresas de tecnologia conhecidas no mundo todo, algumas delas inclusive estão situadas no Vale do Silício.

Netflix

Por fim, chegou a hora de falarmos sobre a queridinha das plataformas de streaming, que começou como uma empresa de locação de filmes via correio ao final da década de 1990. No entanto, após quase trinta anos, a empresa se tornou a maior provedora global de filmes e séries via streaming, inclusive com grandes produções próprias. 

Assim como todas as outras empresas do vale do silício que trouxemos neste artigo, a Netflix utiliza JavaScript no seu front-end e conta com Python e Node.js para o back-end. Além disso, ela é uma das empresas que utilizam a computação em nuvem da Amazon, o AWS, para suprir quase todas as suas necessidades de computação, como bancos de dados, transcodificação de vídeo, entre outros. 

Estas são as tecnologias utilizadas por algumas empresas do Vale do Silício. E para você que está buscando trabalhar com estas habilidades, recomendo que dê uma olhada no nosso ecossistema, clicando aqui. Garanto que não vai se arrepender!

Tendências de tecnologia para 2022

Com o fim do ano se aproximando, além de fazermos uma retrospectiva de tudo o que aconteceu ao longo de 2021, é hora de pensar no que virá pela frente e quais são as maiores apostas e tendências de tecnologia em 2022. Afinal, o mercado tech tem crescido exponencialmente e trazido diversas inovações aos profissionais e às empresas que apostaram na inovação digital dentro dos seus negócios.  

O investimento de empresas em inovação tem crescido a cada dia, é fato que a pandemia acelerou todo este processo, desde o aumento do comércio digital até a implementação e consolidação do trabalho remoto, algo que impacta diretamente não só as organizações, como os seus colaboradores e faz com que a demanda por profissionais da área se torne cada vez maior e mais dependente de pessoas que possuem um amplo domínio e especialização em diversas áreas da tecnologia. 

O mercado de tecnologia é grande no Brasil. Nosso país encontra-se entre os dez maiores mercados de tecnologia do mundo e, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Software, as oportunidades relacionadas à tecnologia no Brasil correspondem a aproximadamente 40% do total da América Latina. Este é um número que só tende a aumentar em 2022, que terá uma carência de profissionais de tecnologia de aproximadamente 408 mil.

Oportunidades não faltarão para aqueles que desejam atuar em tecnologia e até mesmo se recolocar no mercado de trabalho em busca de novos desafios. Mas, como dito anteriormente, o mercado está exigente e busca cada vez mais por talentos especialistas em determinadas tecnologias. 

Neste conteúdo, vamos falar um pouco mais sobre as tendências de tecnologia para o ano de 2022 para aqueles que desejam iniciar o ano em busca das melhores oportunidades. Continue lendo para saber mais!

Quais serão as tendências de tecnologia?

Sem mais delongas, vamos conferir quais serão as tendências em tecnologia, principalmente voltadas à programação e ao desenvolvimento de software, no Brasil e no mundo para o próximo ano.

JavaScript, Python e PHP são tendências em linguagens

Das linguagens mais utilizadas e conhecidas entre as pessoas programadoras, JavaScript, Python e PHP serão predominantes em todas as stacks. Falar que JavaScript é uma tendência pode até parecer óbvio, pois a sua presença no desenvolvimento back-end aumentou a utilização desta linguagem de forma exponencial.

Já a linguagem Python se mostra uma tecnologia de fácil aprendizado e conta com uma gama de frameworks e bibliotecas que podem ser utilizadas no desenvolvimento de diversas aplicações, por isso se torna uma grande aposta.

Outra tendência em linguagens de programação é o PHP, apesar da polêmica de um possível desaparecimento do da linguagem desde 2014 que nos faz questionar se pessoas desenvolvedoras deveriam se especializar nesta tecnologia em 2022.

Mas, a prova de que o PHP continuará em alta é a sua utilização em diversos softwares e aplicações famosas como o Slack, muito utilizado por corporações que adotaram o modelo de trabalho remoto e até mesmo o próprio Facebook. Com a vinda do metaverso, é difícil pensar na extinção do PHP para o próximo ano.

Fonte: Canaltech

E quanto aos frameworks?

Assim como JavaScript continua sendo uma das linguagens predominantes e uma tendência para 2022, os frameworks e bibliotecas relacionados a esta linguagem também serão uma tendência para o próximo ano. Neste caso, o destaque vai para o React, que provavelmente dominará esta categoria, assim como aconteceu em 2021. No entanto, tecnologias como Angular e Vue.js também podem ser as apostas de especialização para quem curte trabalhar com estes frameworks. 

Já no backend, podemos dar destaque para o Express.js, para quem atua com JavaScript, Django e Ruby on Rails para programação em Python e Laravel em PHP. Englobando, assim, as três linguagens que serão tendência em 2022, conforme abordado no tópico anterior.

É a vez do Tux. Linux como sistema operacional será tendência em 2022

Apesar da predominância do Windows como sistema operacional, a cada dia que passa o Linux e suas tecnologias ganham mais espaço no mercado, algo que permanecerá no próximo ano. Isso porque, para pessoas desenvolvedoras, os diversos recursos disponibilizados e a excelente performance do seu ecossistema são essenciais para o desenvolvimento de softwares.

Chegou a hora de dar uma chance para o Tux, nosso pinguim, não é mesmo?

É hora de pensar em uma carreira internacional

Se a demanda por profissionais de tecnologia é grande no Brasil, exitem países no exterior, como Estados Unidos, Canadá e Alemanha onde a busca por estes talentos é ainda maior. Portanto, se o seu sonho é trabalhar no exterior, chegou o momento de alçar voos mas altos.

Países estrangeiros buscam por pessoas especialistas em tecnologias das quais não existem muitos profissionais no mercado, o que faz com que os salários sejam ainda mais atrativos (até porque você não ganhará em Real, mas sim em Dólar ou Euro). Por isso, apostar em linguagens como Node.js, TypeScript, C# e Ruby (principalmente com a integração com Ruby on Rails para um desenvolvimento ágil), abrirá muitas portas para você em 2022.

Estas são as tendências em tecnologia para 2022. Um ano que promete muitas oportunidades e desafios aos talentos de tecnologia!  

E para você que está buscando as oportunidades mais alinhadas com a sua carreira, recomendo que dê uma olhada no nosso ecossistema, clicando aqui. Garanto que não vai se arrepender!