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Vaga de desenvolvimento: como se preparar para conseguir uma

O mercado de trabalho na área de tecnologia vem crescendo muito, o que torna comum se deparar com uma vaga de desenvolvimento (ou várias delas) ao entrar em sites de vagas de emprego ou em plataformas como o LinkedIn, por exemplo. Por outro lado, as empresas vêm tendo dificuldades para contratar profissionais da área, especialmente por conta do grande número de vagas disponíveis.

Se você é uma pessoa desenvolvedora que está se inserindo no mercado de trabalho, ou se estiver simplesmente procurando uma nova vaga de desenvolvimento para ocupar, este artigo traz dicas para que você dispute a próxima oportunidade com uma melhor preparação. Confira a seguir:

Melhore suas hard skills

Hard skills são os conhecimentos técnicos necessários para o trabalho. Consequentemente, eles variam de acordo com a vaga que está em aberto e com a função a ser exercida por quem ocupá-la. 

Para uma vaga de desenvolvimento front-end, por exemplo, é importante aprender as linguagens de programação mais comuns da área, que são JavaScript, HTML e CSS, além de conceitos importantes para a construção de interfaces de usuário, como o de UX (experiência de usuário).

No caso de oportunidades em desenvolvimento back-end, por outro lado, as linguagens voltadas para este tipo de programação são .NET, PHP, Python, Java, dentre outras. Para este segmento também é fundamental saber usar tecnologias de banco de dados, como MySQL, PostgreSQL ou Oracle, por exemplo, já que são recursos utilizados constantemente por pessoas desenvolvedoras back-end.

Por fim, se estivermos falando de uma vaga de desenvolvimento full-stack, além dos conhecimentos necessários para pessoas desenvolvedoras back-end e front-end, é importante que se tenha conhecimentos que te auxiliem a lidar com o projeto como um todo, como noções de uso de ferramentas de controle de versão e noções de gestão de projetos, por exemplo.

Também é interessante buscar que tecnologias são utilizadas ou desenvolvidas pela empresa desejada e estudar seu funcionamento, o que permite um melhor direcionamento de seus estudos em hard skills e demonstra um maior interesse pela empresa a seus tech recruiters.

Não se esqueça das soft skills!

Essas são as habilidades que não possuem relação direta com o trabalho em si, mas que fazem toda a diferença no dia a dia de um ambiente de trabalho. Algumas soft skills importantes para quem pretende ocupar uma vaga de desenvolvimento são: comunicação, já que pessoas desenvolvedoras normalmente trabalham em equipes; flexibilidade e resiliência, pois mudanças repentinas acontecem com certa frequência na profissão; organização e gestão de tempo, já que muitos projetos demandam muito serviço para prazos relativamente curtos; dentre outras habilidades.

Tais habilidades, ao contrário das hard skills, nem sempre podem ser demonstradas através de diplomas e certificados. Muitas delas nem podem ser avaliadas em processos seletivos, inclusive. No entanto, já que elas são muito importantes para o cotidiano de uma pessoa desenvolvedora, procure observá-las em seu dia a dia, seja no trabalho ou não, a fim de perceber que pontos podem ser melhorados e como você pode deixá-las mais fortes. 

Busque mais conhecimento

Conhecimentos além dos unicamente ligados às linguagens de programação são importantes para que você se destaque para conseguir uma vaga de desenvolvimento. Ter noções sobre qualidade de código e sobre controle de versão, ainda que não tenham a ver com uma linguagem de programação específica, é muito importante para apresentar trabalhos mais eficientes e fáceis de compreender.

Para quem deseja ir além e se tornar um desenvolvedor pleno ou sênior, conhecimentos em gestão de projetos, liderança, mercado e negócios também são essenciais para progredir na carreira de desenvolvimento.

Monte um portfólio

Apresentar um portfólio bem feito a uma equipe de recrutamento pode ser um diferencial e tanto. Para uma vaga de desenvolvimento, especialmente, é possível que a própria pessoa desenvolvedora crie o site em que se hospedará seu portfólio, servindo como uma demonstração extra de suas habilidades. 

Seus códigos e demais trabalhos também podem ser publicados em forma de portfólio na plataforma GitHub, muito usada por profissionais de desenvolvimento, e que possui diversas funcionalidades que tornam mais fácil e prático o cotidiano da profissão.

Contribua para um projeto open source

Projetos open source, ou de código aberto, são aqueles que ficam disponíveis para que qualquer pessoa desenvolvedora possa contribuir. Ao participar do desenvolvimento de um projeto como esse, você poderá aprender ao observar o trabalho de colegas de profissão, além de poder mostrar suas habilidades ao solucionar algo pendente no desenvolvimento do software ou trazer algo que facilite seu funcionamento, por exemplo.

Capriche no currículo

Muitas vezes, o currículo é o documento que causa uma primeira impressão a um recrutador. Dependendo do caso, um currículo mal estruturado pode fazer com que você perca a oportunidade de uma vaga. Portanto, se esforce para fazer um currículo esteticamente agradável, que possua todas as informações pertinentes, e da forma mais resumida possível. Evite dados ou informações que sejam irrelevantes para a vaga de desenvolvimento que você pretende disputar.

Participe de eventos de tecnologia

Eventos relacionados a tecnologia são excelentes para estudantes e profissionais da área. Afinal, nele é possível aprender mais com palestras, workshops e afins, além de ser uma excelente oportunidade para fortalecer seu networking. Contatos feitos em tais eventos podem ser importantes para indicações para vagas, por exemplo.

Buscar oportunidades e disputar uma vaga de desenvolvimento é um desafio e demanda esforço de quem deseja conquistar um lugar em uma empresa. Portanto, respire fundo, prepare-se o quanto puder e muito boa sorte em seus processos seletivos!

Contratar desenvolvedores: por que está ficando mais difícil para as startups?

A tarefa de contratar desenvolvedores tem se tornado um grande desafio para grande parte das startups. Com o grande aumento do uso de tecnologia nas corporações, ainda que seus serviços não sejam voltados à área de desenvolvimento, a necessidade de contratar desenvolvedores cresceu em um ritmo maior que o da entrada de tais profissionais no mercado de trabalho. 

O resultado desse fenômeno é um cenário em que o número de vagas a serem preenchidas é maior que o número de pessoas desenvolvedoras. Confira a seguir alguns aspectos que dificultam a contratação de pessoas desenvolvedoras:

Excesso de esforço

O quadro que acabamos de descrever gera outras consequências que podem dificultar o processo de contratar desenvolvedores. Um exemplo de tais consequências é o excesso de esforço que os Tech Recruiters precisam dedicar a um processo de contratação, já que são eles que entram em contato com as pessoas desenvolvedoras para oferecer oportunidades.

Os profissionais de desenvolvimento acabam não precisando buscar vagas de emprego. Na prática, deixa de existir a disputa de profissionais por uma vaga e passamos a observar uma disputa do mercado pelos talentos adequados aos negócios. Tal situação também prejudica as empresas financeiramente, já que o gasto que se tem para preencher uma vaga acaba sendo maior que o normal por conta da dificuldade.

Aumento de salários

Outro efeito do grande número de vagas para poucos profissionais é o aumento considerável no salário de pessoas desenvolvedoras. Como um reflexo da lei de oferta e demanda, o baixo número de tais profissionais no mercado de trabalho faz com que seus “preços” sofram uma “inflação”, especialmente pelo fato de as empresas precisarem buscar os talentos nas corporações concorrentes. Afinal, um salário mais generoso costuma ser um atrativo e tanto para que um profissional migre de uma empresa a outra.

Com os valores inflacionados, a tarefa de contratar desenvolvedores passa a ser ainda mais difícil, especialmente quando se trata de startups de menor porte e capacidade financeira. A dificuldade de oferecer um salário compatível com o mercado pode ser um fator que prejudica tanto a contratação de novos profissionais quanto a manutenção dos que já estão na empresa, tornando mais desafiadora a gestão de talentos em negócios relativamente menores.

Pouca força de marca

Um obstáculo para as startups que estão em seu início é a falta de uma marca forte, de um nome que seja tido como referência. Sem um histórico que torne a sua empresa desejada por profissionais, seja pelo ambiente, pelos produtos e serviços, pela cultura ou por qualquer outro motivo, fica mais difícil atrair e contratar desenvolvedores que, como mencionado acima, já vêm perdendo o hábito de procurar novas oportunidades no mercado de trabalho.

Senioridade artificial

Assim como o aumento de salários, outro atrativo para trazer pessoas desenvolvedoras a uma empresa é a chance de ocupar um cargo mais alto em relação aos que ocupam atualmente. Ao fazerem isso, entretanto, as corporações correm o risco de criar uma “senioridade artificial”, já que podem estar colocando um profissional não tão qualificado em uma função hierarquicamente superior para poder contratá-lo.

Normalmente, a atuação de pessoas desenvolvedoras de nível pleno ou sênior requer conhecimentos multidisciplinares, voltados a gestão de projetos e negócios em geral, além de uma quantia considerável de tempo de experiência na profissão. 

Dessa forma, é preciso tomar muito cuidado ao entregar tais funções a profissionais apenas com o intuito de atraí-los para a sua startup. Caso eles, de fato, sejam incumbidos das responsabilidades de profissionais de liderança, sua eventual falta de qualificação ou de experiência podem trazer resultados negativos ao seu negócio.

Então, como seria possível amenizar essas dificuldades na hora de contratar desenvolvedores?

Estude os interesses dos profissionais

Primeiramente, é importante entender o comportamento e o interesse dos talentos que sua startup deseja atrair. Há diversos fatores além do dinheiro que podem despertar o interesse de tais profissionais: flexibilidade de horário, oferecimento de cursos, plano de carreira diferenciado, opção de trabalho remoto e elementos de conforto no escritório são alguns exemplos. 

Muitas vezes, o simples fato de a empresa possuir uma mesa de sinuca e uma máquina de bebidas que os colaboradores possam usar à vontade, por exemplo, pode ser um enorme despertador de interesse para o público que você deseja ter em sua empresa.

Propósito da empresa

Outro fator que pode motivar talentos a fazerem parte de sua startup é o propósito de sua atuação. Além do produto ou serviço oferecido por sua empresa, a razão pela qual ela foi criada também é importante para muitas pessoas, sejam elas clientes ou parte da equipe. 

O fato de um negócio ter sido criado para ajudar causas ambientais, por exemplo, pode ser um fator muito mais importante que o salário ou os benefícios, pois pode fazer com que colaboradores se sintam parte de algo maior, motivados a contribuir por uma causa importante. 

O mesmo vale para empresas que não foram criadas com tal intuito, mas que levam o aspecto ambiental em consideração no momento de tomar decisões e promovem ações em benefício da natureza e/ou sociedade, por exemplo.

Investimento em capacitação regional

Realizar investimentos na capacitação de pessoas na sua região é uma possibilidade para aumentar a mão de obra disponível. Assim, cogite realizar parcerias com demais empresas com este mesmo interesse e com escolas, cursos técnicos e universidades para a formação de novos desenvolvedores. 

Palestras, eventos, concursos e cursos são ótimas opções para despertar o interesse do público e capacitar profissionalmente. Essa ação também faz com que a startup seja mais conhecida na região e, por se tratar de uma ação social, também pode contribuir com a sua reputação.

Criação de conteúdo

Através dos diversos meios de comunicação digital, é possível criar conteúdos úteis para profissionais do segmento. Assim, você pode auxiliar na capacitação de pessoas para além das fronteiras físicas, além de divulgar sua startup. Há diversas maneiras e formatos para realizar o contato com o público, como lives, palestras, artigos em blogs, posts e vídeos em redes sociais.

Esperamos que este artigo tenha ajudado a esclarecer as dificuldades na contratação de pessoas desenvolvedoras e que as dicas sejam úteis para que sua startup consiga trazer os talentos adequados ao seu negócio. Boa sorte!

4 vantagens de se montar uma squad de tecnologia na sua startup

Um squad de tecnologia é uma equipe que conta com profissionais de mais de uma área de atuação. Com a união de pessoas desenvolvedoras de front-end, back-end, full stack e QA, além de profissionais de design UX, por exemplo, essas equipes multidisciplinares vêm ganhando seu espaço em startups em função das vantagens que são capazes de proporcionar.

Embora este modelo esteja em alta agora, ele existe desde a década de 70, época em que foi implementado pela montadora japonesa Toyota e por outras marcas. Atualmente, um exemplo de empresa que faz uso do modelo de squad de tecnologia é o Spotify, que desenvolve um serviço de streaming de músicas e podcasts.

Confira a seguir as vantagens que a implementação de uma squad de tecnologia pode trazer para a sua startup: 

Agilidade e produtividade

O contato mais próximo entre profissionais de áreas que trabalham em conjunto torna mais rápido e efetivo o andamento dos processos que envolvem estes diferentes setores. A dependência da participação de cada profissional ainda existe, mas a demora causada pela “distância” entre os setores deixa de ser um problema. Os problemas de teor multidisciplinar também podem ser resolvidos mais facilmente com a aproximação dos envolvidos.

A consequência direta do aumento da agilidade de uma equipe é o aumento de sua produtividade. Com entregas mais rápidas, é possível entregar mais serviço em um mesmo período de tempo, e o modelo de squad de tecnologia permite que isso seja feito sem que se perca a qualidade do que se entrega. Tal aumento é benéfico tanto para a equipe, que pode ser tida como referência na organização, quanto para a empresa como um todo.

Maior capacitação profissional

Ainda que não intencionalmente, o convívio entre profissionais de diferentes áreas permite que eles possam aprender uns com os outros. O conhecimento trocado entre colegas é benéfico para cada um deles, individualmente, e também para o grupo como um todo. Um profissional de uma área, ao obter noções de outra, pode pensar em ideias nas quais não pensaria sem os novos conhecimentos, que podem ser úteis tanto para tarefas de sua responsabilidade quanto para as dos colegas.

Sendo assim, o intercâmbio de informações que ocorre entre membros de um squad de tecnologia pode resultar na criação de novos produtos, no aumento da qualidade dos serviços ou em diversos outros benefícios possíveis, tanto para os profissionais quanto para a corporação. 

Trabalho em equipe

O regime de colaboração em que os membros de uma squad de tecnologia trabalham permite que cada um deles enxergue mais claramente a importância de cada função em um projeto. Ao entender melhor a atuação de cada colega, é possível fazer sugestões de melhoria ou estabelecer procedimentos de trabalho mais práticos e eficazes, que beneficiem a todos.

Além disso, a proximidade pode promover uma melhor integração de membros da equipe, criando um ambiente de trabalho mais confortável e que, por sua vez, pode melhorar a produtividade dos colaboradores que se sentem mais à vontade no local em que convivem e trabalham. O engajamento da equipe no trabalho em conjunto é uma vantagem que pode gerar resultados ainda melhores. 

Autonomia

A união de profissionais de diversas áreas da empresa em uma squad de tecnologia permite que tal equipe atue de maneira mais autônoma. Em razão de uma menor (ou de nenhuma) dependência do trabalho de outros setores, o trabalho da equipe pode ocorrer de maneira mais fluida e rápida, o que resulta em uma maior produtividade. O mesmo vale para a necessidade de aprovação ou de revisão feita por um departamento no trabalho de outro, processo que pode demandar uma quantia considerável de tempo dos dois setores e que, com a adoção do modelo de squad, deixa de ser um fator de atraso e de perda de tempo para os envolvidos.

Essas são algumas das vantagens de se implantar o modelo de squad de tecnologia em sua startup ou sua empresa. Como visto, é uma modalidade de equipe que tem um enorme potencial para favorecer todos os envolvidos, podendo proporcionar um grande crescimento pessoal e profissional e uma entrega de resultados mais satisfatórios para a empresa. Portanto, estude os recursos disponíveis e a adequação dos squads de tecnologia à organização em que você trabalha e, se for possível e viável, adote este modelo de equipe para trazer benefícios às pessoas que dela fizerem parte.

Gestão de talentos de tecnologia: Como realizar da forma correta

Gestão de talentos é o nome que se dá a um conjunto de ações que envolvem contratação, treinamento e manutenção de profissionais de destaque na empresa. Para isso, é necessário que esses talentos se sintam motivados a permanecer engajados no negócio para contribuir com seu crescimento, o que é um desafio para qualquer gestor. E quando se trata de talentos de tecnologia, o desafio é maior ainda.

Já que a área de tecnologia da informação é um setor em constante crescimento e evolução, a quantidade e a variedade de opções de trabalho são enormes. O surgimento de uma startup que trabalhe com uma ideia inovadora, por exemplo, pode facilmente atrair a atenção dos talentos de tecnologia de sua empresa e motivá-los a deixar o emprego para trabalhar com aquela novidade.

Sendo assim, trouxemos aqui algumas dicas para que a pessoa responsável pela gestão desses talentos de tecnologia possa realizar sua função da melhor maneira possível:

Comece pela contratação

A gestão de talentos de tecnologia pode começar antes mesmo de a pessoa desenvolvedora colocar a mão na massa. Um processo de recrutamento e seleção bem executado permite que os melhores candidatos sejam contratados, trazendo à empresa profissionais mais adequados a ela e mais alinhados a seu perfil e seus objetivos. Também é possível diferenciar candidatos que se sentem motivados a trabalhar em sua empresa por motivos além dos financeiros.

Além disso, a importância do processo seletivo também está no efeito que a pessoa recém contratada vai causar em sua equipe ou no ambiente em que passará a trabalhar. Um profissional que não se encaixe no ritmo e estilo de trabalho da empresa, ou que se mostre desmotivado e insatisfeito, pode desmotivar também os colegas com quem trabalha diariamente. Portanto, é muito clara a importância de uma contratação bem feita para a gestão de todos os talentos de tecnologia, novos ou não.

Proporcione boas experiências

De acordo com uma pesquisa do LinkedIn, apresentada em seu relatório sobre Tendências Globais de Talento de 2020, a experiência dos colaboradores é um fator importante para o aumento da retenção na corporação. Para tornar efetiva essa medida, é necessário estar em contato com os talentos de tecnologia que fazem parte de sua equipe, buscando feedbacks sobre como vem sendo o dia a dia de trabalho de cada uma delas, como se dá a relação entre colegas de equipe, além de sugestões de melhorias para o cotidiano ou para o ambiente de trabalho, por exemplo.

Outra forma de promover boas experiências é através da integração entre colegas. Atividades, conversas e momentos divertidos podem ajudar a criar um ambiente mais confortável e produtivo no trabalho. Não se pode esquecer de colegas que talvez não tenham vontade de participar de tais atividades, mas que também devem ser integrados à equipe da melhor maneira possível.

Estimule seus talentos.

Afinal, é muito provável que um serviço monótono faça, em algum momento, com que o colaborador fique insatisfeito com o trabalho (ou, na melhor das hipóteses, indiferente). Nos dois casos, o surgimento de qualquer oportunidade um pouco mais atrativa despertará o interesse do profissional desmotivado, que deixará a empresa se tiver a chance.

Portanto, é muito importante que a gestão de talentos de tecnologia busque sempre desafiar tais profissionais, fazendo com que tenham que resolver problemas diferentes, busquem soluções inéditas, melhorias para trabalhos já feitos, dentre várias outras maneiras de fazer com que se motivem mais. Por mais estranho que possa parecer, tarefas mais difíceis podem ser mais estimuladoras do que as que o funcionário já está acostumado a fazer.

Seus talentos de tecnologia também podem se sentir motivados ao receberem estímulos de aprendizado. Proporcionar oportunidades de qualificação aos colaboradores, como participação em eventos e palestras, ou realização de cursos e especializações, por exemplo, pode motivá-los a adquirir novos conhecimentos e a aplicá-los aos projetos que está desenvolvendo. Portanto, o investimento na educação de talentos gera benefícios tanto para a empresa quanto para eles.

Compartilhe os objetivos da empresa.

Faça com que as pessoas desenvolvedoras de sua equipe sintam que elas fazem parte de algo maior, que está crescendo e que pretende chegar a algum lugar. Desta forma, elas poderão se sentir engajadas e motivadas a fazerem parte do crescimento de uma corporação com que possuem valores e objetivos em comum. 

Realizar uma boa gestão de talentos de tecnologia sempre será um desafio, e as dificuldades vão variar de acordo com o tamanho das equipes, dos recursos que a empresa disponibiliza e de inúmeros outros fatores. Procure sempre dar o seu melhor para motivar seus talentos a continuarem contribuindo para o crescimento do negócio, contribuindo para a qualidade do ambiente de trabalho e para a boa evolução da corporação.

Github: por que você deve utilizá-lo em seu projeto?

O Github é uma plataforma destinada a pessoas desenvolvedoras que possui inúmeras funcionalidades e benefícios para tais profissionais. Contando atualmente com mais de 56 milhões de usuários, essa ferramenta consiste basicamente em um serviço em nuvem que hospeda um software chamado Git, que é um sistema de controle de versão.

Nele, pessoas desenvolvedoras de todo o mundo podem hospedar projetos open source (ou de código aberto) sem qualquer custo. O acesso ao código permite que colegas de profissão contribuam em seu projeto e que você contribua no deles, o que também torna a ferramenta em um espaço de aprendizado com uma enorme riqueza de conteúdo. Além disso, com tantos usuários, o Github é um excelente veículo de networking, no qual profissionais podem construir seu próprio portfólio e tech recruiters podem analisar na prática o trabalho de pessoas desenvolvedoras que pretende contratar.

Quando se trata de projetos, a versatilidade do Github fica ainda mais notável. A plataforma pode ser utilizada como repositório de códigos para projetos fechados à comunidade, que é um recurso utilizado por equipes que contam com muitas pessoas desenvolvedoras e precisam desenvolver um projeto de forma mais organizada e produtiva. Neste repositório, é possível adicionar, além dos códigos em si, fotos, vídeos, ou quaisquer outros tipos de dados e arquivos que sejam necessários ao desenvolvimento do projeto. Já que o Github é um sistema baseado em nuvem, é possível ter acesso às informações e documentos de qualquer lugar, o que facilita o andamento do trabalho.

Além disso, essa ferramenta permite que se faça controle de versão nos projetos, recurso que tem a finalidade de gerenciar as diferentes versões de um código. Ao acompanhar e analisar as alterações que ocorreram entre versões, a pessoa desenvolvedora pode identificar, com maior facilidade, que partes dos códigos estão interferindo em outras funções do projeto, ou que alterações fizeram surgir erros nas novas versões, dentre outras possibilidades. Com uma maior facilidade na detecção dessas inconsistências, a solução das mesmas passa a ser mais eficiente também.

Outro dos recursos do Github que pode ser muito útil ao desenvolvimento de um projeto é o Issues, um espaço em que é possível gerenciar projetos e, especialmente, corrigir eventuais erros. Nele, pessoas desenvolvedoras de dentro e de fora de sua equipe podem colaborar para identificar e apontar falhas, além de poderem apresentar soluções para as mesmas. Também é possível procurar essas resoluções em outros projetos que tenham tido problemas parecidos com os do seu. Quanto ao gerenciamento de projetos, o Issue também permite que o usuário organize as tarefas que ainda devem ser feitas de acordo com suas prioridades.

O Github ainda conta com a ferramenta Pull Request, na qual é possível se comunicar com a equipe sobre mudanças que estão prestes a serem feitas no código, colocando em pauta os detalhes e características que devem ser alterados ou adicionados antes que as mudanças sejam efetivamente aplicadas. Esse recurso funciona, de certa forma, como um controle de qualidade, uma vez que as alterações são enviadas a profissionais responsáveis pelo projeto antes de serem implementadas de fato. O Pull Request também pode ser utilizado de forma aberta, por meio da qual é possível observar a revisão de mudanças sugeridas e compará-las com outras versões.

A plataforma também possui funcionalidades de redes sociais, que potencializam ainda mais as formas de colaboração entre usuários, já que tornam possível seguir perfis, acompanhar projetos e trocar mensagens privativamente com outras pessoas desenvolvedoras. A facilidade de manter contato com colegas de plataforma contribui para o desenvolvimento de projetos mais aperfeiçoados pela ajuda e experiência de outros profissionais.

Por fim, vale lembrar que no Github é possível utilizar aplicativos complementares em seu projeto, os quais podem ser achados e comprados na própria plataforma. Também é possível criar os aplicativos que podem auxiliar no bom andamento de seu projeto, construindo-o de acordo com as características e necessidades de seu software. Com tantos recursos disponíveis, a praticidade que o Github proporciona a pessoas desenvolvedoras é indiscutível. Não é à toa que a plataforma conta com dezenas de milhões de usuários ativos, mais de 3 milhões de organizações participantes e mais de 100 milhões de repositórios nela hospedados. Procure explorar ainda mais essa ferramenta que é tão boa para quem está se inserindo no mercado de trabalho quanto para quem já está atuando em um projeto.

4 desafios de gerir uma equipe de tecnologia em crescimento

Realizar a gestão de uma equipe de tecnologia nem sempre é uma tarefa fácil de ser cumprida. Para que seja realizada da melhor maneira possível, a pessoa responsável pela gestão deve possuir boas habilidades de liderança, como uma boa comunicação, boa organização e gestão de tempo e destreza para mediar conflitos entre membros de equipe. Juntas, tais habilidades possibilitam que a equipe de tecnologia esteja alinhada, com todos os membros sabendo quais são as prioridades, prazos, metas e procedimentos mais adequados ao bom desenvolvimento do trabalho.

Uma equipe de tecnologia possui algumas características e desafios bem específicos com os quais a pessoa gestora deve lidar. O fato de que as empresas vêm dependendo cada vez mais da tecnologia de informação, ou TI, torna necessário o alinhamento da equipe de tecnologia com os valores, objetivos e prioridades da organização. Sendo assim, é papel da liderança dessa equipe fazer a ligação entre ela e as demais áreas da corporação, além de guiá-la para que os trabalhos a ela atribuídos sejam executados da melhor maneira possível, beneficiando a todos os envolvidos.

Além disso, o aumento da necessidade da tecnologia da informação por parte das empresas faz com que o número de profissionais necessários seja cada vez maior, variando a quantidade de pessoas que compõem a equipe de acordo com o tamanho da corporação. E um número maior de pessoas para gerir, consequentemente, torna a tarefa mais difícil para a pessoa responsável por tal gestão.

Portanto, confira a seguir alguns dos desafios que podem fazer parte da gestão de uma equipe de tecnologia em crescimento:

Gerenciamento de atividades:

Este é um desafio de praticamente toda pessoa responsável por um cargo de gestão e que reflete diretamente na velocidade e qualidade do trabalho desenvolvido pela equipe. No caso das equipes de tecnologia, é importante que a pessoa encarregada da liderança faça uma boa organização de prazos e um cronograma de atividades que possibilite o cumprimento dos mesmos. Existem diversas ferramentas e metodologias criadas para facilitar tal organização, como as metodologias ágeis, que se tornam ainda mais importantes para equipes que estão crescendo. Afinal, quanto maior o time, mais trabalhosa fica a tarefa de acompanhar suas atividades com atenção.

Manter uma comunicação clara com a equipe:

Esta é uma responsabilidade que gera diversos efeitos no cotidiano de uma equipe de tecnologia. Uma comunicação feita de maneira adequada possibilita que as pessoas desenvolvedoras que fazem parte do time saibam com clareza com quais metas e métricas trabalharão, dados importantes para que se meça a eficiência do trabalho desenvolvido em um projeto. A comunicação também é fundamental para resolver os problemas mais rapidamente, sejam eles técnicos ou de desentendimento entre membros de equipe, já que sempre será mais fácil resolver qualquer um deles quando a comunicação é respeitosa e objetiva. Por fim, a boa habilidade de se comunicar também permite que a liderança passe à equipe informações com maior assertividade.

Manter os dados seguros:

A segurança das informações fornecidas por usuários é um fator que merece a atenção da equipe de tecnologia. Já que é uma responsabilidade que deve ser levada muito a sério, a gestão dessas equipes deve se certificar de que as pessoas desenvolvedoras estão seguindo as práticas de segurança combinadas, tomando os devidos cuidados com controle de licenças, acessos e senhas, dentre outros aspectos que contribuem para uma maior segurança dos dados. Além disso, como líder da equipe, a pessoa que a gere também deve se atualizar constantemente, a fim de saber que tecnologias relacionadas à segurança da informação podem ser aplicadas ao trabalho de sua equipe, buscando sempre os melhores recursos disponíveis para manter os dados dos usuários seguros.

Manter um padrão de qualidade:

Esse desafio diz respeito a muitos aspectos de um projeto. Manter a qualidade do código, por exemplo, é algo que influencia positivamente tanto a equipe quanto os usuários de seu produto: para a equipe de tecnologia, um código com boa qualidade permite que novos colegas de equipe entendam mais facilmente o trabalho já realizado, além de tornar mais fácil e eficiente a identificação de erros e solução de problemas; para os usuários, é proporcionada uma melhor experiência, já que códigos com qualidade superior fazem com que os softwares funcionem com maior eficiência e rapidez. Também devem ser levados em conta os padrões de qualidade de UX (user experience, ou experiência de usuário), a fim de que a equipe esteja alinhada quanto às medidas que devem ser tomadas ao longo do desenvolvimento para que os usuários tenham a melhor experiência possível.

Certamente, os desafios enfrentados por quem se encarrega de gerir uma equipe nunca vão parar de surgir, nas formas mais inesperadas e com problemas mais inusitados. Portanto, mantenha-se firme para superar esses desafios, adquirindo cada vez mais experiência para lidar melhor ainda com as questões que aparecerem à sua frente.

Desejamos boa sorte em sua gestão e conte conosco para recrutar com rapidez membros incríveis para sua equipe de tecnologia!

Principais skills para se tornar um Desenvolvedor full stack

No mercado de trabalho do desenvolvimento, o tipo de profissional mais conhecido é o desenvolvedor full stack, ele atua como back-end e front-end. A pessoa desenvolvedora back-end é responsável por criar a estrutura de funcionamento de um site ou software, ligando usuários e servidores. Dessa forma, a aplicação cumpre o papel para a qual foi criada. O profissional front-end, por sua vez, cumpre o papel de desenvolver a interface que será utilizada pelos usuários, o ambiente com o qual ele vai interagir diretamente para mandar informações aos servidores. Os desenvolvedores full stack, por fim, são aqueles que exercem as duas funções explicadas acima.

Para que seu trabalho seja executado da melhor maneira possível, o desenvolvedor full stack tem que desenvolver habilidades e obter conhecimentos relacionados às duas áreas, o que exige um pouco mais de tais profissionais. Então, dê uma olhada em quais são as principais habilidades procuradas em um desenvolvedor full stack:

Hard skills

As hard skills são os conhecimentos técnicos necessários para o desenvolvimento dos softwares. Entre eles, estão as linguagens de programação, conhecimento em algoritmos e banco de dados, por exemplo. Sendo assim, já que o desenvolvedor full stack executa tanto o trabalho de front-end quanto o de back-end, é necessário que ele desenvolva e aprimore as hard skills necessárias para cada um deles.

Entre as hard skills de front-end estão as linguagens de programação HTML, CSS e JavaScript, consideradas básicas para profissionais do segmento. Em relação ao back-end, por outro lado, há inúmeras linguagens de programação voltada a esse tipo de trabalho, como PHP, Java, C#, ASP.NET, Ruby, entre outras. Além disso, os conhecimentos técnicos de back-end também envolvem bancos de dados, com os quais as pessoas desenvolvedoras da área lidam diariamente. Portanto, conhecimentos em servidores de banco de dados como MySQL, PostgreSQL ou Oracle, dentre outros disponíveis no mercado, são essenciais para o desenvolvedor full stack.

Controle de versão

As ferramentas de controle de versão são utilizadas para acompanhar e analisar as versões de um projeto. É um recurso muito útil para a identificação e correção de bugs e outros problemas, pois permite a comparação dos códigos de cada versão, destacando que partes foram alteradas, excluídas ou adicionadas ao código em cada uma delas. Saber como usá-las é muito importante para qualquer pessoa desenvolvedora, especialmente para o desenvolvedor full stack, que lida tanto com a parte front-end quanto com a back-end de uma aplicação, e precisa identificar eventuais problemas em cada uma delas.

A ferramenta de controle de versão mais famosa é o Git, que pode ser usado através da plataforma Github, que conta com inúmeras funcionalidades que ajudam o cotidiano de pessoas desenvolvedoras. Além do Git, o SVN também é uma ferramenta bastante utilizada no mercado.

Programação mobile

Ter conhecimentos relacionados ao desenvolvimento para plataformas mobile têm sido um diferencial no mercado da programação, já que as empresas vêm aderindo cada dia mais ao uso de aplicativos (ou Apps) em dispositivos móveis, que podem facilitar tanto o dia a dia de seus funcionários quanto o de seus clientes. Além disso, como esses aplicativos costumam estar integrados a um recurso back-end, é importante que o desenvolvedor full stack tenha conhecimento em programação mobile para atuar em projetos desse tipo com maior efetividade.

Conhecimento em UX

Já que o desenvolvedor full stack lida tanto com os mecanismos funcionais de um software quanto com a interface dele, com a qual o usuário interage diretamente, é importante que ele possua conhecimentos em UX, ou User Experience (experiência do usuário, em inglês). Tais conhecimentos permitem que a pessoa desenvolvedora crie uma interface eficiente, intuitiva, simples e funcional, capaz de proporcionar ao usuário a maior satisfação possível em sua experiência com a aplicação.

Qualidade de código

Desenvolver um projeto prezando pela qualidade de código é muito importante para qualquer pessoa desenvolvedora. No caso de desenvolvedores full stack, é mais ainda. Um código com qualidade facilita o entendimento do mesmo, bem como a identificação e correção de eventuais problemas. Sendo assim, é importante que o desenvolvedor full stack busque desenvolver um código com a melhor qualidade possível, a fim de integrar as “partes” front end e back end de seu trabalho com maior clareza e facilidade.

Além disso, um código com qualidade proporciona um melhor desempenho da aplicação como um todo, já que faz com que o código “exija” menos da máquina em que está sendo usado. Portanto, a qualidade do código é capaz de interferir no desempenho tanto no âmbito do back-end quanto no do front-end, positiva ou negativamente, razão pela qual é importante que o desenvolvedor full stack trabalhe com a melhor possível.

Soft skills

Essas são as habilidades não relacionadas ao conhecimento técnico da profissão. Ainda que não possuam tal relação, as soft skills influenciam muito no cotidiano de equipes de desenvolvimento. São inúmeras as habilidades consideradas soft skills, e algumas das mais interessantes para um desenvolvedor full stack são: boa comunicação, já que este profissional pode lidar com mais de uma equipe, talvez até ao mesmo tempo, e deve se comunicar bem com colegas; flexibilidade, pois podem haver trocas de função ou equipe, às quais o profissional deve se adaptar; e boa organização, já que terá que lidar com partes de um projeto que são consideravelmente diferentes, o que requer certo cuidado.

Essas são algumas skills importantes para quem deseja se tornar um desenvolvedor full stack. Porém, independente de que tipo de programação lhe interesse (back-end, front-end ou full stack) ou em que nível você deseje atuar (júnior, pleno ou sênior), lembre-se sempre de estudar muito, de se atualizar sempre e de sempre aprimorar suas habilidades, sejam elas técnicas ou não. Boa sorte em sua vida profissional!

6 frameworks front-end mais utilizados no mercado de tecnologia

Os frameworks front-end contribuem muito para a agilidade no desenvolvimento de softwares, facilitando o trabalho de pessoas programadoras em diversas etapas da execução dos projetos. Mas, como os conhecimentos relacionados à tecnologia estão em constante atualização, diversos frameworks e atualizações para estes surgem a cada momento, a partir de uma dificuldade encontrada. 

Pensando nisso, para que você se mantenha atualizado e consiga desenvolver softwares com mais eficiência, listamos neste artigo os frameworks front-end mais utilizados no momento no mercado Tech. 

Para saber quais são eles, continue a leitura!

Bootstrap

Considerado o framework mais conhecido entre os front-end, o Bootstrap tornou-se uma ferramenta famosa para a criação de interfaces web pouco tempo depois de sua criação, em agosto de 2011, e atualmente é utilizado por cerca de 7 milhões de sites como framework front-end.

Esse framework CSS, que também possui componentes HTML e JavaScript, é ideal para projetos construídos em múltiplas plataformas. Possui inúmeros componentes que são facilmente aplicáveis ao seu programa, uma base de padrões estéticos que possibilita a criação de páginas bonitas e igualmente funcionais, além de uma documentação farta. Soluções feitas com o Bootstrap costumam ser bastante eficientes e atrativas.

Angular.js

Desenvolvido pela Google, este framework JavaScript é utilizado por uma grande comunidade de pessoas desenvolvedoras e conta com uma rápida produção de códigos. Ele é adequado para criar aplicativos web avançados que contenham apenas uma página e, além de ser utilizado pela empresa que o criou, também é utilizado pelas empresas Microsoft e PayPal.

Vue.js

Criado por Evan You e lançado em 2014, Vue.js é um framework open source de JavaScript muito utilizado em aplicações single page (SPA) e em projetos com interfaces que prezam pela interação e experiência dos usuários. 

Por ser um framework de fácil utilização e muito versátil, o Vue.js tem se tornado a primeira opção para muitos profissionais que desejam criar sites com boa qualidade e desempenho. Isso porque sua versatilidade, por exemplo, está relacionada a um ecossistema incremental e progressivo, onde você pode encontrar soluções prontas para uma grande quantidade de situações. 

React

Este framework foi desenvolvido em 2011 pela equipe do Facebook e seus criadores a denominam como “Biblioteca de JavaScript declarativa, eficiente e flexível para criar interfaces de usuário (UI)”. Sendo assim, ela facilita o processo de atualização e sincronização de atividades simultâneas, como o chat e a timeline dos usuários. 

Além do Facebook e os demais aplicativos do grupo, como Instagram e WhatsApp, grandes empresas como Netflix, Airbnb e eBay utilizam este framework em seus softwares.

Svelte

Dos frameworks citados aqui neste artigo, o Svelte é o de criação mais recente, sendo lançado em 2016. É destinado à criação de componentes, mas com uma abordagem totalmente diferenciada em relação aos seus concorrentes Vue.js e React, anteriormente citados. 

No Svelte, as responsabilidades não ficam a cargo do navegador, mas sim da etapa de compilação e, com isso, o JavaScript gerado pode ser entendido pelo navegador sem o apoio de outros recursos.

Este artigo abordou os seis frameworks mais usados pelos desenvolvedores Front-end ultimamente. Continue acompanhando nosso blog para ter acesso à conteúdos de tecnologia e também conhecer mais sobre a EZ.devs!

Conheça as 5 principais habilidades de um tech lead

Tech Lead é o nome dado às pessoas desenvolvedoras que, ao mesmo tempo, trabalham diretamente na programação de um software e lideram uma equipe de desenvolvimento. Tais profissionais, que costumam se destacar pelos trabalhos entregues e por sua experiência, são responsáveis por trazer novas soluções e tecnologias ao projeto, buscando a resolução mais eficiente possível para os problemas que aparecem. Também é papel de um tech lead manter sua equipe concentrada nos objetivos e metas do projeto e definir que atividades devem ser priorizadas ao longo do desenvolvimento, para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Dê uma olhada nas habilidades consideradas importantes para profissionais que exercem o cargo de tech lead:

Comunicação

Já que estamos falando de um cargo de liderança, não tem como deixar essa habilidade de fora, certo? Afinal, a quantidade de tarefas concluídas não é o único ponto a se avaliar na qualidade de uma liderança técnica. É necessário manter contato com cada pessoa que faz parte de sua equipe, ouvindo suas opiniões sobre fatores ou problemas que as incomodam, analisando suas sugestões de mudança que podem trazer melhorias ao trabalho em equipe, repassando feedbacks sobre o trabalho de cada um, e assim por diante. Portanto, para que a equipe possa se entender da melhor maneira possível, é importante que seja liderada por alguém que tenha boas habilidades comunicacionais.

Tech Lead deve ser flexível

Como dito no começo do texto, os tech lead, além de exercerem a função de liderança, também precisam colocar a mão na massa. Sendo assim, eles também devem estar preparados para as mudanças que venham a acontecer no andamento do projeto e podem, por algum motivo ou imprevisto, ter que trocar de função com uma ou outra pessoa desenvolvedora. Portanto, para lidar com mudanças repentinas da melhor forma possível, flexibilidade, versatilidade e resiliência têm que ser características de quem ocupa o cargo de tech lead.

Estudo e atualização constantes

Pessoas desenvolvedoras que desempenham o papel de tech lead normalmente possuem uma capacidade técnica superior em relação à sua equipe. Por isso, e também pelo fato de que tais profissionais são responsáveis por trazer novas tecnologias e soluções aos projetos que lideram, é necessário que estejam sempre pesquisando, se informando quanto às novidades do mercado da tecnologia e estudando novos conceitos, métodos e recursos que possam ser aplicados a seus projetos. Tanto conhecimento também serve para orientar as pessoas desenvolvedoras lideradas pelos tech leads.

Atenção à qualidade

Essa é uma habilidade fundamental para que o tech lead coordene um trabalho que preze pela qualidade do software, de suas interfaces (que estarão intimamente ligadas à experiência do usuário, tanto em aspectos estéticos quanto funcionais) e, sem dúvida, do código. A qualidade do código tem uma importância enorme, já que afeta tanto as pessoas desenvolvedoras que nele trabalham quanto os usuários: um código feito sem qualidade dificulta o entendimento por parte de colegas de equipe, o que torna mais complicada a identificação de problemas e, consequentemente, a sua solução.

A baixa qualidade de um código também costuma diminuir a eficiência do sistema como um todo, fator que, por sua vez, impacta negativamente a experiência do usuário. Sendo assim, é responsabilidade do tech lead conhecer sobre tais conceitos de qualidade para aplicá-los aos projetos que estão sob sua liderança.

Todo tech lead deve ser interdisciplinar

Conhecimento nunca é demais, certo? E no caso de profissionais em posição de liderança, assim como os tech lead, é importante que se busque conhecimento relacionado a outras áreas da empresa, como marketing, vendas ou diretoria executiva, ainda que ele seja básico. Aliando esse conhecimento a boas habilidades de comunicação, a relação entre as áreas é facilitada, assim como a cooperação entre as mesmas, o que pode fazer com que sua liderança técnica seja ainda mais eficaz e valiosa. Além disso, repassar tais conhecimentos à sua equipe facilita ainda mais a comunicação entre setores, e isso pode dar ainda mais credibilidade à sua gestão como tech lead.

Buscar mais informação e conhecimento técnico, bem como procurar fortalecer suas soft skills, são atitudes que fazem parte do trabalho de qualquer boa pessoa desenvolvedora. Para quem deseja se tornar pleno, sênior , ou até mesmo ocupar um cargo de liderança técnica, essa busca deve ser ainda mais ampla e deve contar com ainda mais esforço. Portanto, dedique-se bastante aos seus estudos e boa sorte para alcançar seus objetivos profissionais!

Para saber mais sobre outras ocupações relacionadas ao desenvolvimento de software e como você pode desenvolver as habilidades necessárias, confira nossos outros conteúdos sobre Carreiras, aqui no nosso Blog e também nossa página de talentos.

Desenvolvedor Pleno: como chegar a sênior

No mercado de trabalho de desenvolvimento, são consideradas pessoas desenvolvedoras de nível pleno aquelas que possuem entre 2 e 5 anos de experiência profissional, aproximadamente. É esperado que o desenvolvedor pleno seja capaz de trabalhar em vários projetos ao mesmo tempo, de dominar as tecnologias mais usadas na empresa e de otimizar os códigos com o objetivos de torná-los mais eficientes e fáceis de serem compreendidos, dentre outras habilidades.

A experiência e o conhecimento técnico de tais profissionais permitem que a eles sejam atribuídas maiores responsabilidades, comparando às pessoas desenvolvedoras de nível júnior, já que eles têm maior influência nas tomadas de decisão de líderes. No entanto, embora sejam capazes de orientar juniores, a experiência do desenvolvedor pleno pode não ser suficiente para que atue na resolução de tarefas em vários níveis e de forma independente, o que faz com que também precise de mentores.

Tais mentores, por sua vez, podem ser pessoas desenvolvedoras sênior, que possuem maior experiência e independência na organização. Por possuírem cerca de 5 ou mais anos de carreira, esses profissionais são mais maduros profissionalmente, executam tarefas mais complexas e estão mais aptos a exercerem funções de liderança.

Então, se você se identifica como desenvolvedor pleno e tem o objetivo de tornar-se sênior, dê uma olhada nas dicas que trouxemos:

Busque conhecimento sempre Isso vale para qualquer pessoa desenvolvedora, na verdade. No caso do desenvolvedor pleno que quer se tornar sênior, é importante que se busquem conhecimentos sobre negócios em geral, liderança de equipes, gestão de projetos e afins, que vão além do conhecimento técnico. São tais conhecimentos que permitirão que você mentoreie tanto os desenvolvedores plenos quanto os juniores, gerencie e solucione os conflitos que venham a ocorrer entre membros de sua equipe, delegue tarefas e acompanhe entregas da melhor maneira possível, dentre outras habilidades desejáveis em uma pessoa desenvolvedora deste nível.

Conheça a fundo seu objeto de trabalho Uma das funções de pessoas desenvolvedoras sênior é encontrar soluções para problemas críticos. Para isso, é necessário que ela conheça o máximo possível das tecnologias utilizadas na empresa em que trabalha, tenha experiência com engenharia de software e também saiba com uma maior profundidade sobre o funcionamento de todos os aspectos do projeto. Dessa forma, além de resolver problemas mais facilmente, profissionais de nível sênior também se mostram capazes de reconhecer que partes de código podem ser otimizadas, que recursos tecnológicos podem ser utilizados de maneira mais eficiente, dentre outros aspectos que permitem que todo o software trabalhe com o desempenho mais efetivo possível.

Arrisque-se Afinal, de que adianta buscar mais conhecimento, novos métodos e novas tecnologias se você não tentar implementá-las em seus projetos? Ainda que tais escolhas devam ser feitas com responsabilidade, fazer um experimento desse tipo pode trazer benefícios para o desenvolvimento de seus projetos ou, na pior das hipóteses, o conhecimento de que aquela implementação não é a melhor para o caso. Se o experimento não causar grandes problemas ou prejuízos ao andamento do projeto, sempre trará resultados que enriquecem seu conhecimento profissional.

Aprenda como se fosse Junior Mesmo que você já tenha aprendido muito com sua carreira e com seus estudos, seja uma pessoa aberta a sugestões dos mais novos. Muitas vezes, a troca de ideias entre profissionais com diferentes tempos de experiência pode ser incrivelmente produtiva para as duas partes da conversa. E sempre que se deparar com algo novo quando estiver se informando ou estudando sobre tecnologia, busque aprender com o entusiasmo e o empenho que uma pessoa desenvolvedora júnior teria!

Incremente suas soft skills Tais habilidades, muito importantes para qualquer pessoa desenvolvedora, que envolvem conhecimentos não técnicos, são ainda mais importantes caso você queira se tornar sênior. Boas habilidades de comunicação, gestão de tempo, organização, flexibilidade, resiliência, dentre outras tantas, são de uma importância enorme para quem tem como objetivo a ocupação de um cargo de liderança. Portanto, ainda que você se considere uma pessoa que possui essas habilidades, procure que outros pontos você pode desenvolver para se tornar uma pessoa desenvolvedora completa.

Confira os salários oferecidos pela EZ para pessoas desenvolvedoras

Com essas dicas, fica claro que o tempo de atuação no mercado de trabalho não é o único critério para que um desenvolvedor pleno chegue ao posto de sênior, certo? Então, busque evoluir constantemente seus conhecimentos e habilidades, sejam elas técnicas ou não, para estar cada vez mais preparado para as oportunidades de passar ao próximo nível!