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O que faz um desenvolvedor front-end e back-end?

Em desenvolvimento de softwares, a viabilização de produtos — como sites, por exemplo —, depende de um conjunto de profissionais. Cada um desses contribuirá de acordo com a sua especialidade para a execução de determinado serviço. Portanto, quando nos perguntamos: “o que é um desenvolvedor front-end e back-end?”, também estamos questionando quais são as etapas de desenvolvimento de um produto.

Basicamente, o front-end e o back-end são os dois pilares de especialização em programação. Mesmo que suas definições não sejam exatamente consensuais, é seguro afirmar que eles correspondem a partes diferentes do desenvolvimento de um produto. Enquanto o desenvolvedor front-end atuará em aspectos relacionados à interface e à usabilidade, o back-end trabalhará na intermediação entre as informações e o banco de dados.

Não é incomum que existam algumas confusões na definição desses conceitos. Isso pode dificultar, por exemplo, a contratação de um serviço. Afinal, se um cliente não compreende a importância de cada uma dessas etapas, ele pode não concordar com valores ou prazos. Por isso, abaixo você poderá compreender de forma um pouco mais elaborada esses dois conceitos.

Desenvolvedor front-end 

Como você leu acima, quando falamos em front-end estamos nos referindo ao desenvolvimento de um aspecto mais visual do produto. Essa parte do desenvolvimento tratará das funcionalidades que garantem a relação direta do usuário com o sistema. Todas as coisas que alguém vê ou interage quando está em um site, por exemplo, dizem respeito ao front-end — que não à toa também pode ser chamado de client-side.

Quando uma página é acessada, ela possui diversas funcionalidades. Tudo aquilo que uma pessoa vê ao acessar um site foi possibilitado por um desenvolvedor front-end. Para isso, o profissional utilizará uma linguagem (como JavaScript) que permitirá elaborar os componentes da aplicação no navegador. Menus, botões, títulos, textos, barras… Tudo isso é fruto do trabalho desse profissional. 

É comum que confundam as atribuições de um desenvolvedor front-end com um designer. Ainda que essa não seja uma comparação absurda, especialmente devido à práticas mais antigas do mercado da computação, ela já não faz tanto sentido. O designer atuará sobretudo no desenvolvimento de uma interface agradável e coerente esteticamente com o objetivo do software.

Ainda utilizando o exemplo de um site, o designer seria o responsável pelo “desenho” de uma página estática em um programa de edição de imagens. Enquanto isso, o desenvolvedor viabiliza a funcionalidade do site na web. Um desenvolvedor front-end tornará a interação do usuário possível por meio do browser. 

Desenvolvedor back-end

Como o próprio nome sugere, o desenvolvedor back-end se preocupa com o que está “atrás” do que o usuário vê. Essa especialização será baseada principalmente nas funcionalidades relativas às informações que não são dispostas na interface do site mas, ainda assim, são necessárias para o seu funcionamento.

Não à toa o back-end também é chamado de server-side. Um aplicação web dinâmica, por exemplo, demanda uma variedade de informações e funcionalidades que ficarão armazenadas nos servidores e nos bancos de dados. O desenvolvedor especializado nessa área é responsável por uma espécie de “intermediação” entre o que o usuário acessa e esses dados. 

Sua atuação irá garantir que a aplicação continue atualizada e preserve os dados que devem estar lá, como vídeos e imagens. Para que ele consiga fazer isso, é necessário utilizar uma linguagem de programação que seja compreendida pelos bancos de dados. Nesse caso, o desenvolvedor utilizará PHP, C# , Java — e até o JavaScript —, por exemplo. 

É possível imaginar, então, que um desenvolvedor back-end é responsável por aspectos muito importantes da programação. Ele deverá garantir a segurança das informações, assim como fazer a manutenção de problemas que não são visíveis para o usuário. Um bom back-end tentará evitar ao máximo que os problemas “atrás” da página interfiram na experiência.

Desenvolvedor front-end e back-end: essenciais para um bom serviço

A importância de desenvolvedores front-end e back-end está justamente na complementação. Mesmo que não seja impossível, é pouco comum que um profissional seja reconhecido por ser fullstack (quando atua nas duas áreas). Esse especialista, quando bom, será muito valorizado, mas terá sempre o dobro de trabalho em aprofundamento e estudo.

Por isso, compreender as principais áreas de atuação de desenvolvedores é extremamente importante. Antes de mais nada, conhecer essas particularidades pode facilitar na busca pelos melhores profissionais. Somado à isso, esse conhecimento também nos faz pensar na programação como uma área integrada, onde a contribuição de diversas especializações será responsável pelo sucesso de um produto.

Qual é o papel do code review e qual o ganho para a empresa?

Saber a importância do code review pode impactar diretamente no andamento do seu projeto já que, é normal que o projeto sofra alterações ao longo do seu percurso. Então, antes de passá-lo adiante, é preciso encaminhá-lo para outro desenvolvedor, que fará uma revisão dessas alterações. Apenas depois que todas foram feitas, revisadas e aprovadas é que o projeto avança para as próximas etapas. É disso que se trata o code review.

Como o próprio nome indica, o code review é essa fase de revisão do código. Basicamente, sua função é a de identificar problemas que podem passar despercebidos por quem está programando, além de sugerir formas alternativas de solucioná-los.

De fato, o code review traz uma série de benefícios à empresa, garantindo uma entrega de produtos de melhor qualidade. Então, quer saber mais sobre o code review e qual é o papel dele nos ganhos da sua empresa? Continue lendo e fique por dentro do assunto!

Quer se aprofundar no assunto? confira nosso Guia Completo do Code Review

Qual é a importância do code review?

Para começarmos a detalhar a importância do code review é preciso saber que, em grande parte das empresas, é muito comum que exista algum projeto sendo desenvolvido por uma só pessoa, sendo ela a única que sabe como ele funciona. Essa situação, porém, é ruim tanto para a empresa — gerando o que chamamos de filas individuais — quanto para o desenvolvedor, que tem toda a responsabilidade do projeto sendo colocada sobre si.

Porém, quando outro desenvolvedor faz a revisão desse trabalho, ocorre uma distribuição saudável do conhecimento. Ao entenderem o processo de desenvolvimento do código e como foram feitas as implementações de cada feature, todos os membros da equipe responsáveis pela revisão passam a ter a capacidade de trabalhar naquele projeto também.

Assim, distribui-se melhor as responsabilidades e evita-se as filas individuais. Sem contar que é extremamente importante ver como se dá todo o funcionamento de um projeto, em vez de apenas ouvir sobre ele nas reuniões.

Outro benefício que detalha a importância do code review é, sem dúvida, o ganho de produtividade. Na verdade, ela pode até dobrar já que, ao remover todo o peso de uma só pessoa e compartilhar o conhecimento, o trabalho em conjunto faz com que tudo se torne mais ágil — desde possíveis soluções para determinados problemas até a própria tomada de decisão.

Em outras palavras, um ambiente de desenvolvimento mais coletivo faz com que as responsabilidades sejam divididas e nenhum desenvolvedor fique sobrecarregado, o que aumenta a produtividade geral dos projetos.

Com o code review, é possível criar soluções alternativas para os problemas

É raro que um código seja bem desenvolvido de primeira. Em muitos casos, seja por mau uso dos recursos da linguagem ou pela velocidade em que se produz, o código simplesmente não fica da melhor maneira que poderia ser feito. Por isso, a etapa de revisão é importante. Dessa forma, é possível conferir a existência de problemas e, depois, sempre se indagar se todos foram solucionados da maneira correta.

Essa indagação, aliás, é fundamental por analisar as soluções sob diversos pontos de vista. Todo o processo é ótimo para fazer com que tanto o desenvolvedor responsável pelo projeto quanto os seus revisores consigam aprender e criar as melhores soluções possíveis em cada caso.

Especialmente para quem está iniciando na área de programação e ainda não tem um senso crítico muito apurado em relação ao código, esse tipo de feedback permite um amadurecimento mais rápido dos profissionais.

Aumento do senso da equipe

Outro caso muito comum de acontecer em empresas: quando surgem problemas no desenvolvimento de alguma feature, a culpa é colocada sobre a pessoa que a implementou. Isso, porém, não é correto. Ela não deve cair somente sobre quem fez essa implementação, mas sim sobre toda a equipe que trabalhou no projeto, pois ele é de responsabilidade conjunta.

Como o código foi revisado por mais de um indivíduo — que fez os testes e analisou se a implementação estaria de acordo com o que foi proposto —, todo o time passa a ser responsável por ela. Assim, a comunicação da equipe é otimizada, de forma que todos estão sempre se ajudando, trocando críticas e ideias tanto positivas quanto negativas, sendo mais um ponto que detalha a importância do code review.

Esse tipo de relacionamento entre os membros da equipe acaba proporcionando um ambiente muito mais propício para que todos se sintam seguros uns com os outros, conseguindo expressar suas ideias de forma conjunta. Afinal, não se trata mais de desenvolvedores isolados, mas de uma equipe integrada.

Quais são as boas práticas de code review?

Diante das vantagens que vimos até aqui, podemos concluir que o code review é importante não apenas como uma metodologia para encontrar bugs e erros, mas também por agregar um valor bem maior à equipe de desenvolvimento — o que o torna essencial para a entrega de projetos de maior qualidade.

Agora, o que deve ser feito na empresa para que todo esse processo seja executado da melhor maneira possível? Afinal, ler o código algumas vezes não é o suficiente para garantir a devida segurança. É preciso ir além, seguindo algumas práticas específicas. Dentre elas, vale a pena destacarmos as seguintes.

Tenha uma wiki e use checklists

O primeiro passo é ter um documento que contenha todas as práticas feitas no projeto. O ideal nesse sentido é utilizar uma wiki como um documento vivo, que não só pode como deve ser alterado constantemente, de acordo com a evolução do projeto. Ela servirá como ponto de referência, e deve estar sempre à disposição dos desenvolvedores e revisores.

Além disso, como o code review funciona como uma busca — logo, caso não saiba aquilo que está sendo buscado, você provavelmente não o encontrará -, outra boa prática é criar alguns checklists para serem usados de guia nessa revisão do código. Em certos casos, podem ser listas com a verificação da autenticação, da encriptação dos dados, de vulnerabilidades anteriores e etc.

O code review deve ser executado sempre que houver alguma mudança no código, mesmo que esta seja pequena. Especialmente nos casos de ciclos iterativos, em que mudanças menores podem ocasionar grandes impactos em série, gerando vulnerabilidades imprevistas pela equipe.

Fique por dentro do funcionamento de novas ameaças

Um erro bem comum nessa etapa é a desinformação, ou a informação desatualizada. Devido ao conhecimento que as pessoas já têm de determinada área, não é raro que novas vulnerabilidades sejam desconsideradas simplesmente por falta de conhecimento atualizado dos desenvolvedores.

Porém, lembre-se: novas ameaças surgem a todo momento, e conseguem explorar fraquezas que, até então, não eram consideradas como tal. Devido a isso, tente se manter sempre atualizado, a par de como as novas ameaças funcionam, para não deixar passar nenhuma vulnerabilidade no código.

Incorpore a automação ao trabalho manual

A análise de um código é, sim, uma tarefa subjetiva, já que passa por um processo decisório. Isso, no entanto, não quer dizer que a automação seja totalmente inviável. A realidade é que unir o trabalho manual do processo de code review à automação torna essa etapa bem mais ágil — além de agregar a ela uma relevância maior, tendo em mente que certas falhas humanas podem ser evitadas.

Grosso modo, a incorporação da automação pode ser feita na busca automática de certos padrões que indiquem vulnerabilidade, ou de algumas falhas que já são amplamente conhecidas.

Utilize ferramentas para otimizar o processo

Seguindo ainda na linha desse auxílio que a tecnologia pode prestar ao code review, vale a pena citarmos algumas ferramentas interessantes. Todas ajudam bastante os desenvolvedores a seguir padrões no desenvolvimento ou encurtar etapas de revisão. São elas:

  • Android Lint — essa ferramenta oferece uma verificação de código muito útil na hora de identificar e corrigir problemas com a qualidade estrutural do código;
  • Checkstyle — auxilia os programadores a escrever códigos em java, que aderem a um padrão de codificação. Basicamente, ele automatiza o processo de verificação do código;
  • Findbugs — essa é outra ferramenta que pode ser considerada um analisador estático, mas que trabalha em Bytecode Java, e não no código fonte. Ele identifica alguns códigos Java que são mais propícios para bugs;
  • SonarQube — oferece uma plataforma de código aberto para inspeção contínua de qualidade, em revisões automáticas com análise de código estático para detectar possíveis erros e vulnerabilidades de segurança. Essa ferramenta é compatível com mais de 20 linguagens de programação, o que a torna melhor ainda.

Além destas, existem muitas outras ferramentas que podem ser exploradas. Porém, vale lembrar aqui o que já foi dito em relação à automação do trabalho: ela deve ser feita como uma incorporação do trabalho manual, e não como substituição dele.

Enfim, todas essas boas práticas de code review são fundamentais para garantir que o processo esteja sempre livre de vulnerabilidades e ameaças. Como vimos, trata-se de uma etapa muito importante para o desenvolvimento de projetos. Então, não se esqueça de incluir o uso moderador da automação, os checklists, a revisão a cada mudança e busque sempre se manter atualizado, a par de novas ameaças!

Gostou do nosso artigo sobre o papel do code review? Agora que já sabe quais são as vantagens que uma empresa garante ao utilizar esse processo, aproveite para nos seguir nas redes sociais e acompanhe nossos próximos conteúdos em primeira mão! Estamos no Facebook, no LinkedIn, no Instagram e no Youtube.

Conhecendo o Deno: um novo runtime

É um novo runtime JavaScript e TypeScript baseado na engine V8 de execução simples criado por Ryan Dahl. Para quem não conhece, Ryan Dahl foi o criador do Node.js em 2009. O Deno foi apresentado pela primeira vez no “JSConf EU 2018” em uma talk chamada 10 coisas que eu lamento pelo Node.js,  onde Ryan Dahl falou sobre alguns arrependimentos em algumas features do node.js, como por exemplo o sistema de módulos, segurança, node-gyp, node_modules entre outras coisas. Bom introdução feita, agora vamos estar conhecendo o Deno?

Um ponto que deve ser levado em consideração é que ele em nenhum momento falou sobre o Node ou o JavaScript serem algo ruim, só que algumas coisas poderiam ter sido feitas de formas diferentes.

Deno, com sua versão 1.0.0 estável sendo lançada em 13 de maio de 2020, foi construído totalmente do zero. Inicialmente  escrito utilizando a linguagem Go, mas reescrito em Rust para evitar possíveis problemas com garbage collector.

O principal objetivo é o de resolver os problemas que Ryan acredita existirem no node, ele apresenta uma tecnologia baseada em um conjunto de regras e paradigmas que permitem que o desenvolvimento futuro da plataforma sigam algumas diretrizes, como suporte nativo ao TypeScript, e segurança, onde toda operação que é chamada fora do contexto da sandbox deve ser autorizada.

Além disso o Deno já vem com alguns ferramentas como debugger, formatter, test, bundler e deno install, onde podemos instalar e distribuir nossos códigos entre outras ferramentas.

Instalação

Vamos começar a brincar com o Deno. Primeiramente precisamos instalá-lo.Na sua página inicial temos os comandos para instalar em vários S.O, https://deno.land/#installation, depois de instalado você pode checar alguns comandos com:

deno help

Hello deno

Bora começar nosso Hello Deno! Antes de criar nossa aplicação, vamos rodar um exemplo pronto do Deno. Na sua linha de comando digite:

deno run https://deno.land/std/examples/welcome.ts

Devemos ter uma saída como essa:

Legal. Mas como eu faço pra chamar o famoso listen(3333)? Primeiramente vamos criar novo projeto, onde e dar o nome de “hello-deno”.

mkdir hello-deno
cd hello-deno

Agora vou abrir nosso projeto no vscode e criar um arquivo chamado app.ts. Lembrando que eu posso trabalhar com arquivos .js, mas iremos perder alguns benefícios do TypeScript. Arquivo criado, agora vamos criar nosso server.

import { serve } from "https://deno.land/std/http/server.ts";
const s = serve({ port: 3333 });
console.log("http://localhost:3333/");
for await (const req of s) {
 req.respond({ body: "Hello Deno\n" });
}

Feito, hora de rodar o código.

deno run app.ts

Eita! Mas já começa dando erro?

Lembra que um dos princípios do Deno é ser seguro e tudo que for executado fora da sandbox precisa de permissão? Então para termos sucesso ao executar esse trecho de código, precisamos rodar utilizando a flag –allow-net, bora tentar novamente.

deno run --allow-net app.ts

success! Agora podemos bater na rota http://localhost:3333/ e veremos nosso Hello Deno

Se dermos uma olhada no código, veremos que estamos importando a função serve de uma URL “https://deno.land/std/http/server.ts“. Lembra que o Deno diferente do node, não utiliza do npm para gerenciar seus módulos? Todos os módulos padrão do Deno são encontrados em “https://deno.land/std” e os módulos de terceiros em “https://deno.land/x“.

Quando utilizamos qualquer módulo e damos o comando deno run é feito o download do módulo e deixado em cache, então ao executar o código novamente não será feito outro download. Caso você queira atualizar todos os módulos padrão do Deno você pode executar: 

deno run --allow-net --reload app.ts

// caso queira atualizar alguma em específico 
> deno run --reload=https://deno.land/std app.ts

O Deno ainda está em fase inicial, mas demonstrou que veio com grandes ideias e princípios para competir com outros frameworks do mercado. 

Ainda temos poucas bibliotecas em relação ao node.js, mas isso tem mudado dia a dia, um projeto bem legal é o pika.dev, onde podemos encontrar alguns módulos compatíveis com Deno. Abaixo vou deixar alguns links onde você pode encontrar mais notícias sobre o Deno, e claro não deixe de nos seguir. Em breve teremos outros conteúdos sobre o Deno.

Understanding Node.js and their modules

History

Node.js was created in 2009 by Ryan Dahl, inspired by Flickr’s file upload progress bar, where he realized that the browser didn’t know how much of the file was uploaded and had to consult a web server to get this information.

Node.js is a JavaScript Server-side and open-source execution environment, using a combination of Google V8, Event loop and Single thread, asynchronous API, and non-blocking I / O, the project was first presented at the European JSConf.

Google V8

V8 is an engine created by Google, open source and written in C ++, it is used in Google Chrome and also by the Node.js runtime and was designed to improve the performance of JavaScript execution in web browsers.

JavaScript is an interpreted language, so it has a lower performance than a compiled language, V8 was created thinking about this language problem, instead of using an interpreter, it compiles the JavaScript code for machine code, executes, handles memory allocation and does garbage collector work.

Single thread

Node.js came with a single thread proposal, where only one thread takes care of requests and each one is treated as an event. Unlike other languages such as PHP, Java, and Ruby, which are multi-thread, where every request received is created a new thread, which often ends up consuming computer resources unnecessarily.

This model may seem strange at first because we always hear that having something multi-thread has better performance. But even though Node.js is a single thread, we are able to handle requests concurrently. Using non-blocking I/O calls and asynchronous API, considered a strong feature within Node.js, not blocking the execution of resources facilitates parallel execution and makes better use of computational resources.

Event Loop

The key that makes Node.js so efficient is the Event Loop concept, with great responsibility it is basically an infinite loop that at each iteration checks if we have events to be executed in the Task Queue.

In Task Queue he takes the event and sends it to be executed in the Call Stack. Its performance is due to the way it is executed, in a non-blocking way.

Call Stack 

In Computer Science, a stack is a data structure that allows the removal of elements and insertion of new objects. It works using the LIFO (Last in First Out) concept. Its basic operations are push and pop, a stack must keep its maximum size in a variable, and when that size is exceeded we have one of the famous errors in the programming, stack overflow.

Heap

It is the memory available to the Node.js process, whenever we call a “new Object” or create a variable to store a value, it is the responsibility of the Heap to store the values.

Task Queue

It can be considered as a queue of messages to be processed when we have calls such as setTimeout, access to network modules, I / O, among others.

The Event loop checks if it is a task that will require heavier processing if it does, it sends these executions to libuv, which executes them in a separate thread pool, allowing V8 to continue executing the code on the main thread.

However, if it is a lighter process it sends to be processed in the call stack.

Um exemplo de função que tem um processamento mais pesado é o readFile do módulo fs do Node.js, a libuv administra essa função em outra thread, quando ela terminar de ser

An example of a function that has heavier processing is the readFile of the fs module.

Libuv manages this function in another thread. When it finishes executing the callback will be added to the Task Queue to be executed in the call stack as soon as it is available.

The responsible for analyzing if my call stack is empty and if there are tasks in the Task Queue to be processed in the Call Stack is the Event Loop.

He is responsible for calling the next tasks while Node.js is running.

Macro e Micro Tasks

Up to this point, we understand how Call Stack works and how our functions are organized within the Task Queue.

But within the Task Queue, we have two types of tasks:

  • Micro tasks: such as promises and process.nextTick;
  • Macro tasks: where we have well-known examples in day-to-day development, such as setTimeout, setInterval.
Check out this video to better understand (PT-BR)

In this article I tried to explain in a basic way the functioning of the modules of the Node.js virtual machine, I will write more content about Node in the future.

Como estruturar seu time de tecnologia

Montar um bom time de tecnologia é um dos maiores desafios quando vamos iniciar um novo produto digital.

Dúvidas como: quais as funções dentro do time são necessárias, quantas pessoas preciso e qual o melhor perfil de profissional estão sempre na cabeça de novos empreendedores.

Nesse artigo vou apresentar alguns pontos que são essenciais no momento de montar uma equipe que dê resultados.

Perfis existentes dentro de uma equipe de tecnologia

Dentro da área de tecnologia temos vários papeis, e entender o que cada um desses perfis faz é primordial para um bom desempenho do projeto.

Vou escrever uma lista desses profissionais e descrever resumidamente sua função dentro da equipe.

Lembrando que cada momento da startup precisa de um determinado conjunto de profissionais, a nossa intenção aqui é apenas mostrar cada um deles para que você possa decidir quais você precisa.

CTO

É o diretor de tecnologia da sua empresa, ele é o responsável por toda área técnica do negócio.

É dele a responsabilidade de contratar o time para a área, controlar qualidade de código e débito técnico, estar sempre antenado em novas tecnologias e saber como tirar o melhor de cada pessoa dentro do time.

Como estamos falando de produtos digitais, tecnologia é uma das principais (se não a principal) áreas do negócio, dessa maneira é importante que esse profissional seja um dos sócios do negócio. Dessa maneira você consegue garantir seu engajamento.

PM

Ele é responsável por guiar o seu produto, é ele quem dá o direcionamento para onde o time deve seguir.

Quais funcionalidades serão lançadas e as necessidades do cliente estão na ponta da língua desse profissional.

Essa pessoa precisa ter uma noção growth hacking, definição de roadmap, processos, metodologias ágeis como SCRUM e KANBAN, e métricas de produtos.

Desenvolvedor front-end

O desenvolvedor front-end é o responsável por dar vida aos layout e interfaces que o designer (falaremos dele mais tarde) cria.

Ele trabalha na parte da “frente” de uma aplicação, a que nós usuários interagimos no dia a dia. Ou seja, ele cria os botões, telas, tabelas que os usuários utilizam no dia a dia.

Na grande maioria das vezes, esse profissional trabalha com a linguagem Javascript e entre suas preocupações estão acessibilidade, UX, perfomance no navegador, responsividade, integração com o back-end e muitas outras.

Desenvolvedor back-end

O desenvolvedor back-end é o responsável pela parte da nossa aplicação que roda no servidor. Dessa maneira, acaba ficando invisível para o usuário o que ocorre desse lado da aplicação.

É onde a comunicação com o banco de dados, integrações serviços de terceiros e regras de negócios de nosso sistema são realizados.

Quando se trata de desenvolvimento back-end, as linguagens utilizadas podem ser JAVA, GO, Javascript, Elixir, Pyhton, C# entre outras.

Desenvolvedor full stack

O desenvolvedor full stack, consegue atuar em várias partes dentro do nosso projeto, o mesmo consegue desenvolvedor tanto back-end como o front-end e dependendo da experiencia desse desenvolvedor ele até consegue trabalhar com devops.

Esse tipo de profissional é essencial para o início de uma startup, pois diminui a quantidade de recursos necessários para fazer um projeto rodar de ponta a ponta.

QA

Quality Assurance como o próprio nome diz, é a pessoa que garante a qualidade de nossa aplicação. Ela é responsável por fazer os teste do nosso produto, sejam eles automatizados ou não.

O objetivo desse profissional é diminuir a quantidade de bugs que chegam até o cliente final, aumentando assim a qualidade do produto como um todo.

UX/UI Designer

É a pessoa responsável por desenhar as telas do nosso produto, sempre visando a usabilidade, acessibilidade e experiência do usuário.

Temos 2 perfis aqui:

UI Design – Responsável por como a aplicação se comportará visualmente, ou seja, ele é quem desenha de fato as telas do aplicativo pensando principalmente na estética.

UX Design – Responsável pela experiência como um todo, além da interface ele pensa em aspectos como acessibilidade de facilidade do uso.

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Diferença entre UI e UX

Uma tendência do mercado é um profissional com essas duas características, dessa maneira ele consegue entregar tanto uma aplicação bonita quanto uma ótima experiência de usuário.

Devops

Devops, de maneira simplória, é a junção de práticas de desenvolvimento e operação (daí o nome dev e ops).

O seu trabalho é automatizar o máximo de funções de infraestrutura, como publicações em servidores, segurança, backup de banco de dados entre outros.

Um bom profissional sabe também trabalhar com as “nuvens” mais famosas como AWS ou Google Cloud.

Resultado de imagem para devops o que faz

Dicas para montar um bom time de tecnologia

Leve em consideração o contexto do produto e o momento do negócio

Quando surge a necessidade de ter que montar um novo time de tecnologia, seja para um novo produto digital ou lançamento de novas funcionalidades de um produto já existente, sempre tenha claro quais objetivos esse time precisa atingir.

Assim conseguimos saber exatamente quais os perfis iremos ter que procurar internamente ou externamente.

Monte um time multidisciplinar

Um time de tecnologia multidisciplinar é uma junção de pessoas de diferentes especialidades, que tem como objetivo a entrega de um resultado.

Com a diversidade, você consegue ter visões diferentes sobre um mesmo problema, dessa maneira a solução é bem mais criativa.

É importante que o objetivo seja claro para todos os integrantes da equipe, assim você consegue manter todos no mesmo barco e navegando na mesma direção.

Seja o mais transparente possível

É muito importante que as pessoas do time conheçam exatamente quais são suas responsabilidades e o que ela vai executar no dia a dia.

É muito chato a gente ser contratado para trabalhar em um processo X e acabar trabalhando com processo Y. Claro que essas situações podem acontecer, mas é fundamental que você como gestor converse com essa pessoa explique a situação.

Deixe claro aos membros que todos tem voz dentro do time, respeite as opniões e sugestões dadas por todos, saber que sua opinião será ouvida e analisada é muito bom.

Isso faz com que os membros da equipe tenham cada vez mais o espirito de pertencimento do produto, elas começam a se sentirem donas da empresa e isso trás muito resultado para o seu negócio.

Filtre pela cultura

Na maioria dos desligamentos das empresas o grande vilão é o fit cultural, isso porque apesar de muito importante é frequentemente ignorado.

Quando for contratar, certifique de fazer uma entrevista para garantir que o novo colaborador tenha todos os aspectos culturais que você preza dentro da empresa.

Toda empresa tem uma cultura definida, pois ela é o reflexo dos sócios e dos primeiros funcionários.

Nada pior com uma empresa que não emprega essa cultura diariamente, pois assim, você acaba criando uma cultura mediana.

Você precisa de pessoas que vistam a camisa, e para isso, eles precisam se sentir “em casa”.

Agora que você sabe como montar seu time de tecnologia está preparado para começar o seu produto digital? Qualquer dúvida deixe nos comentários.

Módulos do Node.js: entendendo event loop e as partes que o compõem

Neste artigo sobre tecnologia, resolvi explicar um pouco mais sobre os módulos de Node.js, para que você, programador, possa entender de uma vez o event loop e todos os seus componentes. Confira abaixo!

História

Node.js foi criado em 2009 por Ryan Dahl, inspirado pela barra de progresso de upload de arquivos do Flickr, onde ele percebeu que o navegador não sabia o quanto do arquivo foi carregado e tinha que consultar um servidor web para ter essa informação.

Node.js é um ambiente de execução JavaScript Server-side e open source, usando de uma combinação do Google V8, Event loop e Single thread, API assincronas e I/O não bloqueante, o projeto foi apresentado pela primeira vez no JSConf europeu de 2009.

O Google V8

O V8 é uma engine criada pela Google, open source e escrita em c++, usada no Google Chrome e também pelo runtime do Node.js, ela foi projetada para aumentar a performance de execução do JavaScript nos navegadores web.

O JavaScript sendo uma linguagem interpretada, tem uma performance menor do que uma linguagem compilada, o V8 foi criado pensando nesse problema da linguagem, ao invés de usar um interpretador, ele compila o código JavaScript para código de máquina, executa, manipula alocação de memória e faz trabalho de garbage collector.

Single thread

O Node.js veio com proposta de uma única thread, onde apenas uma thread cuida das requisições, cada requisição é tratada como um evento. Diferente de outras linguagens como PHP, Java e Ruby, que são multi thread, onde toda requisição recebida é criada uma nova thread, o que muitas das vezes acaba consumindo recursos computacionais de forma desnecessária. 

Esse modelo pode parecer estranho à primeira vista, pois sempre ouvimos que ter algo multi thread é mais performático, porém mesmo o Node.js sendo single thread, conseguimos tratar requisições de forma concorrente. Utilizando de chamadas I/O não bloqueantes e API assíncronas, considerada uma forte característica dentro do Node.js, não bloquear a execução de recursos facilita a execução paralela e aproveita melhor os recursos computacionais.

Event Loop

A chave que torna o Node.js tão eficiente é o conceito de Event Loop, com grande responsabilidade o Event Loop é basicamente um loop infinito, que a cada iteração verifica se temos eventos a serem executados na Task Queue, onde ele pega o evento e manda pra ser executado na Call Stack. Sua performance se dá pela forma que ele é executado, de forma não bloqueante, 

Call Stack 

Em computação stack(pilha) é uma estrutura de dados que admite remoção de elementos e inserção de novos objetos, ela funciona usando a forma LIFO(Last in First Out), suas operações básicas são de push e pop (empilhar e desempilhar), uma pilha deve guardar em uma variável seu tamanho máximo, e quando esse tamanho é excedido temos um dos famosos erros dentro da programação(Stack Overflow), estouro da pilha.

Heap

Ela é a memória disponível para o processo do Node.js, toda vez que damos um new Object ou criamos uma variável para guardar um valor, é responsabilidade da Heap armazenar os valores.

Task Queue

Pode ser considerada como uma fila de mensagens, a serem processadas, quando temos chamadas como setTimeout, acesso a módulos de rede, I/O, entre outras, O Event loop analisa e verifica se é uma tarefa que vai exigir um processamento mais pesado, caso seja, ele envia estas execuções para a libuv, que as executa em uma pool de threads separada, permitindo que o V8 continue executando o código na thread principal, e caso seja um processo mais leve ele envia pra ser processado na call stack.

Um exemplo de função que tem um processamento mais pesado é o readFile do módulo fs do Node.js, a libuv administra essa função em outra thread, quando ela terminar de ser executada o callback será adicionado na fila Task Queue para ser executado na call stack assim que ela estiver disponível. 

Tá mas quem é o responsável por analisar se minha call stack está vazia, e se tem tarefas na Task Queue para serem processadas na call stack, o Event loop, é responsável por chamar as próximas tarefas enquanto o Node.js estiver rodando.

Macro e Micro Tasks

Até este ponto entendemos o funcionamento da call stack e como são organizadas nossas funções dentro da Task Queue. Mas dentro da Task Queue, temos dois tipos de tarefas, Uma é a micro tasks alguns exemplos(promises, process.nextTick) e outra é a macro tasks onde temos exemplos bem conhecidos no dia a dia do desenvolvimento, como setTimeout, setInterval.

Galera neste artigo tentei explicar de forma básica o funcionamento dos módulos de Node.js que compõem a sua máquina virtual.  Esses módulos são apenas uma parte de toda a tecnologia, mas podem ficar tranquilos, pois escreverei mais conteúdos sobre o Node e seu funcionamento interno no futuro!

Enquanto isso, você pode conferir outros conteúdos sobre tecnologia no nosso blog. E se estiver interessado em trabalhar com Node no nosso ecossistema, basta acessar a nossa página de talentos!

Espero que tenha ficado claro e qualquer dúvida comenta aqui, valeu!

Como avaliar a qualidade de software? Saiba aqui!

Avaliar a qualidade de software é um processo essencial para garantir que a sua empresa entregue sempre bons produtos aos seus clientes. Fazer essa análise não é algo simples, mas pode se tornar mais fácil com o direcionamento correto.

Afinal, é preciso levar em consideração alguns critérios de qualidade bastante específicos, além de haver comprometimento em realizar esse levantamento de maneira periódica. Assim, é possível detectar prováveis novos problemas ao mesmo tempo em que a sua evolução é comparada.

Neste artigo, você vai conhecer a importância da avaliação da qualidade de software e vai aprender como realizá-la da forma correta em sua empresa. Confira!

Quais as dificuldades de fazer uma avaliação de qualidade de software?

Um dos principais problemas que as empresas enfrentam ao falar de qualidade de software é cair no erro de pensar que esse é um conceito subjetivo. E não é bem assim.

Quando abordamos a de qualidade de software, estamos falando de um diagnóstico possível a partir de indicadores de eficiência que são medidos com precisão por meio de uma estratégia inteligente.

Trata-se de um esforço que deve ser contínuo e integrado aos seus objetivos de negócio. Lembre-se também de documentar esse processo apropriadamente para que a equipe possa consultar os resultados e se basear neles a fim de se aprimorar constantemente.

Por que a avaliação da qualidade de software é importante?

Em relação à qualidade, assim como já pontuamos, não estamos tratando de um conceito subjetivo. Avaliar a qualidade de software se faz necessário para garantir que ele esteja funcionando adequadamente — tendo em vista os seus objetivos e a maneira como os usuários utilizarão esse recurso.

Uma avaliação como essa é essencial para evitar problemas bastante prejudiciais para a sua empresa. Um software que não funciona corretamente pode prejudicar a experiência dos seus usuários, comprometer os seus resultados e até danificar a imagem da sua empresa no mercado.

Aliás, com cada vez mais concorrência no mercado de desenvolvimento, é fundamental que o seu empreendimento seja capaz de entregar qualidade indiscutível em todos os âmbitos. Seja na criação de produtos internos ou externos, a sua equipe precisa manter um padrão de qualidade concreto e mensurável.

Ao realizar essa análise, você deverá responder perguntas, como:

  • O meu software cumpre o seu papel da maneira correta?
  • O meu software é capaz de ser corrigido e aprimorado?
  • O meu software responde com velocidade e eficácia aos pedidos do usuário?
  • O meu software adere aos padrões e leis de qualidade de desenvolvimento?

Como realizar uma avaliação de qualidade de software?

Tendo em vista a importância de avaliar a qualidade de software de sua empresa, é importante ressaltar que essa análise precisa ser feita corretamente. Senão, a eficácia da sua estratégia será prejudicada a partir de diagnósticos incorretos.

Quer ajuda nisso? Conheça a seguir as principais métricas que devem ser utilizadas ao fazer a avaliação da qualidade de software.

Alcance

Muito da qualidade de software depende da sua capacidade de extrapolar os próprios limites. Ao falar da métrica de alcance, a ideia é considerar os aspectos que o permitem atingir mais público.

Por exemplo, é o caso de quantos idiomas são suportados pela interface, os países em que funciona, as tecnologias com as quais se integra, entre outros.

Profundidade

Esse aspecto se refere à geração de mapas detalhados da arquitetura do seu software, um recurso fundamental para a análise de qualidade e a documentação adequada. Devem ser englobadas as etapas que envolvem a interface de usuário, a ferramenta de captura, a análise dos dados e as interações com o banco de dados.

Somente a partir desse mapa será possível compreender todas as ramificações da atuação desse software e, assim, detectar problemas que necessitem de soluções.

Usabilidade

A facilidade com a qual o usuário consegue utilizar o seu software é uma das métricas de qualidade que devem fazer parte da sua análise. Pensar em usabilidade é fundamental para entregar uma experiência positiva e alcançar os seus objetivos com essa tecnologia.

Deve ser avaliada a capacidade do software de fazer com que o usuário entenda suas funções, a maneira como permite sua operação, se o seu design é atrativo e se está adequado às normas, padrões e convenções de usabilidade.

Portabilidade

Essa métrica de análise de qualidade de software diz respeito à capacidade do código-fonte do produto ser utilizado em outras plataformas de execução. É algo que envolve portar uma solução para diferentes organizações para operar em ambientes distintos com outros objetivos.

Ou seja, envolve a possibilidade de adaptação do software a diferentes ambientes sem que suas funcionalidades sejam prejudicadas ou minimizadas e de coexistir com outras soluções ao compartilhar seus recursos. Essa métrica também se refere à capacidade de seu software de aderir a padrões e convenções estabelecidos em relação à portabilidade.

Confiabilidade

Quando um software tem alta confiabilidade, isso significa que ele tem uma taxa de falhas mais baixa. E isso é extremamente valioso para qualquer tipo de entrega tecnológica. Portanto, precisa estar entre as métricas consideradas em sua análise de qualidade de software.

Por mais que a ocorrência de falhas seja comum e até inevitável, você e sua equipe devem sempre dedicar todos os esforços possíveis para minimizá-las e implementar processos e as evitem. Para isso, ao definir o escopo do seu software, leve em conta a taxa de falhas em relação ao total de operações realizadas por ele.

Manutenibilidade

Esse termo significa o quão fácil é modificar um produto de software, geralmente com o objetivo de corrigi-lo ou adaptá-lo de alguma forma. Entretanto, não deve ser confundido com a capacidade de configurar o software.

Um software de alta qualidade no quesito manutenibilidade é capaz de passar por diagnósticos em busca de falhas, deficiências e outros problemas. Ele deve permitir que soluções sejam aplicadas de forma efetiva, além de evitar efeitos inesperados a partir de tais correções. Por fim, também se refere à capacidade do software de ser testado após as correções.

Eficiência

A métrica de eficiência se refere ao tempo de execução das tarefas do seu software e o quanto isso é compatível com o grau de desempenho efetuado por ele.

Para o contexto de análise de qualidade de software, a avaliação de eficiência deve levar em conta a capacidade dele de trazer respostas em tempos apropriados, de utilizar seus recursos da melhor forma possível para proporcionar uma boa experiência ao usuário e de aderir aos padrões e leis referentes à eficiência.

Vale ressaltar que a eficiência de um software pode ser impactada por diversos fatores externos, como a velocidade de processamento do dispositivo, sua quantidade disponível de memória, desempenho do disco rígido, entre outros.

Métricas acionáveis

Uma análise de qualidade de software deve ser acionável, ou seja, inspirar ações corretivas no nível necessário a fim de proporcionar as melhorias esperadas.

Isso envolve entender os problemas detectados e os fatores que os geraram. A partir disso, você precisa levar em consideração os aspectos adequados para planejar as ações necessárias e aprimorar a qualidade de software.

Automação do processo

Analisar a qualidade de software não deve ser um processo manual. Por exigir atenção extrema, repetições exaustivas e assiduidade, pode acabar comprometendo a produtividade de quem tentar fazê-la dessa forma.

Em vez disso, vale a pena investir em uma solução automatizada que proporcione boas análises de qualidade de software à sua empresa. Você economizará recursos e contará com um resultado de maior eficiência.

Quais os benefícios de uma boa avaliação de qualidade de software?

Tendo em vista os pontos principais para a realização de uma análise de qualidade de software, vale ressaltar o quanto esse recurso é valioso para a sua empresa e suas entregas. Agora que entendemos como qualidade não é algo subjetivo, é preciso considerar os impactos positivos dessa análise contínua em seus produtos.

Confira a seguir alguns pontos que sinalizam as vantagens de uma qualidade de software para a atuação da sua empresa:

  • entrega de maior qualidade aos usuários, o que contribui para uma experiência superior e uma maior preferência pelas entregas da sua empresa;
  • formato replicável e escalável, capaz de se adaptar a múltiplos projetos e estender seus benefícios a todas as entregas de tecnologia do negócio;
  • estabelecimento de padrões a serem seguidos em projetos futuros, levando em conta diagnósticos extraídos das suas análises de qualidade de software;
  • aprimoramento técnico da sua equipe ao ter conhecimento sobre quais falhas evitar e como diagnosticá-las nas etapas de desenvolvimento;
  • métricas e padrões objetivos capazes de apontar qualidade de maneira imparcial e analítica, o que possibilita fazer entregas melhores em sua empresa sem subjetividade;
  • adesão a padrões e normas de diversos âmbitos de qualidade de desenvolvimento de software.

Ter visibilidade a respeito da qualidade de software da sua empresa é essencial para o sucesso de suas iniciativas no mercado. Aproveite as informações deste artigo para se basear nos critérios adequados e começar as suas análises levando em conta as métricas que realmente vão atestar a qualidade nessa área.

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O que é framework e quais seus principais tipos? Veja aqui!

O trabalho com desenvolvimento de software requer o conhecimento de diversas ferramentas, capazes de otimizar essa atuação e aprimorar o resultado dos seus projetos. Você sabe o que é framework e para que serve essa solução?

Trata-se de um modelo de funções diversas que pode ser usado por desenvolvedores para incluí-las em seu projeto. É uma ferramenta que possibilita a economia de bastante tempo de desenvolvimento.

Continue lendo este artigo para entender como um framework pode beneficiar os seus projetos, quais seus principais tipos e cuidados a serem tomados. Confira!

Os principais tipos de frameworks

Apresentaremos a seguir os frameworks de maior destaque e suas características. Veja!

Laravel

Atualmente, esse é um dos frameworks PHP mais usados no mercado, principalmente por ser muito robusto e versátil. Com foco em velocidade e elegância, o Laravel se adapta a grandes times e também a trabalhos solo a partir da sincronia de banco de dados agnóstica.

Caso surjam dúvidas, você pode acompanhar os Laracasts, que são as centenas de tutoriais em vídeos criados pela própria empresa.

Ruby on rails

Um velho conhecido de muitos desenvolvedores, o Ruby on rails é um framework formulado a partir da linguagem Ruby, que oferece ótimas condições de programação e testes em bancos de dados para aplicações web.

Traz funções de segurança embutidas e um kit de complementos que podem ser incorporados ao seu produto final para estender suas funcionalidades.

MeteorJS

Também chamado apenas de Meteor, esse framework traz excelentes condições para desenvolvimento em paralelo de aplicações mobile e web. Sua prototipação é veloz e desenvolvida para ser multiplataforma (arquitetura web, Android e iOS).

Por trazer um código altamente eficiente, contribui para uma menor incidência de bugs, sendo também considerado um recurso fundamental para e-commerces.

React

Diferentemente das outras opções da lista, o React é uma biblioteca, e não um framework. Ele é utilizado para a construção de interfaces de usuário com foco em elementos reutilizáveis para apresentar dados que se atualizam ao longo do tempo.

Entender por que o React não é um framework ajuda a definir esse conceito. Essencialmente, um framework resolve problemas estruturais e de arquitetura a nível de código, algo que o React faz.

Os cuidados a serem tomados ao usar frameworks

Por mais que os frameworks tragam inúmeras vantagens para o dia a dia de desenvolvimento de software, é preciso tomar alguns cuidados ao utilizar esses recursos. Afinal, empregados sem a estratégia correta podem prejudicar seu projeto.

Conheça a seguir alguns pontos fundamentais que devem ser definidos antes de começar a trabalhar com frameworks:

  • a documentação do uso do framework;
  • as necessidades que o framework é capaz de suprir;
  • o cronograma de implementação das funcionalidades do framework;
  • o responsável pela auditoria do código desenvolvido;
  • os responsáveis pela correção de bugs da implementação;
  • o nível de complexidade do framework em relação às necessidades do seu projeto.

Agora que você já sabe o que é framework, conhece as principais opções disponíveis no segmento e os cuidados a serem tomados, está na hora de começar a planejar as suas ações. Leve em conta as informações deste artigo para tomar as decisões certas durante as etapas de desenvolvimento do seu projeto e aproveite as vantagens desse recurso para contar com mais qualidade e produtividade.

Quer ajuda para conduzir tudo isso? Então, entre em contato conosco para que possamos conversar!

Saiba para quê servem os testes de software!

Melhor prevenir do que remediar! A abrangência desse dito popular tem efeitos importantes para o mercado digital. Nesse cenário, saiba que os testes de software permitem a detecção precoce de falhas nos sistemas antes do seu lançamento. Isso impacta positivamente na redução dos custos de implementação do produto.

Além da redução dos custos para a empresa desenvolvedora, beneficia o usuário final, vez que terá acesso a uma solução eficiente para suas necessidades. Diante disso, acompanhe o texto na íntegra e descubra para que servem os testes de softwares.

Teste de integração

Uma vez evidenciado o funcionamento adequado de cada uma das unidades de software, precisamos partir para a verificação da operação destas em conjunto. Essa adequação é constatada por meio do teste de integração.

A sistemática do teste de integração mais empregada é a incremental. Ela consiste em conectar e testar cada uma das partes do programa de maneira progressiva até que se obtenha a totalidade do que foi projetado. Semelhante à montagem de um quebra-cabeças, em que as peças vão sendo encaixadas umas com as outras até que a figura ganhe a forma total.

O modelo incremental tem sido bastante eficiente em detectar e corrigir falhas que podem ocorrer entre cada uma das unidades. Isso permite que as causas de erros e suas correções sejam realizadas com rapidez e maior precisão.

Teste de regressão

O teste de regressão é aplicado com vistas a impedir que um procedimento de atualização ou correção acabe gerando um bug em outro componente. Sem o teste de regressão, qual poderia ser o resultado? Bug total!

A estratégia para a escolha de quais testes de regressão serão selecionados depende das especificidades e da escala do produto (pequeno, médio ou grande), bem como das necessidades dos usuários.

Por exemplo, optar por um método de regressão manual pode promover ganhos na percepção de pequenas falhas, todavia costuma ser demorado quando comparado ao sistema automático. Ainda, optar por uma abordagem de regressão parcial permite a verificação da parte que foi modificada e suas adjacências, o que promove um ganho de tempo.

Portanto, sob a ótica empresarial, reduzir o tempo de testes e o esforço da equipe, aliado a melhora da qualidade do produto precisam ser considerados no momento de escolher qual será a estratégia adotada para os testes de regressão.

Teste de usabilidade

As modalidades de testes acima destacadas têm por escopo a verificação da funcionalidade do software. Ou seja, avaliam se a solução realiza as tarefas para as quais foi projetada. De maneira complementar, o teste de usabilidade mensura a experiência do usuário durante sua interação com o sistema.

O método mais empregado para avaliar a usabilidade de um software é o teste de heurística ⎼ que resolve problemas e acrescenta mecanismos com base em informações obtidas por meio da experiência prática. Alguns dos critérios considerados nessa avaliação são os seguintes:

  • perfil do público-alvo que utiliza o software;
  • principais problemas enfrentados por esses usuários na utilização do sistema;
  • acessibilidade do sistema;
  • interface é intuitiva e permite o aprendizado do usuário de maneira autônoma.

Assim que esses e outros questionamentos forem devidamente registrados, os resultados devem ser apresentados aos desenvolvedores do software para que o aprimorem. A adoção dessa medida proporcionará crescimento exponencial para sua empresa.

Nesse contexto, cabe destacar a importância de se avaliar a viabilidade de contratar uma empresa outsourcing de desenvolvimento de software. Preferencialmente a prestadora de serviços a ser contratada deverá atuar com base no conceito MVP, como a EZ.devs, por exemplo.

Sendo assim, destacamos que os testes de software permitem avaliar de modo criterioso se o programa entrega ferramentas compatíveis com as necessidades dos usuários. O resultado da adoção desses testes será a apresentação de um produto competitivo e com grande valor agregado perante o mercado.

Por isso, caso esteja pensando em proporcionar experiências incríveis aos seus clientes, entre em contato com nossos consultores. A EZ.devs oferece soluções criativas que aliam os conceitos de inovação, tecnologia e performance.

5 motivos para usar o Node.js em sua empresa

Com o Node.js podemos criar aplicações JavaScript para rodar em um ambiente server-side, utilizando da “engine” de JavaScript Google v8, a mesma do Google Chrome (ECMAScript 5)

Apesar de ser uma tecnologia recente, é utilizada por grandes empresas como Uber, Netflix, Linkedin, Nasa, Walmart e muitas outras. Com a adesão dessas grandes empresas, a utilização do Node.js na comunidade se tornou rotineira. 

Um dos principais motivos da sua adoção é a sua alta capacidade de escala. Sua arquitetura, flexibilidade e baixo custo, os tornam ideal para implementações de microsserviços e arquitetura serverless. Com isso é muito comum vermos novas empresas decidirem pela utilização do Node.js, dessa maneira a procura por desenvolvedores que sabem da tecnologia tem aumentado dia a dia.

ATENÇÃO: O objetivo desse artigo não é citar ou tentar convencê-lo de que o Node.js é melhor que alguma outra tecnologia, a escolha do Node.js ou qualquer outra tecnologia envolve muita complexidade e depende majoritariamente do contexto em que o projeto estará envolvido.

1. Amplamente utilizado por grandes empresas e novas startups

Como disse anteriormente, grandes empresas e a comunidade tem adotado essa tecnologia para novos projetos, e como Node.js é um projeto open-source ele conta com diversos contribuidores ao redor do mundo, isso tráz muitos benefícios pois essas pessoas sempre estão contribuindo para evolução dessa tecnologia, o Node.js é mantido pela Node.js Foundation, trazendo mais confiabilidade sobre ele.

Além de ser uma decisão estratégica, como existem muitas empresas utilizando o Node.js, naturalmente surgem muitas oportunidades de negócio.

2. I/O não bloqueante (Event Loop)

O Node.js trabalha com o modelo de I/O não bloqueante, onde apenas uma thread é responsável por tratar as requisições. Essa thread é chamada de Event Loop onde cada requisição é tratada como um evento, o Event Loop fica em execução esperando novos eventos para tratar, e a cada nova requisição um novo evento é criado. 

Quando trabalhamos com Node.js precisamos pensar em uma abordagem orientada a eventos, o desenvolvedor precisa conhecer os eventos que serão emitidos em diferentes momentos da execução e saber como ouvir esses eventos para executar as operações necessárias, os recursos no Node.js e também na maioria das bibliotecas feitas para ele adotam um padrão não obstrutivo de escrever código, ou seja, quando você precisar fazer alguma tarefa pesada como leitura de arquivo, gravar algo no disco ou acessar um banco de dados tudo será feita de forma assíncrona por padrão.

3. Performance e produtividade

Em 2012 o Linkedin apresentou a mudança de Ruby On Rail para o Node.js, eis o resultado:

  • Muito mais performance, funcionando até 20x mais rápido em alguns casos;
  • Passaram de 30 para 3 servidores
  • Puderam combinar as equipes de back-end, front-end e mobile

Outro caso bastante famoso é do Paypal, onde trocaram de Java para Node.js e obtiveram resultados bem interessantes também:

  • Dobro de produtividade
  • 33% linhas de código a menos
  • 40% menos arquivos utilizados

4. JavaScript everywhere

Aqui na ez.devs nós utilizamos Javascript em todo a stack de desenvolvimento, dessa maneira fica muito mais fácil um desenvolvedor transitar entre o front-end, mobile e back-end, tendo apenas a mudança de contexto e não a mudança de linguagem.

5. Comunidade ativa

Um dos pontos mais positivos em relação ao Node.js e ponto positivo na sua escolha aqui na ez. É que Existem centenas de comunidades ao redor do mundo trabalhando para fazer do Node.js uma das principais tecnologias no ecossistema de desenvolvimento.

É muito fácil encontrar posts, tutoriais, palestras e módulos (NPM) para o Node.js, com isso, desenvolver na tecnologia se torna bem mais fácil.

Aqui no Brasil, temos grupos no slack, no facebook e a Rocketseat dando cursos sensacionais para quem quer aprender o Node.js.

Aqui na ez.devs nós temos um time especialista em Node.js, se você está com um produto digital e precisa de ajuda, entre em contato conosco.