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Criando uma cultura remota eficiente em um time de tecnologia

Já sabemos o quanto as culturas organizacionais estão se modificando dentro das startups e scale-ups, trazendo consigo a necessidade de encurtar cada vez mais as distâncias entre os talentos, o time de tecnologia, as empresas e os próprios consumidores. E não associar isso tudo à constante transformação digital na qual vivemos e que torna a criação de uma cultura remota cada vez mais eficiente. 

A cada dia que passa, ressignificamos o conceito de que os colaboradores só são produtivos quando executam as suas atividades no escritório da empresa, o tão conhecido (e agora questionado) trabalho presencial, e isso não passa de um grande mito! 

A necessidade de manter os talentos atuando de suas próprias casas devido ao contexto de crise sanitária, no qual ainda estamos vivendo, funcionou também como prova de que não somente o trabalho, mas a consolidação de uma cultura remota fosse algo possível e capaz de agregar valores tanto aos colaboradores como à própria organização. 

No entanto, desenvolver e consolidar esta cultura remota não é algo simples de se realizar e é nesse momento em que as empresas encontram diversos desafios, como a falta de entrosamento nos times, a dificuldade de manter uma rotina e um ambiente saudável e as frequentes falhas na comunicação entre os times. 

Pensando em como você pode ultrapassar estes obstáculos, aqui estão algumas dicas de como criar uma cultura remota eficiente em um time de tecnologia. Continue a leitura para saber mais!

Prezar por uma boa comunicação

Pode até parecer óbvio, mas a chave para garantir a eficiência em equipes remotas está, com certeza, em prezar por uma comunicação clara, sem ruídos e acessível a todos. Seja direto naquilo que você deseja comunicar à sua equipe e instrua as lideranças a fazerem o mesmo, isso dá a você a garantia de que não existam desvios de interpretação das mensagens. 

E por falar em mensagens, invista em plataformas e ferramentas capazes de suprir as necessidades de comunicação no dia a dia e una tudo isso a um pensamento assíncrono. 

E o que significa pensar de modo assíncrono? Vou explicar agora!

Quando estamos lidando com equipes remotas, primeiro precisamos entender que não há como controlar totalmente a disponibilidade dos membros. Ou seja, nem sempre toda a equipe estará disponível para atender às suas demandas ao mesmo tempo devido a uma série de fatores, que vão desde a flexibilidade de horários até uma possível instabilidade de conexão com a internet. 

Isso significa que a comunicação do seu time não deve se limitar à interações instantâneas, onde todos precisam estar conectados ao mesmo tempo, o que acontece quando realizamos vídeo chamadas e ligações de modo geral. Isso não quer dizer que este tipo de interação está proibido na cultura remota, apenas que ele não deve ser a principal forma de transmitir informações.

No lugar destas reuniões e chamadas, invista em uma boa plataforma de comunicação por texto que, além de não necessitar um sincronismo, impede que as ideias e discussões importantes se percam, já que por mensagem, tudo ficará registrado.

Saber designar tarefas para o seu time de tecnologia

Para manter o alinhamento da equipe é necessário que as lideranças sejam específicas ao designar tarefas. Dessa forma, é possível garantir o alinhamento entre os membros do time, fazendo com que todos tenham uma visão única do projeto, além de mitigar danos como a sobrecarga de diversos colaboradores e problemas ainda maiores como um burnout coletivo. 

Não basta apenas distribuir atividades à equipe sem antes acompanhar a evolução e o dia a dia dos membros, sem microgerenciar, é claro. Dessa forma, fique atento aos resultados alcançados e deixe todo o time a par das situações, instrua seus líderes a darem bons feedbacks aos demais colaboradores e também incentive o oposto: mostre que a liderança sempre estará aberta a críticas construtivas, que farão toda a diferença na evolução do seu time de tecnologia.

Empatia e apoio das lideranças

Por mais que o conceito de trabalho remoto seja diferente do home office, muita gente ainda se questiona se o fato de trabalharmos longe do escritório não faz com que nosso dia a dia seja muito solitário, principalmente quando estamos em casa. 

E, para que este questionamento não passe de um dos diversos mitos relacionados ao trabalho remoto, é preciso que os gestores exercitem cada vez mais a empatia e ofereçam apoio aos talentos do time. As lideranças da sua startup ou scale-up devem dar bons exemplos aos demais colaboradores e se mostrarem dispostas a ouvir através de coletas de feedback (que já mencionei anteriormente) e também de dinâmicas regulares de one on ones. 

O apoio aos membros também pode vir de outras formas, como através de bonificações e dinâmicas de integração. Afinal, não é porque estamos distantes fisicamente que somos impedidos de estreitar os laços com nossos colegas de equipe. Por último, mas não menos importante, é válido pensar em fornecer um programa de assistência psicológica aos membros como uma forma de benefício. 

Agora que você já anotou todas as dicas, não há mais desculpas para não investir em uma cultura remota de qualidade para o seu time de tecnologia, não é mesmo?! Precisando de ajuda para escalar o seu time de tecnologia com os melhores talentos para o seu negócio? Entre em contato conosco e ficaremos felizes em te ajudar!

Desenvolvedor remoto: 3 dicas para uma integração de sucesso com o time

Garantir a integração de um desenvolvedor remoto no seu time nem sempre é fácil. Para te ajudar, preparamos algumas dicas de como você pode investir nesta conexão entre os membros.

Desde o ano de 2020, devido à crise sanitária provocada pela Covid-19, manter os colaboradores atuando de suas casas se tornou algo cada vez mais comum entre empresas dos mais variados segmentos e tamanhos. Esta alternativa de trabalho fora do escritório não era algo novo, mas com certeza teve sua implementação acelerada devido às condições do momento. 

Você provavelmente já ouviu falar de tudo isso, mas é necessário fazermos essa contextualização para entender o que aconteceu após a implementação do trabalho remoto, mais especificamente do modelo de home office. O fato é que, mesmo com a possibilidade de uma retomada segura aos trabalhos presenciais, devido ao avanço da campanha de vacinação, manter os times atuando remotamente se tornou uma opção muito mais vantajosa a diversos empregadores, principalmente quando estamos falando de times de tecnologia.

Embora existam alguns mitos e desafios relacionados ao trabalho remoto, talvez o maior dos obstáculos esteja no isolamento. Mesmo com a crise global, já existiam empresas que praticam esse modelo de contrato e nos trazem importantes lições do home office, principalmente quando o assunto é a integração dos novos talentos.

Pensando nisso, neste conteúdo vamos falar um pouco mais sobre como você e sua empresa podem investir na integração dos desenvolvedores remotos, garantindo sucesso nas contratações de talentos tech. 

Continue a leitura para conferir as dicas!

Por que investir na integração dos talentos?

Engana-se quem pensa que investir na integração dos talentos é algo superficial ou até mesmo um “luxo” ao qual certas empresas se rendem. A verdade é totalmente o oposto disso, afinal investir em dinâmicas e estratégias de conexão entre os colaboradores é um dos fatores limitantes para a manutenção dos profissionais dentro da sua startup e, consequentemente, a garantia de sucesso do seu negócio.

Para tornar esta ideia mais palpável, o site de empregos Glassdoor divulgou números relacionados à retenção dos funcionários em empresas que investem em estratégias de integração e, neste caso, o percentual de permanência dos talentos é equivalente a 82%. Já os lucros e receitas podem, de acordo com o Boston Consulting Group, mais do que dobrar nestes negócios. 

Dessa forma, integrar um desenvolvedor remoto da forma correta é algo que beneficia não só o colaborador, mas sim as duas partes envolvidas nos negócios. No entanto, é preciso garantir que a experiência dos membros seja positiva ao longo de toda a sua jornada na empresa, desde o momento em que ele chega, até uma eventual saída. Para uma boa integração, abaixo você encontrará algumas dicas!

Dar apoio para lidar com os desafios remotos

Assim que os novos desenvolvedores forem contratados, é necessário pensar em um processo de onboarding muito bem estruturado, que sane as dúvidas dos membros recém chegados e lhes dê base para iniciar os seus trabalhos no time.

A princípio, é necessário garantir que o ambiente em que o talento está é adequado para a execução do seu trabalho, por isso, pense no que sua empresa pode fazer para melhorar a qualidade da rotina de trabalho, como por exemplo fornecer materiais ergonômicos, digitais e de escritório. 

Aqui damos um ponto positivo as empresas que se preocupam em presentear os novos colaboradores com kits de boas-vindas, já que são itens que possibilitam que a experiência do onboarding tenha um registro material, algo palpável que faz com que o desenvolvedor remoto sinta que realmente pertence à uma equipe.

Outro item que merece destaque em relação à recepção de talentos é a estruturação de grupos responsáveis pelos onboardings, que darão apoio em tudo o que o novo integrante precisar. Esta iniciativa é interessante pois ameniza a sensação de isolamento e desconforto dos recém chegados, já que a partir desta interação, abrimos um canal de comunicação e apoio com os demais talentos da empresa. 

Estimule conexões e aprendizados

Um dos principais objetivos do trabalho em equipe é compartilhar conhecimentos, experiências e aprendizados e isso não acontece da forma correta quando o time não possui sinergia. Por isso, é papel das lideranças garantir que as atividades executadas pelo time estejam agregando valor e conhecimento aos talentos, estimulando-os a aprenderem uns com os outros. 

Este aprendizado coletivo não deve se limitar apenas a um time, como também entre outros setores da empresa. Estreitar as conexões através da comunicação entre diversas áreas fará com que a sensação de pertencimento seja algo cada vez mais presente entre os desenvolvedores do seu time. 

Outra forma de estimular o aprendizado dos novos membros, neste caso de modo individual, é oferecer cursos e outras atividades, como workshops, relacionados ao escopo destes talentos dentro do time e da empresa. Assim, os conhecimentos serão sempre reciclados e cada vez mais os talentos poderão trazer novos insights para a equipe. 

Momentos de descontração, sem solidão

Nem só de reuniões cansativas e demandas incontáveis vive o colaborador no regime remoto. Inclusive, é preciso tomar muito cuidado com isso, já que burnouts coletivos são muito mais comuns no trabalho remoto devido ao fato de que muitos se esquecem que, por mais que estejamos em casa, há vida fora do trabalho. 

A solidão do home office é muito questionada e torna-se necessário sempre ressaltar que o trabalho remoto não precisa vir acompanhado do isolamento (exceto em momentos onde ele se faz inquestionável, como durante a pandemia de Covid-19). Existem diversas possibilidades de trabalhar longe dos escritórios e ainda assim manter o contato com outras pessoas, como em coworkings e, se a sua empresa possui um, mostre aos talentos que eles têm liberdade para usufruir deste espaço quando desejarem. 

Mas, para melhorar ainda mais a integração do time, mantendo a conexão mesmo quando fisicamente separados, é essencial investir em momentos de descontração ao longo da semana. Se no presencial temos as conversas de corredor ou na hora do café, por que não separar alguns minutos do dia para jogar conversa fora? Uma noite de games, um café ou um happy hour online podem ser boas alternativas para essa atividade.

Depois destas dicas você e sua empresa já estão preparados para estruturar um bom processo de integração entre o time, garantindo ainda mais sucesso nas contratações e tornando o ambiente de trabalho muito mais agradável.
Se você precisar de ajuda para escalar seu time de tecnologia de maneira eficiente, saiba que pode contar sempre conosco, basta entrar em contato!

Dicas para avaliar o fit cultural de um candidato

O conceito de fit cultural dentro do setor de Recursos Humanos é utilizado para definir o alinhamento entre o perfil dos profissionais e a cultura de uma empresa. Quanto maior o nível de afinidade entre o talento e a corporação, mais assertivas são as contratações e, consequentemente, os resultados também são positivos. 

A partir do momento em que novos desenvolvedores passam a fazer parte do seu time, são inseridas também novas identidades ao projeto e, por isso, é preciso garantir que os valores e objetivos destes novos talentos estejam de acordo com os da sua startup. Caso contrário, prejuízos como o aumento da taxa de turnover e gastos com o excesso de desligamentos aparecerão. 

Para evitar que estes prejuízos aconteçam, cada vez mais os times de recrutamento e seleção estão dando importância para o fit cultural na hora de construir relacionamentos saudáveis entre os colaboradores e tornando as rotinas ainda mais produtivas e eficientes. 

No entanto, para garantir precisão e sucesso na hora de avaliar o fit cultural dos seus candidatos é necessário planejar muito bem as suas ações dentro dos processos seletivos. Por isso, trouxemos neste conteúdo algumas dicas de como seu time deve proceder na hora de avaliar o fit cultural dos talentos de tecnologia ao longo dos processos seletivos. Confira!

Conheça a cultura e descreva bem as oportunidades 

A primeira dica para uma boa avaliação de fit cultural começa antes mesmo das fases dos processos seletivos serem executadas e está relacionada ao quanto você e seus atuais colaboradores conhecem sobre a cultura organizacional em que estão inseridos. 

Antes de buscar a cultura do seu negócio nos candidatos, é preciso garantir que os pilares que sustentam a sua empresa estejam bem consolidados entre os atuais membros da sua equipe. Dessa forma, fica muito mais seguro avaliar o que a empresa está realmente buscando em cada perfil de talento que passar pelos seus processos seletivos.

Com esta ideia já consolidada, é hora de prestar atenção em como as suas oportunidades estão sendo divulgadas, sejam elas através das páginas de talentos ou carreiras ou de vagas no LinkedIn. Isso porque estes canais são o principal ponto de conexão entre os profissionais e o seu negócio, é no momento em que eles se deparam com estas páginas ou vagas que despertam, ou não, interesses em se tornar colaboradores. 

Através de páginas de carreiras e vagas bem descritas, os talentos passam a conhecer mais sobre a cultura da sua empresa, a compatibilidade deles com as oportunidades. Portanto, dedique-se em descrever bem as informações sobre determinada vaga, como as skills necessárias, remuneração e benefícios, responsabilidades e também os principais pontos da cultura organizacional. Dessa forma, seu time consegue mais rapidez e assertividade na execução dos processos seletivos.

Vale ressaltar que, por mais importante que seja ter um candidato com perfil cultural alinhado ao da empresa, isso não basta. Os talentos precisam desempenhar bem as funções que lhes forem atribuídas, por isso, nunca deixe de analisar as suas competências técnicas e outras habilidades necessárias para determinada oportunidade.

Realize entrevistas comportamentais

Um dos momentos mais importantes em qualquer processo seletivo é a realização de entrevistas com os candidatos. Através delas, conseguimos conhecer mais sobre os profissionais e observar seus perfis psicológicos, habilidades e conhecimentos. Mas também é possível identificar pontos convergentes ou divergentes dos perfis em relação à sua cultura organizacional e, a partir deste momento, selecionar melhor os candidatos.

Em entrevistas de comportamento, quando realizadas da maneira correta, você poderá avaliar e identificar pontos como o perfil de liderança, proatividade para tomar decisões, entre outras habilidades importantes.

Complemente com dinâmicas em grupo

Outra maneira de avaliar o fit cultural dos talentos é através de dinâmicas em grupo, que surgem para complementar a etapa de entrevistas. Com atividades em equipe é possível analisar como os profissionais candidatos se saem na prática, em uma situação que simula as atividades do dia a dia. 

Dessa forma, o time de recrutamento e seleção consegue entender o comportamento dos talentos quando expostos em situações que envolvem outras pessoas na resolução de um problema, por exemplo, além de validar as informações coletadas na entrevista comportamental. 

Uma abordagem interessante, após a dinâmica em grupo, é coletar um feedback sobre as impressões de cada candidato a respeito da atividade. Assim, os recrutadores terão uma visão ainda mais ampla sobre cada perfil.

Analisar experiências anteriores

A última dica consiste em buscar saber mais a respeito das experiências anteriores dos candidatos. Através desta análise os recrutadores conseguirão identificar o nível de fit cultural do profissional com a oportunidade na qual ele está se candidatando, já que esses talentos podem ter passado por experiências em empresas com culturas completamente diferentes da sua. 

O fato de as experiências anteriores serem diferentes não deve ser algo eliminatório, o intuito de analisar estas informações não é esse. Conhecer o histórico profissional dos talentos serve como um auxílio às outras informações coletadas ao longo do processo seletivo, além de auxiliar o time no processo de adaptação dos novos colaboradores.

Com estas dicas, fica muito mais fácil garantir assertividade nos seus processos seletivos de tecnologia quando o assunto for encontrar candidatos com o maior nível de fit cultural possível. 
E, se precisar de ajuda para encontrar os melhores talentos para o seu time de uma maneira rápida e eficaz, pode contar com a ajuda do ecossistema EZ. Para isso, basta fazer o primeiro contato conosco por aqui e nós te ajudaremos a montar o seu time de tecnologia!

Inclusão no mercado de trabalho

Este texto foi produzido pela Vanessa Moura, a Vanny (@wonderwanny), desenvolvedora e Community Manager na Stack OverFlow, que nos conta um pouco sobre os desafios e benefícios de prezar pela inclusão no mercado de trabalho. 


Desde que eu comecei no mercado de trabalho de TI, escuto opiniões mistas sobre abrir espaço e preferência para minorias, na tentativa de diversificar e retificar aquela imagem precária de que a área de de tecnologia é predominantemente masculina cisgênero.

Já ouvi muitas pessoas falando sobre meritocracia e que as pessoas que estão ali estão apenas por merecerem. Mas eu sou da ideia que todos nós merecemos oportunidades iguais e nós sabemos (e temos números) que comprovam que essa realidade não é tão verdadeira.

Algumas pessoas têm muito mais vantagens em processos seletivos de trabalho e por trás disso vem uma fila enorme de dependências que impedem determinados grupos sociais de progredirem na mesma velocidade que outros. E isso é culpa da sociedade injusta a qual vivemos nos dias de hoje.

Muitas empresas abrem vagas prioritárias para influenciar a diversidade dentro da empresa sem nem ao menos ter um plano de ação para desenvolver essa pessoa. Eu mesma já participei de programas de estágio voltados a mulheres e fiquei completamente decepcionada com o descaso em que fui tratada. Além disso, não tive metade do meu potencial explorado, o que me fez pensar que esses programas de inclusão são apenas uma fachada para algumas empresas cumprirem com a “agenda”.

É claro que existem corporações sérias, que têm compromisso com o desenvolvimento e crescimento dos seus funcionários. Sabemos que uma pessoa bem motivada e recompensada traz lucros para as empresas e se sente mais realizada como profissional. Esse é o jogo onde todos são vitoriosos.

Refletindo sobre isso, resolvi escrever alguns pontos sobre a importância da diversidade dentro do ambiente de trabalho.

Mas o que seria diversidade?

Em termos gerais, diversidade é qualquer dimensão que pode ser usada para diferenciar grupos e pessoas uns dos outros. 

Significa respeito e valorização das diferenças. 

Todos nós trazemos conosco diversas perspectivas, experiências de trabalho, estilos de vida e culturas. A diversidade é definida por quem somos como indivíduos, e abrange a gama de semelhanças e diferenças que cada indivíduo traz para o local de trabalho, incluindo, mas não se limitando à, nacionalidade, idioma, raça, cor, deficiência, etnia, gênero, idade, religião, orientação sexual, identidade de gênero, status socioeconômico, condição de veterano e estruturas familiares. 

Definimos a diversidade da força de trabalho como um conjunto de atributos individuais que, juntos, nos ajudam a buscar os objetivos organizacionais com eficiência e eficácia. Em termos simples, a diversidade é a mistura.

O que é um local de trabalho diversificado?

A maioria das pessoas pensa em um local de trabalho diversificado como um ambiente de trabalho que promove a inclusão de funcionários de diferentes gêneros, etnias e origens raciais. Embora isso seja verdade, há mais do que isso.

O significado da diversidade tornou-se mais complexo. Uma força de trabalho diversificada inclui pessoas com variedade em uma série de categorias diferentes, como:

  • Religião
  • Cultura
  • Orientação sexual
  • Língua
  • Formações educacionais
  • Habilidades
  • Necessidades

Os benefícios da diversidade no local de trabalho

Saiba porque é importante investir na diversidade na hora do recrutamento

1. Novas perspectivas

Ao contratar pessoas de diversas origens, nacionalidades e culturas, você está trazendo uma nova gama de perspectivas para a mesa. Isso pode levar a benefícios como melhor resolução de problemas e aumento da produtividade. Pense nisso como uma caça ao tesouro: você terá mais sucesso enviando todos da equipe na mesma direção? Ou você vai reunir informações mais rapidamente por ter uma equipe que se divide estrategicamente?

2. Grupo de talentos mais amplo

Os funcionários não estão mais simplesmente procurando um emprego com o expediente das nove horas da manhã às cinco horas da tarde e que pague bem. Eles estão procurando um espaço onde possam crescer, se sentir aceitos e ser desafiados. E é por isso que uma empresa que adota a diversidade atrai uma gama mais ampla de candidatos, que procuram um lugar progressivo para trabalhar.

Além disso, as gerações millennial e Gen Z são as mais diversas da história. Da mesma forma, um estudo da Glassdoor em 2020 descobriu que 76% dos funcionários e candidatos a emprego relatam que uma força de trabalho diversificada é um fator importante ao avaliar empresas e ofertas de emprego. Como resultado, empresas diversas têm maior probabilidade de atrair os melhores talentos.

Por outro lado, uma empresa que também busca ativamente a inclusão e a diversidade de candidatos terá acesso a um leque de talentos mais amplo. Embora você deva sempre ser seletivo sobre quem você contrata, ser excessivamente exigente com características que não importam diminuirá significativamente o número de pessoas que você pode considerar. É por isso que abraçar a diversidade de origem, pensamento, etnia e outros fatores são essenciais para encontrar boas contratações.

3. Mais inovação

A diversidade no local de trabalho leva à inovação. Se você pensar bem, a correlação faz sentido. Se você tiver um grupo homogêneo de pessoas, é provável que tudo (desde seus padrões de pensamento a experiências de vida e habilidades de resolução de problemas) também seja semelhante. E a mesmice não leva a soluções criativas. Por outro lado, um grupo heterogêneo de funcionários contribuirá com perspectivas únicas que podem levar a inovações no pensamento.

É o mesmo motivo pelo qual as empresas saem do local para reuniões estratégicas importantes ou por que uma mudança no ritmo pode ajudá-lo a resolver aquele problema no qual você está preso há dias. Sabe-se que novas circunstâncias e ambientes geram novas idéias, e um estudo recente também descobriu que as empresas que têm uma boa pontuação nos indicadores de diversidade tendem a ser comprovadamente mais inovadoras.

4. Melhor desempenho do funcionário

Diversidade e inclusão caminham juntas. Quando você cria um ambiente de trabalho onde os funcionários veem uma representação de uma variedade de culturas, experiências e formas de pensar, eles ficam mais propensos a se sentirem confortáveis ​​sendo eles mesmos. Isso, por sua vez, leva a funcionários mais felizes e produtivos.

Por outro lado, a pesquisa descobriu que uma cultura rígida e homogênea pode sufocar a diversidade cognitiva natural devido à pressão para se conformar. Se os funcionários não sentem que podem ser eles mesmos no trabalho, é mais provável que temam a rejeição e não produzam seu melhor trabalho.

5. Aumento dos lucros

Existem muitos estudos que mostram que diversas equipes simplesmente têm um desempenho melhor e, como resultado, geram mais lucros. Um relatório da McKinsey de 2015 sobre 366 empresas públicas descobriu que aquelas no quartil superior para diversidade étnica e racial na gestão tinham 35% mais probabilidade de ter retornos financeiros acima da média do setor. 

Além disso, aqueles no quartil superior para diversidade de gênero tinham 15% mais probabilidade de ter retornos acima da média do setor. Outro estudo da McKinsey descobriu que as empresas de capital aberto dos EUA com diversos conselhos executivos têm um retorno sobre o patrimônio 95% maior do que aquelas com conselhos homogêneos. Ainda outro estudo do Boston Consulting Group descobriu que aumentar a diversidade e inclusão nas equipes de liderança leva a um melhor desempenho financeiro. Claramente, a diversidade compensa.

Os desafios de criar uma força de trabalho diversificada

Como em tudo na vida, criar uma força de trabalho diversificada não é fácil. E se fosse, veríamos mais pessoas de outros grupos em cargos de liderança, mais frequentemente.

1. Preconceitos injustos

Infelizmente, existem indivíduos que não toleram pessoas que são diferentes deles. Isso pode resultar em atos de racismo, LGBTQfobia, assédio sexual ou mesmo discriminação religiosa.

Se essas dificuldades se desenvolverem em sua empresa, isso pode criar um ambiente de trabalho desconfortável, hostil (e até perigoso) e prejudicar a reputação de sua empresa. Você precisará implementar políticas rígidas contra qualquer forma de discriminação no local de trabalho e tomar medidas imediatas contra aqueles que não cumprem as regras.

2. Barreiras de comunicação

Um exemplo que ninguém pensa é que ter uma equipe diversificada pode significar que alguns dos membros falam línguas estrangeiras… Isso pode resultar em uma lacuna de comunicação entre os funcionários, o que terá um impacto negativo na produtividade da sua empresa.

Você pode evitar isso contratando pessoas multilíngues para fazer traduções. Existem também vários aplicativos de tradução no mercado que você pode escolher. Você pode até considerar o envio de funcionários para cursos educacionais para aprender novos idiomas. Como um bônus lateral, isso os ajudará a se comunicar com clientes estrangeiros.

Preencher a lacuna de comunicação entre os funcionários fará sua empresa crescer e abrirá mais portas para o sucesso.

3. Diferentes interpretações da etiqueta profissional

Culturas diferentes têm tradições diferentes. Além disso, eles também têm valores e etiquetas diferentes no que diz respeito ao local de trabalho. Isso pode causar mal-entendidos entre os membros da equipe e, potencialmente, levar a conflitos.

Para superar isso e evitar conflitos no local de trabalho, certifique-se de que seus funcionários entendam e respeitem as tradições uns dos outros.

A conclusão é que, para muitos que não olham essas lacunas como problema e não enxergam a inclusão como solução, acabam por pensar que programas de capacitação e inclusão de minorias seja uma forma trapaceira. O que elas não pensam é que a sociedade já trapaceia quando dificulta os caminhos para muitos e facilita o caminho para alguns poucos.

Grandes avanços na tecnologia foram concretizados por pessoas diferentes, em lugares diferentes do mundo, com culturas diferentes, pensamentos, histórias, experiências, necessidades diferentes. Imagine um mundo onde todos temos oportunidades iguais de nos desenvolvermos como profissionais e tivermos acesso a direitos iguais. Com certeza, teríamos uma sociedade mais avançada, com oportunidades a todos.

Employer branding: 4 métricas para medir a atração da sua empresa

Employer branding e os conceitos de marca empregadora já foram temas abordados em outros artigos aqui no blog da EZ.devs. Ressaltamos a importância de traçar estratégias capazes de mostrar aos talentos porque sua empresa é o lugar onde eles desejam trabalhar, principalmente em um cenário de alta competitividade por talentos, onde nem sempre a empresa que oferece o salário mais alto será aquela que conseguirá atrair os profissionais. 

Isso porque, atualmente, itens como a qualidade de vida, um ambiente de trabalho saudável e desafios técnicos alinhados com os planos de carreira têm pesado muito mais na balança de pessoas desenvolvedoras na hora de escolher o melhor lugar para se trabalhar. 

Fazer com que a cultura da sua empresa seja vista pelos potenciais talentos é a chave para atrair os melhores talentos para o seu time, realizando contratações assertivas e, assim, driblando um dos maiores desafios das startups atualmente: reduzir as taxas de turnover.

No entanto, apenas aplicar estas estratégias não é o suficiente para consolidar o seu employer branding. Assim como em qualquer outra estratégia, para fortalecer a visão da sua empresa como marca empregadora é necessário medir o desempenho das ações realizadas e analisar a sua efetividade. 

Pensando nisso, trouxe neste artigo algumas métricas essenciais para que você consiga medir a capacidade da sua empresa em atrair e reter os melhores talentos. Continue a leitura!

Principais métricas aplicadas no Employer Branding

Abaixo, encontram-se as cinco principais métricas para analisar o desempenho das ações de employer branding dentro da sua empresa. Vale ressaltar que, antes de adotá-las, é necessário definir quais resultados sua empresa deseja alcançar com estas estratégias, seja a redução das taxas de turnover, atração de novos talentos, aumento nos acessos às páginas e anúncios de vagas ou até mesmo a redução no tempo dedicado às contratações. 

Taxa de retenção

Considerada uma das métricas mais importantes para garantir a efetividade no recrutamento e seleção, calcular a taxa de retenção de talentos consiste em analisar o quanto a sua empresa está sendo capaz de manter os profissionais nos times. Uma análise quantitativa diretamente ligada à taxa de turnover do seu negócio.

Uma empresa que é capaz de reter os talentos mostra que possui um ambiente de trabalho seguro e agradável, que corresponde às expectativas dos profissionais. Afinal, nenhum recrutador contrata com a intenção de desligar os colaboradores após três meses, não é mesmo?

Para calcular esta métrica, basta selecionar um período de tempo em que se deseja analisar e dividir a quantidade de trabalhadores ao final deste período pela quantidade inicial do período. Quanto mais próximo de 1 for o resultado, melhor é a taxa de retenção. 

Tempo de contratação

Saber exatamente quanto tempo seu time de recrutamento e seleção gasta ao longo de todo o processo de contratação de novos talentos é uma boa métrica para analisar a efetividade da gestão da sua marca empregadora. 

Isso porque, contratações que demoram muito tempo para acontecer podem indicar uma má estruturação nos processos seletivos ou até mesmo no sistema de recrutamento da sua startup, algo que impacta diretamente o seu employer branding, tendo em vista que processos de recrutamento e seleção eficientes também fazem parte da construção de uma boa marca empregadora. 

Portanto, analise periodicamente como seu time de RH está evoluindo em relação ao tempo dedicado para cada contratação. 

Qualidade na contratação

Muito mais importante do que atrair uma grande quantidade de talentos, é garantir que estes tenham fit cultural com a empresa e, assim, sejam os profissionais certos para o seu time. Os futuros colaboradores só conseguirão agregar valor ao trabalho se os seus objetivos estiverem alinhados com os propósitos do seu negócio precisam estar alinhados com os propósitos do seu negócio. 

Sendo assim, para analisar a qualidade nas contratações, é preciso identificar o valor gerado pelos talentos em seu primeiro ano de empresa, bem como a sua produtividade ao longo do tempo. Além disso, procure saber quanto tempo estes novos colaboradores levam para ter o mesmo desempenho dos veteranos, de acordo com os seus escopos, é claro.

Você perceberá que a gestão do seu employer branding está sendo assertiva quando ela possibilita uma melhoria constante dos talentos ao longo do tempo em que estão na empresa. Faça este acompanhamento com o auxílio das lideranças, assim, você obterá respostas mais precisas.

Indicações e reputação da empresa 

Por último, mas não menos importante, vale se questionar o quanto a sua marca tem sido promovida através do marketing “boca a boca”. Antes de propagar a cultura da sua empresa mundo afora, é necessário garantir que ela está bem consolidada entre aqueles que já fazem parte dos times, e uma boa maneira de identificar isso é analisando a porcentagem de candidaturas à determinada vaga que foram feitas através das indicações dos próprios colaboradores da empresa. 

O número de indicações nos processos seletivos reflete a força da nossa marca empregadora, já que é muito pouco provável que funcionários descontentes com o seu ambiente de trabalho o indicarão a seus conhecidos. Analise o quanto os seus colaboradores se empenham em divulgar as oportunidades e quantos talentos provenientes destas indicações você realmente contrata. Quanto maior for este número, mais forte é o seu employer branding.

Ao longo deste artigo, você viu que as métricas são tão importantes quanto a implementação do seu employer branding. Afinal, de que adianta implementar novas estratégias sem analisar se elas estão sendo realmente efetivas, não é mesmo? 

Garanta que seu time de recrutamento esteja a par com estas métricas e fortaleça a visão da sua empresa como uma boa marca empregadora!

Marketplace de Tecnologia: Por que as Startups fazem parte do nosso ecossistema?

A dificuldade para encontrar talentos de tecnologia em um mercado competitivo é algo frequente entre as startups que buscam escalar os seus produtos de uma maneira rápida e eficiente, por mais que os seus times de recrutamento e seleção sejam bem estruturados. 

Como avaliar e validar candidato por candidato, aplicar testes técnicos e estruturar times ágeis de alta performance e ao mesmo tempo traçar novas estratégias para os negócios? Esta não é uma tarefa nada fácil. E nós sabemos disso.

Na busca por auxiliar estas startups e scale-ups a terem os melhores profissionais de tecnologia nos seus times é que surgem os marketplaces, como uma alternativa a todos os modelos de negócio já existentes relacionados à aquisição de talentos. Não somos uma empresa de terceirização e outsourcing, não somos uma fábrica de softwares, não fazemos Hunting.

Então, o que um marketplace de talentos de tecnologia faz? 

Criamos um ecossistema que contribui para que as empresas parceiras se desenvolvam e encontrem seus talentos tech de uma forma rápida e humanizada. Mas existem outras características que nos diferenciam de tudo aquilo que você já sabe sobre alocação de talentos. E agora vou mostrar a você quais são elas.

Agilidade, qualidade e personalização

Em um marketplace gerenciado de talentos como a Ez.devs, as contratações acontecem de uma forma muito mais rápida. Isso porque os talentos já fazem parte do nosso ecossistema, já foram devidamente avaliados (tanto em relação à cultura como as habilidades técnicas) e assim, você só precisa selecionar aquele que considera ter mais fit com a sua empresa, time e projeto. 

A partir do momento em que os negócios adentram o ecossistema Ez, nos concentramos em proporcionar o match perfeito entre os desenvolvedores e os times nos quais eles estarão alocados, garantindo que ambos estejam satisfeitos nesta relação de trabalho. 

Customer Success e Talent Success

Já que o nosso objetivo é unir talentos que buscam por boas oportunidades no mercado à empresas que precisam escalar seus produtos da maneira mais efetiva, contamos com duas frentes de customer success, uma voltada para os talentos e outra para as startups parceiras, onde alinhamos as expectativas de ambos os lados, para que estas relações sejam o mais positivas possível. 

Através de uma equipe especializada nesta área, escutamos os talentos para saber se sua atuação na equipe condiz com os seus objetivos de carreira, ao mesmo tempo em que buscamos saber como está sendo a experiência das startups em nosso ecossistema e o que podemos fazer para otimizar esta parceria. 

Dessa forma, conseguimos minimizar alguns gaps comuns entre negócios que precisam contratar talentos de forma rápida, como a taxa de turnover elevada. Afinal, nenhuma empresa contrata profissionais com a intenção de desligá-los depois de um curto período, ainda mais quando se está inserido em um cenário de busca pelo alto crescimento. 

Processo seletivo único 

Processos seletivos não assertivos são um dos principais motivos pelos quais as empresas não conseguem atrair os talentos para seus times. Horas de entrevistas e testes que na verdade não agregam em nada e não avaliam a performance dos candidatos no dia a dia dos projetos levam a dois caminhos desagradáveis: desistências ao longo das etapas de seleção ou, novamente, um altíssimo índice de turnover.

E esse problema é solucionado através do nosso marketplace que, através de um único processo seletivo, os talentos adentram o ecossistema Ez.devs e encontram diversas oportunidades em empresas alinhadas com o seus planos de carreira. Por outro lado, as startups e scale-ups se beneficiam de time escalado em tempo recorde e com talentos já validados tecnicamente.

Internalização dos talentos 

Digamos que o talento que você escolheu para o seu time gerou excelentes resultados para o seu projeto e a sua empresa era exatamente aquilo que ele desejava no seu plano de carreira. Ótimo, não é mesmo?!

Mas saiba que ele pode ficar ainda melhor: após seis meses com o talento alocado no seu time, você pode internalizá-lo e, a partir de então, o vínculo dele com a Ez.devs se encerra e ele passa a ser um desenvolvedor da sua startup. Assim, vocês passam a traçar, juntos, os melhores caminhos para os negócios e para a carreira do talento. 

Se internalizar os talentos da Ez for a melhor estratégia para o futuro do seu projeto, pode ter certeza que terá o nosso apoio nesta decisão. 

Agora que você já entendeu os motivos que levam diversas startups e scale-ups a fazerem parte do nosso ecossistema, pode encontrar os melhores talentos de tecnologia para o seu projeto de uma forma rápida e assertiva. 
Para isso, basta solicitar um primeiro contato conosco por aqui e nós faremos de tudo para alcançar o match perfeito!

Gestão Ágil: Por que seu time precisa crescer junto com a empresa?

O alto crescimento de uma startup é visto, em grande parte do tempo, como algo positivo, e não estamos errados quando pensamos dessa forma. No entanto, por mais que os resultados sejam animadores, é preciso estar atento à evolução dos times que compõem sua startup para garantir que eles cresçam junto com os negócios.

É muito comum que, com um crescimento inesperado, as pessoas mais impactadas sejam os colaboradores, que precisam lidar com uma demandas de trabalho maiores. Por esse motivo, deve-se tomar muito cuidado para que este crescimento não impacte negativamente no dia a dia dos talentos e, consequentemente, não haja uma taxa elevada de turnover. 

Quando entendemos que esses talentos são a parte mais importante de todos os processos e resultados da das startups, garantimos que todos os envolvidos, empresa e profissionais, encontrem benefícios nesta relação. Com colaboradores mais engajados, a produtividade melhora e torna possível alcançar resultados ainda mais positivos, já que esses talentos se sentem valorizados e constroem sua carreira conforme a sua evolução na empresa.

Para garantir este crescimento em conjunto, devemos pensar em maneiras de otimizar os processos cada vez mais, tornando o trabalho mais efetivo e agradável aos colaboradores, gerando os resultados desejados. 

Apostar na gestão ágil pode ser uma excelente forma de fazer com que seus times de tecnologia cresçam em conjunto com a empresa. Pensando nisso, neste artigo vamos explicar um pouco mais os conceitos por trás desta agilidade e como ela pode ser aplicada no dia a dia da sua startup. 

Continue a leitura para saber mais!

O que é gestão ágil de projetos e como funciona?

Proveniente do Manifesto Ágil, o conceito de cultura ágil e gestão para projetos de desenvolvimento de software pode parecer simples, já que consiste na aplicação de práticas ágeis no dia a dia de trabalho com o objetivo de fazer com que as entregas sejam mais rápidas e ainda assim, mantendo a qualidade dos produtos. 

Um projeto que possui uma gestão ágil preza pelo desenvolvimento das equipes envolvidas no trabalho e não exatamente dos processos a serem executados. Por esse motivo, os projetos são quebrados em partes menores, com ciclos de entrega realizados em períodos mais curtos, permitindo mudanças durante a execução e fazendo com que o cliente consiga observar mais de perto o andamento do projeto.

Dentro da gestão ágil, a rapidez não é só o que importa, mas também as melhorias implementadas durante os processos, o engajamento do time, a aplicação de testes e a adaptabilidade de todo o fluxo. É preciso que os gestores estejam cientes de que, se for preciso mudar de rota no meio do caminho, o time deve se planejar e tomar esta atitude para que os objetivos sejam atingidos. 

Por este motivo, uma das principais características da gestão ágil é a formação de times de alta performance que tenham como foco a multidisciplinaridade. Contar com diversas habilidades em uma única equipe permitirá ao time tomar decisões importantes sem depender de outros setores da empresa, garantindo assim, mais agilidade, que é o objetivo principal da metodologia. 

Como aplicar a gestão ágil de projetos?

Imagino que a sua dúvida agora é sobre como colocar todo esse conceito em prática no dia a dia da sua empresa e, por isso, abaixo estão algumas dicas de como você pode iniciar a aplicação de uma gestão ágil nos seus projetos de tecnologia. 

Existem diversas metodologias destinadas à gestão ágil de projetos, como Squads, Scrum, Kanban e Lean, por exemplo. Cada uma delas possui uma forma diferente de execução e podem funcionar separadamente ou em conjunto com as demais, tudo depende das necessidades do seu time e da sua empresa. 

Em outros artigos do nosso blog, explicamos com mais detalhes sobre cada uma dessas metodologias. Vale a pena dar uma olhada, basta clicar nos links abaixo!

Agora vamos às dicas gerais:

Treine a sua equipe

A primeira dica é sobre o que fazer antes de colocar as metodologias em prática. É necessário que todas as mudanças sejam explicadas com detalhes aos colaboradores envolvidos nesta implementação e isso se torna ainda mais importante se a empresa nunca adotou estes métodos anteriormente. 

Para que não haja inseguranças por parte da equipe, é necessário garantir que os colaboradores e lideranças que estão à frente desta aplicação conheçam bem sobre o assunto para que, assim, possam conduzir o restante do time e minimizar os impactos dessas mudanças na rotina dos talentos. 

Não deixe de destacar os benefícios das metodologias ágeis e invista em treinamentos para que as equipes se sintam seguras e a aplicação aconteça como planejado. 

Erre rápido

Já sabemos que as startups buscam um crescimento exponencial e para isso acontecer, muitas vezes é necessário mudar as estratégias no meio do caminho e estas mudanças, geralmente, acarretam erros até que todos estejam habituados aos novos processos. Por isso, é preciso testar e, assim, observar as possíveis falhas o quanto antes para que o problema não se torne ainda maior no futuro.

Quanto antes for observado o que não está dando certo, melhores decisões são tomadas e o time garante tempo hábil para pensar em soluções que vão, de fato, resolver os desafios. Tente prever o que pode acontecer com as mudanças que você deseja implementar para que possa driblar as dificuldades. Afinal, antes de algo dar realmente muito certo, é preciso testar muito. 

Documente tudo

Toda grande mudança em uma startup deve ser documentada, e com a implementação de processos de gestão ágil não seria diferente. Por isso, documente todas as informações importantes para essa transformação: as motivações, objetivos, que profissionais estão envolvidos e até mesmo as falhas ao longo do percurso. 

A partir destes registros, ficará muito mais fácil saber por onde seguir, analisar o que está sendo impactado com estas transformações e, é claro, conferir se os times estão acompanhando a evolução da empresa. 

Agora que você já entende um pouco mais da importância em ter um time que cresce junto com a sua startup ou scale-up, está na hora de investir em um time de alta performance para colocar a agilidade em prática. Para isso, você pode contar com a nossa ajuda e fazer tudo de uma forma rápida, O que acha de bater um papo com a gente? 
Entre em contato com a Ez.devs por aqui, e escale o seu time de tecnologia!

Por que você deve estar de olho nos novos profissionais de tecnologia?

O mercado de tecnologia encontra-se em constante transformação. Cada vez mais amplo, dinâmico e globalizado, faz com que as empresas que desejam escalar seus produtos e alavancar seus negócios invistam nos melhores profissionais de tecnologia para comporem os seus times. 

No entanto, o constante crescimento da área tech no mundo dos negócios, torna a busca por bons talentos cada vez mais difícil, já que as demandas de mercado são muito maiores do que a quantidade de profissionais qualificados e com experiências suficientes para que assumam grandes responsabilidades dentro de um projeto. 

Para tornar esta escassez mais palpável, de acordo com o relatório da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o déficit de mão de obra qualificada no mercado de tecnologia brasileiro deve chegar a 260 mil até os próximos três anos.

Mas, mesmo com tamanha falta de profissionais de tecnologia, grande parte das empresas depositam grande parte das suas fichas na experiência técnica dos talentos em determinada área ou tecnologia específica, o que não é errado, pelo contrário. Mas, para que os negócios cresçam, é necessário dedicar a atenção do recrutamento para um campo muito além das habilidades em tecnologia. 

Assim como a tecnologia transforma o mercado diariamente, o mercado também exige cada vez mais dos talentos, que precisam se manter em constante atualização e adquirir diversas outras skills para adentrar os melhores times de tecnologia de scale-ups do Brasil e do mundo todo. 

E você, recrutador, sabe quais são essas skills dos novos profissionais do mercado de tecnologia? Neste artigo vamos te mostrar algumas das habilidades que você deve priorizar nos talentos, olhando além das habilidades na área tech. Continue a leitura para saber mais!

Formação técnica multidisciplinar

Encontrar profissionais especialistas em determinada tecnologia ou área do desenvolvimento de software é muito importante para o desempenho da equipe. No entanto, o principal foco das startups e scale-ups ultimamente, se concentra na busca por pessoas generalistas, com o intuito de promover ainda mais a busca por soluções inovadoras. 

Por isso, analise as habilidades técnicas dos talentos a respeito das habilidades que você precisa no seu time. Mas, tenha em mente que, para montar times de alta performance, é necessário analisar outras skills como: o conhecimento sobre modelos de negócios, objetivos e indicadores de performance e metodologias ágeis em tecnologia. 

Profissionais que possuem uma visão ampla sobre os seus projetos, têm mais chances de desenvolver ideias inovadoras, já que reconhecem, ao menos um pouco, as metas e os esforços de todos os setores. 

Profissionais atualizados

Encontrar profissionais multidisciplinares não é uma tarefa fácil, no entanto, pode ser interessante buscar primeiro por aqueles talentos que estão atualizados frente às mudanças e constantes novidades do setor de tecnologia. De tempos em tempos, surgem novos softwares e atualizações que, se adotadas, podem trazer grande destaque para os seus produtos. 

Por esse motivo, é necessário que você busque por pessoas que estejam dispostas a enfrentar novos desafios, se manter em constante aprendizado e busca por melhorias. Ao levar estas características em consideração, terá como consequência a multidisciplinaridade do tópico anterior. 

Mas vale ressaltar que você não deve exigir dos talentos que amanhã eles já tenham conhecimento pleno sobre uma tecnologia lançada hoje, por exemplo. Todo aprendizado é um processo, tenha isso em mente!

Mindset inovador

Em quantas soluções antigas você está pensando para problemas que são atuais? Quando o seu time está imerso nos mesmos inúmeros processos do dia a dia, pode ser difícil ter uma visão diferenciada sobre determinada situação que necessita de uma mudança, e isso provavelmente fará com que todas as suas respostas sejam “mais do mesmo”. 

Para modificar este cenário, é necessário contar com pessoas que não têm medo de arriscar e que não se limitam em executar apenas o que já sabem. Novos talentos podem trazer novas ideias e novas técnicas para o seu time, então, pode ser muito interessante começar a incluir uma nova geração de profissionais da tecnologia dentro do seu time, como os programadores juniores, por exemplo,  fazendo com que experiência e inovação caminhem sempre juntas.

E, se você busca por talentos que possuem essas características, nós podemos te ajudar. Através do nosso ecossistema, você consegue encontrar o profissional de tecnologia mais alinhado às estratégias do seu negócio de um jeito fácil e rápido, basta entrar em contato conosco por aqui e trabalharemos juntos em busca do match perfeito!

Liderança no trabalho remoto: Como exercê-la em times de tecnologia

Há mais de um ano em um cenário de pandemia, o mercado de trabalho encontrou diversos desafios, tanto no Brasil como no restante do mundo. Um destes desafios, o qual podemos até arriscar dizer que foi o maior para as empresas, foi a implementação de rotinas de trabalho fora do escritório, das sedes e das instituições (físicas) como um todo, já que não era possível manter a saúde dos funcionários em um lugar que não fosse suas próprias casas.

Para os negócios que já buscavam implementar o trabalho remoto a longo prazo, o ano de 2020 foi o momento de acelerar esta ideia. Mas, assim como toda grande mudança, mudar o local de trabalho dos colaboradores exige muitos recursos, tanto de infraestrutura, como de capacitação dos profissionais para que os processos e resultados acontecessem.

E, se no ano passado esta ideia de funcionar remotamente parecia um tanto arriscada, hoje já podemos identificar negócios que transformaram seus processos para manter este modelo de trabalho. Isso porque muitos gestores perceberam os benefícios do trabalho remoto, tanto para a empresa, como para os colaboradores. 

Mas, para garantir o bom funcionamento dos processos e o bem-estar dos colaboradores no trabalho remoto, um conceito importante deve estar sempre em evidência na sua startup: boa liderança. A qualidade na hora de conduzir os talentos e as atividades é fundamental para que os negócios cheguem aos lugares esperados. 

Uma boa liderança é essencial em qualquer modelo de trabalho e até mesmo antes da explosão do “home office”. Mas é preciso entender que no trabalho remoto, ela não pode acontecer da mesma maneira que funciona em uma empresa presencial. Afinal, quando os funcionários estão longe das dependências da empresa, acima de tudo, é importante fornecer autonomia para os talentos. Assim, será possível notar a presença de alguns pontos importantes no dia a dia do time, como o senso de colaboração e responsabilidade. 

Existem diversas maneiras de exercer boas lideranças no trabalho remoto e por isso, neste artigo vamos te ajudar a entender quais são as suas principais dificuldades na hora de liderar times remotos de tecnologia e mostrar porque você deve manter estas equipes produtivas e engajadas. Continue a leitura para saber mais!

Principais desafios da liderança no trabalho remoto?

Transformar a cultura da empresa em uma cultura remota não é uma tarefa fácil, já que envolve o investimento em diversos recursos, tanto de infraestrutura, como computadores, boa conexão de internet, além de capacitações para os membros a fim de que exerçam boas lideranças. 

Quando esses líderes não têm recursos ou até mesmo não sabem como conduzir um time de tecnologia remotamente, podem se deparar com alguns dos desafios abaixo. 

Times sem sinergia

Um dos desafios mais comuns em lideranças que não são capacitadas para guiar times remotos é a falta de sinergia no time, provocada pela incapacidade daqueles que estão conduzindo a equipe em delegar muito bem as tarefas, repassar todas as informações, objetivos e resultados para os demais. 

Um time remoto que funciona, é um time engajado, sinérgico e que sabe exatamente o que vem acontecendo na empresa. Quando todos sabem onde estão e onde desejam chegar, desenvolve soluções mais assertivas e faz com que os resultados se tornem mais palpáveis.

Para isso, os líderes devem oferecer total apoio e autonomia aos membros e os recursos necessários para que eles executem suas tarefas da melhor forma. Além disso, devem colocar todos os colaboradores na mesma página, mostrar os resultados do trabalho que estão executando e ouvir o que o time tem a dizer.

Falta de pensamento assíncrono

Não adianta apostar em uma cultura remota sem que ela esteja acompanhada de uma rotina de trabalho o mais flexível possível. Quando trabalhamos em casa, existem diversas outras obrigações ao nosso redor e, por isso, as empresas devem garantir aos funcionários a possibilidade de executarem seus trabalhos no momento em que se sentirem melhor, mais produtivos e mais focados nas suas responsabilidades.

No início da pandemia, não era possível sair de casa e, por isso, o trabalho remoto se tornou sinônimo do “home office”, mas em cenários normais, isso não é uma regra. Trabalhar remotamente significa que os colaboradores podem estar em qualquer lugar, seja em um café, na praia ou até mesmo em um coworking e tudo isso se torna impossível quando os horários de expediente são engessados. 

Por isso, é importante manter sempre o pensamento assíncrono, tanto das lideranças como dos demais colaboradores. Isso significa que a empresa deve ter sempre em mente que nem todos estão trabalhando no mesmo momento, e por isso, a comunicação deve acontecer no offline, isto significa que quanto menos reuniões e conversas instantâneas, melhor.

Sabemos que este não é um conceito muito simples de se pensar e aplicar, mas você pode ficar sabendo mais sobre este assunto através de um conteúdo onde explicamos o que significa ser uma empresa remote-first, basta clicar aqui.

Comunicação ruim

Quando uma empresa remota não exerce o pensamento assíncrono a comunicação interna, que é tão importante, se torna muito ruim e não há nada pior do que uma má comunicação somada a funcionários distantes fisicamente. 

Mas, é preciso entender que quando falamos em comunicação interna, não se trata apenas de garantir que os funcionários estejam sabendo de tudo o que está acontecendo com a empresa, isso é o mínimo. Em um trabalho remoto, não conseguimos manter contato físico com os colegas de trabalho e este isolamento pode ser muito prejudicial se as lideranças não investirem em atividades que promovam a aproximação dos colaboradores. 

As pausas para um “cafézinho” na empresa são tão essenciais quanto o próprio trabalho em si, já que se trata de seres humanos e não de robôs que pensam unicamente em realizar suas demandas. Por isso, promover ações para promover a descontração e integração dos membros é essencial para obter mais engajamento da equipe e, consequentemente, melhores resultados. 

Microgerenciamento

Por último, mas não menos importante, uma atitude que os líderes devem banir da rotina do trabalho remoto em times de tecnologia é o microgerenciamento. A necessidade de estar a todo momento no controle do que os colaboradores estão realizando, é extremamente prejudicial para a produtividade da equipe.

Quando se trata de trabalho remoto, é necessário ter confiança naquilo que o seu time executa e cobrar, não os processos, mas sim os resultados alcançados. Líderes que gerenciam a todo o momento o que os seus talentos estão executando fazem com que o ambiente do trabalho remoto seja cada vez mais estressante e assim, a empresa começa a se deparar com métricas negativas, como o aumento do turnover e do burnout dos profissionais, por exemplo. 

Por que manter a equipe produtiva e engajada?

Nem sempre o trabalho remoto será fácil. Haverão dias onde os líderes irão se deparar com o baixo engajamento e motivação dos profissionais da equipe, o que é absolutamente normal quando se trata de um cenário completamente diferente do que éramos acostumados, onde estamos trabalhando sem ter o contato presencial com outras pessoas no dia a dia. 

A melhor forma de lidar com isso, é através de lideranças humanizadas que não se preocupam apenas com as metas, a produtividade e os resultados, mas sim com o principal motor de transformação das empresas: os talentos. Bons líderes apoiam e acolhem as suas equipes e buscam os melhores métodos para que os profissionais executem seus trabalhos e ainda assim, tenham qualidade de vida. 
Levando em conta a saúde mental dos colaboradores, será muito mais fácil manter o engajamento dos times e garantir um ambiente de trabalho saudável. E, se precisar de ajuda com isso, pode contar com a gente!

A importância de ter um RH estratégico na sua empresa

O setor de Recursos Humanos é uma das áreas mais importantes de qualquer empresa e que também vem sofrendo diversas mudanças com o passar do tempo, visando atender as necessidades de crescimento dos negócios. 

Esse crescimento é cada vez mais expressivo e por isso, notou-se a urgência em fazer muito mais do que lidar com processos burocráticos, mas também participar ativamente dos negócios, e dessa forma, surge o que conhecemos como RH Estratégico.

Com os mercados cada vez mais exigentes, em especial o de tecnologia, o time de RH das empresas precisa aumentar sua abrangência dentro da empresa e alterar, ao menos um pouco, o seu escopo. 

Além de triar currículos, pagar os funcionários e organizar diversas burocracias, os profissionais de Recursos Humanos passam a participar ativamente de decisões importantes dentro de um negócio, apoiando-as, mantendo a cultura organizacional através de ações e, assim, impactando a vida de todos os colaboradores, sejam eles líderes ou não.

O que é um RH Estratégico?

Como o próprio nome já nos sugere, quando uma empresa diz que possui um RH Estratégico, significa que ela tem um time que influencia diretamente nas estratégias do negócio para que este alcance as metas traçadas, indo além das suas atividades convencionais. 

Em um RH Estratégico, busca-se otimizar o máximo possível das funções já executadas pelo time, mas ainda mantendo a qualidade. Feito isso, é hora de fazer com que este setor participe ativamente das tomadas de decisões da sua startup, com base em dados e experiências anteriores, planejando as rotas a serem seguidas e gerenciando muito mais o tempo gasto em cada processo. Tudo isso, acontece com o auxílio de um item extremamente importante para as empresas atualmente: a tecnologia.

Falando agora mais especificamente das funções exercidas pelos times estratégicos de Recursos Humanos, podemos considerar que elas estão relacionadas à manutenção da cultura organizacional de forma que ela mantenha sempre a sinergia, o comprometimento e a produtividade de toda a empresa. Além disso, é o RH Estratégico o principal responsável pelo desenvolvimento profissional de todos os colaboradores.

Qual a diferença entre o RH tradicional e o estratégico?

O que faz o setor de RH da sua empresa ser estratégico ou não está na forma como as funções do time são executadas. Isto é, se a sua empresa faz triagem de currículos no estilo convencional, não se baseia em dados para tomar decisões importantes, não possui um processo seletivo concreto e eficiente e não procura melhorar constantemente, com certeza esse time não é estratégico.

Ser estratégico não significa abandonar os processos antigos, mas melhorá-los a ponto de tornar possível a execução de outras tarefas, o aumento do escopo, sem desgastar os profissionais da sua empresa. Quando uma empresa investe na otimização de tarefas, ela ganha tempo para que o time possa se desenvolver por completo. 

Outra característica que diferencia um time de RH convencional de um RH estratégico é que um time de alta performance, que age pela estratégia, preza pela manutenção de quatro pilares essenciais para o desenvolvimento da equipe e da empresa como um todo. Tais pilares são, segundo INSERIR SITE: a comunicação, a liderança, a visão de processos e a tecnologia.

A comunicação, no caso de um RH Estratégico, funciona como uma ponte que liga todos aqueles que fazem parte da empresa, desde os colaboradores até as lideranças. Esta tarefa é executada através da promoção e manutenção da cultura organizacional, ato que possibilita a sensação de pertencimento e valorização de todos os membros. Este pilar, além de fortalecer o employer branding contribui também para a imagem da empresa em relação à mídia e a sociedade.

Pode parecer óbvio, mas o perfil de liderança é uma das características essenciais para o desenvolvimento de um time estratégico, justamente porque um bom líder é aquele que reconhece as necessidades da sua equipe e consegue alinhar os valores de cada membro à cultura da sua startup, fazendo com que todo o trabalho gere resultados que serão realmente importantes para levar os negócios ao destino certo.

Um RH estratégico também possui uma boa visão de processos, ou seja, tem um conhecimento completo de como a empresa funciona, o que a move e onde ela quer chegar, além de entender como os processos funcionam no dia a dia de cada setor e também quais são as principais dificuldades dos colaboradores. Isso tudo possibilita uma maior sinergia entre os times, fazendo com que os processos também fluam melhor e com o máximo de entrosamento possível.

Por fim, assim como em outras áreas da empresa, agregar a tecnologia ao setor de recursos humanos não se resume a automatizar atividades do dia a dia, tornando-as mais rápidas e executáveis. Agregar a tecnologia ao RH significa que será possível analisar resultados e atividades através de dados, que permitem ao time tomar decisões e gerenciar crises através de informações completas e não mais por achismos. 

Qual a diferença entre o RH tradicional e o estratégico?

Acredito que você já tenha conseguido observar, ao longo deste conteúdo, algumas vantagens em adotar um time de RH Estratégico na sua empresa. Mas vou trazer, bem resumidamente, mais alguns benefícios obtidos por empresas que prezam por esta característica na equipe.

Com um time de RH Estratégico, seu negócio consegue:

  • Aumentar a produtividade do time e da empresa como um todo;
  • Mais assertividade nas tomadas de decisão;
  • Melhor gerenciamento de tempo, realizado de maneira inteligente;
  • Mais foco nos resultados e nos processos para alcançá-los;
  • Mais agilidade em atividades burocráticas, que geralmente demandam muito tempo ;
  • Mais assertividade nas contratações e, consequentemente, a redução do turnover.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre como um RH Estratégico se comporta dentro de uma empresa e quais vantagens ele pode trazer para o seu negócio, chegou a hora de colocar tudo em prática e assim, contar com a ajuda dos profissionais certos. 
E se precisar de ajuda para encontrar os melhores talentos de tecnologia para a sua startup, pode contar com a gente. Basta entrar em contato por aqui e ficaremos felizes em ajudá-lo.