fbpx

Tipos de Startups: conheça nichos e tendências para os próximos anos

2020 foi um ano repleto de mudanças. Com a crise do Covid-19, hábitos de consumo, trabalho e lazer foram alterados. As pessoas ficaram mais em casa, deixaram de frequentar restaurantes e cinemas e muitos começaram a estudar, trabalhar e comprar remotamente. Com a pandemia, também apareceram novas oportunidades para startups, já que alguns nichos de mercado foram aquecidos e estão em crescente escala. Veja tendências e tipos de startups para os próximos anos:

FOODTECH

É um nicho de empreendimentos focados em soluções e inovações relacionadas à alimentação, seja em relação à venda e distribuição, monitoramento de qualidade de produção ou até mesmo a informação e orientação quanto a hábitos alimentares, valor nutricional de alimentos, dentre outros dados.

Um bom exemplo é o setor de delivery, já que aplicativos de entrega de comida como iFood e Rappi apresentaram crescimento de 103% durante o primeiro semestre de 2020. Outro exemplo é o de venda de produtos vegetarianos e veganos, afinal, já é possível perceber que grandes empresas de fast-food e até de produtos de proteína animal, como Sadia e Perdigão, vêm lançando produtos veganos e vegetarianos a fim de alcançar tal clientela, que hoje compõe 14% da população brasileira, conforme pesquisa publicada pelo G1 em 2018, e pode crescer ainda mais com inovações nesta ramificação de Foodtech.

– RETAILTECH

Retail é a palavra do inglês usada para definir varejo. E como o nome nos leva a entender, o nicho de Retailtech visa a trazer soluções para o mercado varejista, criando inovações na área do e-commerce, facilitando a venda de pequenos vendedores e o comércio de usados entre os consumidores com os marketplaces, por exemplo. Além disso, esses tipos de startups buscam repaginar até mesmo as experiências de consumo em espaços físicos. Uma das opções para investir neste nicho é o e-commerce de informática, categoria que teve um crescimento considerável em 2020. O valor médio de compra dos clientes aumentou 50% nas lojas on-line deste ramo, assim como seu faturamento, que cresceu 101% no segundo trimestre do ano passado.

FINTECH

Criadas com o intuito de facilitar a vida de usuários em suas atividades que envolvem dinheiro ou outros assuntos que envolvam finanças, estes tipos de startups vêm crescendo muito ao longo dos últimos anos e têm a tendência de assim continuar devido à boa experiência do cliente, que são conquistados pela velocidade, facilidade e qualidade dos serviços.

O Banco do Brasil, por exemplo, foi o primeiro banco da América Latina a implementar em seus serviços o Open Banking, uma das ramificações em que se pode investir neste ramo, trazendo aos usuários mais praticidade com a disponibilização de internet banking e aplicativos. Podemos falar também do PicPay, que trouxe mais possibilidades de transações financeiras entre seus usuários e até mesmo métodos de pagamento alternativos em lojas físicas, usando a tecnologia de QR Code e, assim, evitando contato físico. E, por fim, não poderíamos deixar de lado o Nubank, que no primeiro semestre de 2020 mais que duplicou seu número de clientes.

GAMES

A indústria de jogos eletrônicos está sempre em evolução, já que o desenvolvimento da tecnologia permite que se inove a cada vez mais em tal nicho. Além disso, o crescimento do mercado de games também impulsiona outros setores relacionados, como os de equipamentos de informática, periféricos e até mesmo o cenário de esportes eletrônicos.

Os jogos de celular, por exemplo, foram responsáveis por quase metade do faturamento total do mercado de games em 2020, somando R$402,5 bilhões dos R$851 bilhões totais. Sendo assim, não há dúvida quanto ao potencial dessa área dos jogos, que permite uma divulgação de produtos simples por meio das lojas de aplicativo como Google Play e App Store.

CONSTRUTECH

Com um crescimento de 8,4% na venda de apartamentos no ano de 2020, em meio a uma crise, o mercado imobiliário mostra certo potencial para o ano que se inicia. E o nicho de Construtech vem justamente para isso e muito mais: além de facilitarem as compras e vendas por meio da tecnologia, há inúmeras startups destinadas a simplificar o trabalho na construção civil, que criam materiais mais viáveis às obras e sistemas de gestão e manutenção de obras e até mesmo de reformas.

Estes são apenas alguns exemplos de muitos nichos com grande potencial para os próximos anos e é possível perceber quão presente a transformação digital está. Então, se for investir em uma startup, é muito importante prestar muita atenção nesse fator, assim como acompanhar as tendências, estudar muito sobre a área escolhida e suas perspectivas.

Retrospectiva 2019: tudo o que a EZ conquistou

Chegou o final do ano! É hora de fazermos aquela retrospectiva, avaliarmos o que foi ruim, o que foi bom e o que foi incrível no nosso ano.

Eu particularmente adoro olhar para trás e ver o que conquistamos e erramos para que no próximo ano sejamos ainda melhores.

Por isso resolvi escrever esse artigo, para compartilhar resumidamente os nossos resultados e nosso planejamento para o próximo ano. Quem sabe não pode te ajudar a fazer um compilado do seu ano também.

Vamos lá?

Muito conteúdo

Esse ano começamos a produzir muito conteúdo, MUITO mesmo, para você ter uma ideia, olha os nossos números:

  • Mais de 60 novos vídeos no Youtube
  • Mais de 80 novos artigos no nosso Blog
  • 4 ebooks
  • 1 curso por e-mail
  • 1 curso online

E o mais legal disso tudo é que todo o material foi produzido internamente, com a ajuda de todo o time da ez!

Novos clientes internos e parceiros

Esse ano tivemos dezenas de novos parceiros, desde novos empresários tirando suas ideias do papel até grandes empresas alocando profissionais com a nossa ajuda.

E para atender esses clientes, mais que triplicamos o nosso time, começamos o ano com cerca de 12 pessoas e estamos terminando próximo a 40 pessoas.

O time está crescendo e a gente fica muito orgulhoso com isso!

Melhoramos o resultado

Com a vinda de novos clientes e melhoria dos nossos processos, crescemos também de faturamento!

Mais que dobramos o resultado de 2018, e o melhor, junto com isso trouxemos um resultado incrível de NPS: 80% de satisfação dos nossos clientes.

Mas ainda temos muito a melhorar

Esse foi um ano de estruturação de muitas áreas, RH, comunidade, marketing, vendas…

Tudo foi iniciado esse ano, por isso ainda há espaço para muita melhora. Porém, com o time que estamos formando, tenho certeza que as áreas estarão incríveis no ano que vem!

O que vem para 2020?

As nossas metas, como sempre, são audaciosas. E por isso, temos um grande desafio para 2020, novamente queremos dobrar o faturamento, dobrar a quantidade de pessoas no time e contribuir ainda mais com a comunidade gerando MUITO mais conteúdo.

Eu tenho certeza que vamos conseguir cumprir a meta com maestria, afinal, temos um time FODA pra isso! Que venha 2020!

Curtiu nossa retrospectiva? Quer fazer parte desse time? Se inscreve aqui.

Tipos de mínimo produto viável

Antes mesmo de começar a programar uma solução, é importante validar a necessidade que ela resolve e se a forma que você pensou em resolver possui aderência pelo mercado. Para isso, é essencial fazer um Mínimo Produto Viável (MVP).

De acordo com o relatório da CBInsights, 42% das startups fecham a porta por não resolverem uma real necessidade no mercado. Nesse cenário, o problema não é desenvolvimento, é estratégico: as bases e premissas da startups foram setadas sem validação.

Existem vários modelos de MVP que podem te ajudar a sair dessa estatística. Aí vão alguns deles:

Mínimo produto viável: página de venda fake

Pergunta chave: meu cliente compraria isso?

Uma forma de validar se um cliente possui interesse em adotar sua solução, é criar uma página de vendas fake. Tudo que você precisa é de uma página de vendas explicando a sua solução e com um botão de “compre aqui”.

Quando o cliente clicar neste botão, ele vai para uma página avisando que o produto em breve entrará no mercado e pedindo os dados para contato.

Essa é uma ótima forma de compreender quantas pessoas realmente estariam dispostas a pagar pelo seu produto.

Mínimo produto viável: concierge

Pergunta chave: o quão complexo é rodar este modelo de negócios?

Neste caso, você vai, manualmente, testar o seu produto com alguns clientes.

Se você é uma empresa que conecta quem faz marmita e quem compra marmitas, por exemplo, você poderia fazer um Instagram e, quando alguém tivesse interesse em comprar, você mesmo pegaria o produto na casa do fornecedor e levaria até o cliente final, cobrando uma % por isso.

O concierge não é escalável e, justamente por isso, é seguro para testes.

Mínimo produto viável: concha de retalhos

Pergunta chave: meu produto resolve um problema?

Já vi um empreendedor testando uma ferramenta de gestão com um google forms e uma planilha. Ele coletava os dados através do formulário, a planilha fazia os cálculos e depois entregava os índices para o cliente.

No teste, ele vendeu esta planilha para o cliente por R$50,00 e, em uma semana, 20 pessoas compraram. A partir disso, ele soube que o produto seria bem recebido no mercado quando virasse um modelo Saas e estivesse completo.

A concha de retalhos é isso: usar diferentes ferramentas para criar algo que não é um produto finalizado, não é a solução mais conveniente, mas resolve o problema do seu cliente. Seguindo este caminho, é mais fácil aprender e fazer mudanças.

Quando o mínimo não é tão mínimo assim

Em alguns casos, o MVP precisa de uma base tecnológica mais desenvolvida. É um caso de grande partes das legaltechs, que precisam de várias tecnologias para garantir a veracidade de informações e cumprir com os requisitos do ambiente jurídico.

Se esse é o seu caso, é importante compreender o que os diferentes atores que vão interagir com sua solução precisam para que ela tenha utilidade. É importante compreender objeções, regras e limitações.

O que avaliar para criar um MVP?

Aqui vão algumas perguntinhas para entender o que é necessário para criar um MVP:

  • Qual a mudança que meu cliente deseja e qual métrica vou usar para mensurar isso?
  • Quem mais está envolvido no processo além do meu cliente? Quais atividades ele precisa realizar? Com quem ele precisa prestar contas?
  • Quais as principais tarefas que ele precisa executar com sucesso ao usar minha solução?

Respondendo essas três perguntas, você consegue criar um MVP que corresponde a um problema real e que é realmente relevante na vida do seu cliente.

Que tal? Gostou do conteúdo? Este conteúdo foi feito em parceria com a Tudo Sobre Startups. Comente e compartilhe com sua equipe para que possam tomar melhores decisões!

Modelo de negócio: o que é e como criar um?

Você sabe me responder o que sua empresa oferece? Como ela entrega valor? Como ela ganha dinheiro?

Ter essas respostas pode ser o grande diferencial entre o fracasso e o sucesso de seu negócio.

Uma forma simples de responder as questões é ter um modelo de negócio com perguntas e respostas bem estruturadas.

O modelo de negócio não irá responder somente o que sua empresa pretende vender mas, também como você faz seu produto/serviço, quais são os grandes diferencias, quem são seus maiores concorrentes e como sua empresa irá gerar dinheiro.

É importante ressaltar que sua startup pode atualizar o modelo de negócio quantas vezes for preciso, a ideia é que ele sofra transformações na medida em que a empresa passa por mudanças. Nesse artigo vamos te ajudar a entender melhor sobre modelos de negócios.

O que é um modelo de negócio? 

O modelo de negócio é a forma como sua empresa cria e entrega valor. Ou seja, é uma fórmula de como transformar o seu time, gestão e produto em dinheiro. Este modelo é apresentado para investidores e para a própria equipe para traçar planos para a empresa.

Como definimos o modelo de negócio?

Existem algumas técnicas para auxiliar você e seu time na construção do modelo de negócio. No entanto, vamos entender primeiro quais informações são necessárias para construir o seu modelo.

Segundo o livro “Business Model Generation”, escrito e organizado por Alexander Osterwalter, 9 itens são necessários para desenvolver um modelo de negócio, são eles:

1 – Proposta de valor:

  • O que sua empresa vai oferecer que seja único ou, que irá gerar valor para o cliente?
  • Quais necessidades do cliente sua empresa vai atender?

2 – Recursos:

  • Quais recursos serão necessários para entregar a proposta de valor?
  • Segmente os recursos por canal de relacionamento com o cliente, fluxo de receita.

3 – Atividades chaves:

  • Quais são as atividades chaves para atender a proposta de valor de seu negócio?

4 – Parcerias estratégicas:

  • Quem serão os principais parceiros, fornecedores?
  • O que motiva a parceria entre sua empresa e a deles?

5 – Segmento de cliente:

  • Quais segmentos de clientes sua empresa irá vender?
  • Qual o perfil de cliente ideal?

6 – Relacionamento com o cliente:

  • Como sua empresa vai se comunicar com o cliente?

7 – Canais de comunicação e distribuição:

  • Quais serão os canais de comunicação com o cliente? 
  • Qual o custo por canal?
  • Quais canais entregam mais resultados?

8 – Estrutura de Custos:

  • Quais serão os custos para entregar a proposta de valor?
  • O custo pode ser distribuído por canais de comunicação e fontes de receita.

9 – Fontes de receita:

  • Qual será o modelo de monetização da sua empresa?
  • Como sua empresa irá gerar receita?

Você não precisa necessariamente seguir a ordem dos itens listados. No entanto, recomendo começar pela proposta de valor, pois, alguns itens dependem de sua definição.

Exemplos de modelos de negócio:

Dentre os modelos de negócios existem alguns tipos que podem caracterizar sua empresa, são eles:

SAAS

Software as a service (SAAS), são empresas responsáveis por desenvolver e comercializar serviços por meio de softwares. Seus deveres são em garantir a disponibilidades dos serviços, segurança e evolução da ferramenta.

Provavelmente você já deve ter utilizado os serviços de uma empresa SAAS e não percebeu. Então, vou deixar alguns exemplos:

  • E-mail (Gmail, Yahoo, Outlook)
  • Netflix
  • Spotify
  • Entre outras

Vantagens: Redução de custos, escalabilidade e previsibilidade de faturamento são vantagens interessantes do modelo SAAS. Com o uso de tecnologias você pode potencializar o seu negócio.

Desvantagens: Investir em infraestrutura e desenvolvimento do software é imprescindível para manter a qualidade do serviço. 

Marketplace:

Provavelmente você já deve ter ouvido falar que a maior empresa de hospedagem do mundo não tem nenhum hotel (Airbnb), que a maior empresa de transporte do mundo não tem nenhum carro (Uber) e que a maior empresa de geração de conteúdo do mundo não produz conteúdo (Facebook). Esses são exemplos de modelo de negócio conhecido como marketplace.

O modelo de negócio marketplace é uma plataforma para conectar a oferta com a demanda por produtos e serviços. Em outras palavras, a plataforma possui uma vitrine de produtos/serviços e uma base de usuários que estão buscando por estes produtos/serviços. Exemplos de marketplace: Mercado Livre, Uber, Airbnb, entre outras.

Vantagens: A empresa não precisa se preocupar com a execução do serviço final. Consequentemente, seu custo operacional é muito menor caso ela se responsabiliza-se pela execução. O modelo de monetização é o grande atrativo, pois, a empresa cobra uma taxa de percentagem sobre o serviço vendido na plataforma.

Desvantagens: Uma grande quantidade de usuários para consumir e oferecer o serviço são necessários para que o modelo seja sustentável.

E-commerce:

O E-commerce é um comércio eletrônico. As empresas realizam as vendas de seus produtos/serviços através de uma plataforma digital. 

Um dos maiores desafios desse modelo de negócio é ganhar escala, pois, é preciso investir em espaço físico e logística para garantir a qualidade e o prazo de entregas. Pensando nessas dificuldades a Amazon criou o programa de afiliados para ajudar o empreendedor que está começando. Tudo que você precisa é encontrar um fornecedor e divulgar seu produto no E-commerce da Amazon e, eles se responsabilizam pela entrega e armazenamento do estoque. Para cada venda realizada uma porcentagem do valor fica para o E-commerce.

Exemplos de E-commerce são Amazon, Maganize Luiza, entre outras.

Vantagens: O alcance do produto é muito maior do que se fosse vendido somente pela loja física. As pessoas estão cada vez mais adquirindo o hábito de realizar compras online, portanto, as vendas tendem a aumentar.

Desvantagens: Os gastos com marketing podem ser grandes e, a disputa de preços com concorrentes pode desfavorecer as pequenas empresas.

Software house:

Conhecidas também como fábricas de softwares, são empresas que criam e desenvolvem softwares por demanda. O grande desafio deste modelo é se tornar escalável, uma vez que, as equipes conseguem atender um número específico de projetos ao mesmo tempo. 

Vantagens: Os produtos entregues são personalizados, conforme solicitado pelo cliente.

Desvantagens: O custo de aquisição dos clientes é mais alto e o know centralizado dos desenvolvedores se tornam um problema em turnovers.

Quais são os modelos de públicos

Conhecer seu público é essencial para a construção de uma estratégia eficiente, pois, gastar tempo com o público errado pode ser fatal para sua empresa. Por isso, vamos listar os tipos mais comuns de públicos:

B2B: Sua empresa vende para outras empresas, podendo ser: grandes, médias ou pequenas.

B2C: Sua empresa vende para o consumidor final.

B2G: Sua empresa vende para o governo.

Quais são os modelos de receitas

Toda empresa precisa pagar as contas e garantir o lucro sobre seus serviços. Como isso será feito é o que chamamos de modelo de receita. Em outras palavras, é a forma como a empresa irá cobrar o cliente sobre seus produtos e serviços. Ter o conhecimento sobre diferentes modelos de receita pode ajudar sua empresa em estratégias para conquistar e reter cliente. Pois, se o cliente não estiver satisfeito com sua forma de pagamento, existe uma grande chance de abandonar sua empresa. 

Vamos analisar 4 modelos de receitas:

Premium: mais conhecido como pagou, levou. Neste modelo o cliente precisa realizar o pagamento para ter acesso a um serviço ou, comprar um produto.

Freemium: utilizado como estratégia para atrair novos clientes, o freemium é o modelo gratuito. Porém, com recursos limitados. Geralmente neste modelo sempre existe um plano com mais funcionalidades onde o cliente precisa pagar para usar.

Assinatura: este modelo é muito usado por empresas com modelo de negócio SAAS. Os clientes precisam pagar um valor recorrente para ter acesso ao serviço contratado.

Por publicidade: este modelo é conhecido, pois, é a forma como Facebook, Instagram e outras redes sociais trabalham. Essas empresas usam sua base de contatos para vender anúncios de empresas. Em outras palavras, as empresas pagam para aparecer nas vitrines dessas redes sociais.

Conclusão

Entender o modelo de negócio da sua empresa pode te ajudar a se posicionar no mercado, estruturar estratégias de vendas, marketing e de retenção de talento. Quem não se preocupa em construir um modelo de negócio pode perder uma grande oportunidade de realizar um pitch matador para um possível investidor. 

Agora que você entendeu um pouco mais sobre os tipos de modelos de negócio, está pronto para estruturar o seu? 

Qualquer dúvida deixe nos comentários. Até mais!

Como pivotar sua startup

Saber quando pivotar sua startup pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu negócio. Empresas como Paypal, Twitter e Instagram utilizaram desse conceito para se tornarem negócios gigantescos.

A expressão pivotar vem da palavra em inglês “to pivot“, que se traduzirmos temos a palavra girar.

O conceito se popularizou em conjunto com o livro A Startup Enxuta de Eric Ries, nele o autor explica sobre como o conceito é importante para empreendedores crescerem seus negócios.

Sempre será necessário pivotar sua startup (imagem ilustrando uma montanha russa que é o empreendedorismo)

O que é pivotar uma startup

De maneira simplista, pivotar uma startup é mudar a direção da empresa de alguma maneira.

Ou seja, alteramos algo do nosso modelo de negócio para que possamos testar novas hipóteses.

Por exemplo, vamos imaginar que o seu produto é muito bom, mas o nicho em que está atuando, o seu cliente não tem condições de pagar o preço mínimo para operação do negócio, talvez esse seja um caso de pivotar o modelo de monetização.

É importante lembrar que pivotar significa girar sob o seu próprio eixo, dessa forma é importante mantermos a base do nosso modelo de negócio ou a base tecnologia.

Mudar totalmente o negócio e tecnologia descaracteriza um pivot.

Tipos de pivots

Segundo o livro de Ries, existem 10 tipos de pivots para startups, vou explicar resumidamente alguns deles para você ter uma ideia de como aplicar no seu negócio.

Customer segment pivot

O mais simples de todo, é basicamente mudar o segmento de clientes que você atende.

Imagine aqui que você tem um marketplace de alimentação (um ifood, por exemplo), e o seu publico alvo hoje são empresários.

Porém ao rodar seu negócio, você percebe que os empresários não estão dispostos a pagar pelo aplicativo. Dessa maneira você resolve trocar o segmento de clientes para estudantes.

Esse é um exemplo clássico de pivot de segmento de cliente, você troca o nicho do seu produto para testar se o novo da mais resultado que o anterior.

Customer need pivot

Nesse caso, a sua proposta de valor não está adequada ao segmento de cliente e você resolve mudar a sua proposta, dessa maneira você pode alterar seu produto ou suas funcionalidades.

O PayPal passou por esse “problema”, inicialmente eles eram uma empresa de troca de dinheiro por Palm Pilots (os smartphones da época), porém isso não tinha valor para os usuários na época, pois nem todos os usuários tinham o dispositivo.

Dessa maneira, eles tinham uma boa tecnologia e uma boa ideia, mas os usuários não tinham aquele problema de fato, eventualmente o PayPal se transformou em uma troca de dinheiro por e-mail e hoje é uma das principais empresas de tecnologia e referência em empreendedorismo para muitos.

Zoom-In Pivot

Aqui começa a ficar um pouco mais complexo, esse tipo de pivot consiste em transformar antes o que era apenas parte de um produto em seu produto todo.

Um bom exemplo desse tipo é o Flickr, em 2004 eles eram um jogo online chamado Neverending que tinha uma função de compartilhar fotos com os amigos.

Com o tempo eles perceberam que a parte mais utilizada do jogo era a de compartilhamento de fotos, dessa maneira eles resolveram remover todo o restante, deixando apenas o compartilhamento de fotos, criando o Flickr.

Zoom-out pivot

Esse é oposto do acima, aqui o antes era apenas uma função que depois essa função se torna apenas parte de um grande ecossistema.

Se você conhece a história do Facebook já reconheceu esse pivot. Naquela ocasião, o Facebook era chamado de Facesmah, e servia apenas para comparar garotas da universidade do seu fundador.

Hoje o Facebook é gigante, e apenas o conceito de interação social do Facesmah é utilizado em suas redes sociais.

Agora que você sabe os conceitos sobre como pivotar sua startup, está preparado para vencer as adversidades que virão?

Importante utilizar do conceito em conjunto com boas métricas para produtos, dessa maneira você tem mais segurança para saber quais aspectos do seu modelo de negócio precisa ser alterado.

Qualquer dúvida deixe nos comentários que vamos responder o mais rápido possível! E se você precisar de ajuda para escalar seu time de tecnologia de maneira eficiente, saiba que pode contar sempre conosco, basta entrar em contato!

Adeus métricas de vaidade: Conheça as boas métricas para produtos digitais

Você já baseou suas decisões em cima de métricas como quantidade de downloads, quantidade de visitas, quantidade de usuários ou curtidas de um post?

Se sim, tenho uma péssima notícia para te dar, você está baseando suas decisões em métricas de vaidade.

Métricas de vaidade são métricas que analisadas isoladamente não representam nada sobre o nosso negócio.

Dessa maneira elas mais inflam o ego do empreendedor do que refletem algo positivo ou negativo de fato.

O problema é que muitos empresários ainda resumem seus produtos com base nessas métricas e isso é um dos principais motivos de muitas Startups não sairem do lugar.

https://www.youtube.com/watch?v=0kERDHetmsE&t=0s

Principais métricas de vaidade

Downloads de um aplicativo

É muito comum empreendedores que possuem produtos digitais em forma de aplicativo cairem no erro de acompanharem a quantidade de downloads quase que diariamente (eu confesso que já fiz isso).

Porém quantidade de download de um aplicativo por si só não representa nada. É necessário analisar em conjunto com outras métricas, por exemplo: Quantidade de desinstalações, tempo médio de utilização do aplicativo e tempo médio por página (ou funcionalidade).

Dessa forma você consegue realmente entender se o seu aplicativo está sendo usado.

Para analisar corretamente essas métricas recomendo ferramentas como UXCAM e Firebase.

Visitas de página

Assim como o caso acima, uma visita de página não representa muita coisa, inclusive, sem uma análise mais aprofundada podemos fazer uma leitura incorreta.

Para exemplificar vou criar um caso hipotético para que possamos entender como essa métrica pode se desdobrar em casos positivos e negativos, ao analisarmos em conjunto com outras métricas.

Exemplo 1: Taxa de rejeição muito alta

Nesse exemplo, tivemos uma crescente no número de pageviews, de uma média de 5.000 passamos para 10.000.

Olhando apenas esses números podemos acreditar que o nosso negócio dobrou de volume, logo é um resultado muito positivo.

Porém, ao cruzarmos com uma outra métrica chamada taxa de rejeição, descobrimos que o número aumentou de 50% para 90%.

Ou seja se fizermos uma conta rápida, podemos entender que no primeiro caso, tínhamos 2.500 usuários rejeitando o nosso site, sobrando assim 2.500 navegando.

No segundo caso, temos uma taxa de rejeição de 9.000 usuários, ou seja, sobram apenas 1.000 usuário navegando, 1.500 usuários a menos que no primeiro caso.

Logo, no segundo caso temos um resultado pior do que no primeiro, mesmo dobrando a quantidade de visualizações de páginas.

Possíveis motivos para tal ocorrência: Tráfego comprado, persona incorreta, definição de público incorreta, falta de engajamento, conteúdo pouco atrativo, ataque DDOS.

Exemplo 2: Alta conversão

Aqui, vou contar uma história inversa do primeiro caso, nesse exemplo, tivemos uma diminuição no número de pageviews, de 10.000 visitas mensais, fomos para 5.000.

Novamente, analisando apenas esses números, podemos tirar a conclusão que o nosso negócio retrocedeu.

Porém aqui, nesse caso, iremos cruzar com a taxa de conversão.

Vamos imaginar que esse exemplo seja um site de compras e para analisar mais profundamente, vamos cruzar a quantidade de pageviews com o número de compras.

  • No primeiro caso com 10.000 visitas a conversão foi de 500 compras.
  • No segundo caso com 5.000 visitas a conversão também foi de 500 compras.

O que podemos concluir com essas informações?

Simples, embora nossa quantidade de visualizações de páginas tenha diminuído, nosso número de conversões se manteve o mesmo.

Ou seja, tivemos um aumento na taxa de conversão.

Ficando assim:

  • Caso 1: 500 (compras) / 10.000 (visitas) * 100 = 5% (taxa de conversão)
  • Caso 2: 500 (compras) / 5.000 (visitas) * 100 = 10% (taxa de conversão)

Possíveis motivos para tal ocorrência: Melhor definição de público, melhora de palavra chave em anúncio, melhor persona, melhor CTA.

Curtidas em um post

O motivo do número de curtidas ser uma métrica de vaidade é simples, ele não representa intenção de compra ou algum tipo de geração de receita.

Não é atoa que o Instagram removeu a contagem em curtidas em posts para os usuários, além de não representar nada de valioso, incentivava os usuários a brigarem por curtidas, levando a criação de bots e publicação de conteúdos irrelevantes.

Curtidas, uma das métricas de vaidades
Instagram removeu a visibilidade das curtidas.

Devo ignorar as métricas de vaidade?

De maneira nenhuma, o perigo das métricas de vaidade, como visto anteriormente, está no olhar isolado.

Utilizando-as em conjunto com outras métricas, conseguimos analisar se realmente o nosso negócio está caminhado para um bom (ou mau) caminho.

Boas métricas para produtos e startups

Agora que falamos de métricas de vaidade, vou mostrar algumas métricas essenciais para produtos digitais, principalmente para negócios no modelo de SAAS.

CAC (Custo de aquisição de cliente)

O CAC representa, como o próprio nome diz, o custo que você tem para adquirir cada cliente.

Para calcular é simples, pense em todos os seus custos com marketing e vendas (pessoal, ferramentas, anúncios e etc..) e divida pela quantidade de vendas naquele período.

Exemplo de tabela de custos:

Custo com pessoal de vendas (SDR + Executivo)R$ 10.000,00
Custo com pessoal de marketing (analista)R$ 5.000,00
Custo com ferramentas de marketing (Hubspot)R$ 1.000,00
Custo com ferramentas de vendas (Sales navigator + CRM)R$ 1.000,00
Custo com anúncios (Facebook + Instagram)R$ 5.000,00
CUSTO TOTALR$ 22.000,00

Vamos supor que nesse mesmo período, vendemos para 10 clientes.

Dessa forma, se dividirmos R$ 22.000,00 por 10 clientes, temos um CAC de R$ 2.200,00. Isso é bom ou ruim? Depende da métrica abaixo, acompanhe.

LTV (Valor de ciclo de vida do cliente)

Lifetime value, representa (de uma maneira simplista) quanto que um cliente gasta com você em todo seu tempo de vida.

Dessa maneira, conseguimos ter previsibilidade de quanto cliente trará para a nossa empresa assim que vendemos.

O jeito mais simples de calcular o LTV é multiplicando seu ticket médio pela quantidade de meses que ele fica na sua plataforma.

Por exemplo:

R$ 1.000,00 (ticket médio) x 24 (tempo médio de retenção em meses) = R$ 24.000,00 (LTV)

Dessa maneira, nesse exemplo, um cliente, em média, gasta R$ 24.000,00 no nosso negócio.

E é ai que entra a métrica acima, o CAC.

Como benchmark, um bom LTV é 3x o seu CAC, ou seja, se você gasta R$ 2.200,00 para conseguir cada cliente, o seu LTV tem de ser no mínimo R$ 6.600,00.

Assim você consegue visualizar se por exemplo, está gastando mais dinheiro para conseguir um cliente do que ele te retorna dentro do seu produto.

LTV, um bom exemplo de métrica. (imagem da formula de calculo um LTV mais complexo)
Exemplo de um cálculo de LTV mais complexo pela OWOS

A grande questão desse cálculo é que para esse cálculo ser mais exato, precisamos ter com mais precisão o tempo médio de retenção. E para isso vamos utilizar o churn.

CHURN RATE (Taxa de cancelamento)

Basicamente, o churn representa a taxa de cancelamento dos seus cliente em um determinado período.

Se você tem 50 clientes e 2 clientes cancelaram nesse mês, sua taxa de churn foi de 4%.

A importância dessa métricas se dá para calcular o tempo médio de retenção do seu cliente (utilizamos acima para calcular o LTV).

Pois se o seu churn é alto o tempo de retenção é muito prejudicado.

MRR

Métrica fundamental para empresas que operam como SAAS.

Monthly Recurring Revenue significa receita recorrente mensal, assim, conseguimos visualizar quanto o nosso negócio recebe de maneira recorrente.

Para calcularmos o MRR é simples, é só pegarmos o total de receita recorrente, por exemplo:

Se temos 10 clientes que pagam R$ 50,00 e 20 clientes que pagam R$ 40,00, nosso MRR é R$ 1.300,00. (10*50) + (20*40).

Além de calcular o MRR dessa maneira, é importante calcularmos as seguintes métricas:

Novos MRR

São receitas adquiridas através de vendas no mês, por exemplo você vendeu 3 novos clientes no plano de R$ 50,00 e 2 no plano de R$ 40,00.

Seu novo MRR esse mês é de R$ 180,00.

MRR adicionado

São clientes que fizeram transição de plano. Por exemplo se 5 clientes do plano de R$ 40,00 passaram para o plano de R$ 50,00. Seu MRR adicionado no mês é de R$ 50,00.

MRR cancelado

É o valor que os clientes que deram churn (cancelaram) pagavam. Imagine que 2 clientes que estavam no plano de R$ 50,00 e 3 que estavam no de R$ 40,00 cancelaram. O seu MRR cancelado naquele mês é de R$ 220,00.

MRR com certeza não é uma métrica de métrica de vaidade. (imagem de gráficos de MRR)
Exemplo de gráficos sobre MRR pela plataforma da Chargify.

Agora que você sabe quais métricas utilizar, consegue me dizer se o negócio está indo bem? Deixa ai nos comentários o resultado das fórmulas para que possamos discutir melhorias.

Lembre-se de acompanhar as métricas mensalmente, em breve vou disponibilizar uma planilha para que você consiga visualizar de maneira mais fácil informações sobre seu negócio.

Qualquer dúvida só comentar, fica ligado no nosso blog que logo logo vem mais conteúdo sobre produtos digitais 🙂

Afinal, qual é a importância da tecnologia no crescimento empresarial?

Nos processos de gestão e nas estratégias de muitos negócios, a tecnologia tem proporcionado mudanças significativas. Seja para a automatização das etapas produtivas ou para a expansão de sua atuação no mercado, a importância da tecnologia no crescimento empresarial agrega valor e cria um diferencial competitivo.

Com a tecnologia cada vez mais presente nos negócios, o gestor passa a ter uma visão mais ampla da situação da empresa. Além disso, o investimento em inovação cria rotinas e procedimentos mais inteligentes, ou seja, de modo automatizado.

Bom, se você ainda está em dúvida sobre a importância da tecnologia no crescimento empresarial, continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

A importância da tecnologia no crescimento empresarial

A automação dos processos e a utilização de ferramentas e sistemas cada vez mais diferenciados têm estreitado o relacionamento entre pessoas e empresas, possibilitando uma verdadeira revolução na vida moderna. Entregar um produto e/ou serviço com qualidade e dentro do prazo não é uma tarefa fácil. Por isso, cada vez mais empresas passam a aderir à tecnologia para ajudar na organização. Por exemplo, muitos sistemas conseguem verificar em que etapas há erros e falhas na execução dos processos e implementar medidas preventivas e corretivas para não comprometer os resultados. Com a adoção da tecnologia nos processos produtivos, entre outros, é possível:

  • reduzir as falhas e o retrabalho;
  • fornecer respostas rápidas às demandas internas e externas;
  • desburocratizar os processos internos, simplificando o controle, a execução e a fiscalização;
  • otimizar o tempo, reduzir os custos e aumentar a produtividade.

No dia a dia das empresas, a tecnologia trouxe uma melhora substancial nos processos, facilitando a execução das tarefas e agregando maior segurança na realização das operações corporativas.

Os benefícios da tecnologia para os processos

Muito além de automatizar tarefas e processos operacionais, a importância da tecnologia no crescimento empresarial se revela como um importante instrumento de gestão.

Hoje em dia, os chamados softwares de gestão ERP (Enterprise Resource Planning) integram toda a empresa, independentemente do tamanho, porte ou segmento de atuação. Ou seja, todos os processos são inter-relacionados e gerenciados em uma única plataforma, de qualquer lugar e a qualquer hora, bastando apenas ter acesso à internet. Investir em tecnologia deixou de ser uma alternativa e passou a ser um item de grande necessidade.

Com a informatização dos órgãos fiscalizadores e a exigência de um número maior de informações em um menor prazo, isso passou a demandar maior rapidez e confiabilidade na prestação dos serviços por parte das empresas. Entre os principais benefícios que a adoção da tecnologia possibilita aos processos, podemos destacar os que seguem.

Aumento da agilidade

Os processos passam a ser realizados com maior rapidez, ou seja, é possível aumentar a capacidade produtiva sem comprometer os prazos e a qualidade. Além disso, há uma redução significativa da mão de obra e dos custos trabalhistas.

Padronização dos processos

A tecnologia permite que as formas como as tarefas são executadas sejam padronizadas, documentadas e controladas com maior eficiência, possibilitando a manutenção dos níveis de qualidade.

Redução de custos

Não há dúvidas de que a tecnologia “enxuga” ao máximo os custos incorridos nos processos, tanto de produção quanto administrativos. Isso possibilita um melhor planejamento dos recursos empregados e a eliminação de gastos desnecessários. Por sua vez, essa economia pode ser revertida em investimentos para atividades específicas e que resultem em uma maior receita para a empresa.

Além dos benefícios citados, maior segurança em todas as etapas do negócio, melhoria dos processos e tomadas de decisão mais eficientes também podem ser verificadas. A importância da tecnologia no crescimento empresarial representa um diferencial de mercado e a possibilidade de alcançar melhores resultados utilizando os recursos disponíveis de forma racional.

Então, gostou do conteúdo? Aproveite que está por aqui e continue aprimorando seus conhecimentos com este outro artigo sobre o que é MVP (Minimum Viable Product) e como utilizá-lo. Boa leitura!

Saiba por que sua empresa só tem a ganhar com uma equipe terceirizada

Você sabe quais são os principais benefícios que uma equipe terceirizada, dedicada, pode trazer para o seu negócio? O recente cenário econômico brasileiro vem exigindo grandes mudanças no quadro de funcionários das empresas, e a terceirização pode ser a solução para esse problema.

Existem diversos tipos de terceirização e de alocação de profissionais de tecnologia, como o outsourcing. O marketplace de talentos é um serviço relativamente recente, no Brasil, que surgiu como uma alternativa às terceirizações convencionais para suprir suas desvantagens e garantir um trabalho ainda mais personalizado.

Neste texto mostraremos algumas das vantagens de ter um time alocado, seja pela terceirização convencional ou pelo marketplace, integrado à sua estratégia corporativa. Vamos lá?

Foco no negócio principal da empresa

A terceirização de serviços permite que o gestor foque no core business e na sua estratégia corporativa. Isso é um fator importantíssimo para o sucesso de qualquer empreendimento, pois um profissional apto a tal feito é capaz de impulsionar o negócio para outro nível.

Assim, o empreendedor não precisa mais se preocupar com a gestão dos  profissionais de TI, podendo direcionar seus esforços para o aperfeiçoamento das atividades que são fundamentais para o bom desempenho da empresa.

Profissionais especializados

Uma empresa terceirizada, normalmente, tem alto critério de seleção e recrutamento de seus funcionários, principalmente do setor de tecnologia, já que se trata de uma área extremamente especializada. Isso possibilita a formação de um time de profissionais experientes, que dominam o know-how e apresentam alto nível de conhecimento técnico, além de perfil adequado à empresa contratante.

Assim, você, gestor, não precisará se preocupar, também, em saber se os profissionais que está contratando são realmente qualificados, o que reduz significativamente os custos do seu empreendimento, já que isso é de responsabilidade da empresa contratada.

Redução de custos e priorização de investimentos

Além da redução de custos com questões já abordadas, é possível economizar outros ônus empregatícios, como:

  • rescisões de contrato;
  • rotatividade de funcionários;
  • exames admissionais;
  • substituição de colaborador nas férias ou ausência devido a alguma enfermidade;
  • reajuste salarial;
  • benefícios, como plano de saúde, plano odontológico, vale-alimentação e vale-transporte.

Assim, há também maior previsibilidade de custos mensais, colaborando para o equilíbrio financeiro da empresa. Aliás, com a mão de obra mais qualificada, há aumento na produtividade — sem perda de qualidade devido a operações realizadas de maneira mais eficiente.

Se tanta redução nos gastos não for suficiente para convencer, ainda é possível utilizar esse montante economizado para investir na aquisição de novas tecnologias e em projetos que contribuam para o aperfeiçoamento das estratégias da organização. Isso favorece a vantagem competitiva, o que a coloca na frente da concorrência e, dessa forma, melhora a sua colocação no mercado.

Formação de parcerias construtivas

Outro benefício que a terceirização propicia é a possibilidade de estabelecer parcerias com as prestadoras de serviço. No entanto, é necessário cuidadosa análise do mercado para a escolha de uma empresa que, além de possuir ampla experiência no setor, deve apresentar valores e cultura aos da sua organização, para que esse laço possa agregar valor.

Lembre que “duas cabeças pensam melhor que uma”, mas é necessário que haja benefícios mútuos, onde “uma mão lava a outra”. Uma parceria em que apenas uma parte é beneficiada é uma parceria falha.

O que o Marketplace tem que o Outsourcing não tem?

Ainda que viáveis, os serviços de terceirização por outsourcing possuem algumas falhas em relação ao marketplace que podem influenciar sua decisão na hora de escolher qual destes dois serviços é o ideal para sua empresa. Abaixo, estão algumas vantagens do marketplace quando comparado ao outsourcing:

O tempo de contratação e alocação dos talentos é o mesmo e, muitas vezes, até mais ágil do que o outsourcing, já que ele segue o ritmo que o mercado exige. Aqui na Ez, por exemplo, você consegue ter os profissionais colaborando em até quatro semanas!

Com um marketplace, além dos processos de recrutamento e seleção da própria contratada, você também consegue avaliar se o profissional que está prestes a fazer parte do seu projeto realmente oferece aquilo que sua empresa busca.

Há também uma maior flexibilidade da corporação com o talento, já que ele se comporta como se fosse um colaborador normal e, além disso, você tem a possibilidade de internalizar esse profissional depois de um período acordado com a empresa prestadora dos serviços.

Estas são apenas algumas das vantagens se contar com a alocação de profissionais. Sendo assim, pesquise muito bem antes de contratar uma equipe terceirizada e investigue a reputação da prestadora.

O que você achou do conteúdo apresentado? Gostou? Então, compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a também dominarem o assunto!

Veja aqui maneiras inteligentes de obter vantagem competitiva

Você sabe como obter vantagem competitiva no seu negócio e sair na frente da concorrência? Existem diversas formas de sair na frente no mercado. Uma boa estratégia competitiva é oferecer produtos e serviços que são difíceis de ser copiados por outras empresas e, para isso, é necessário que sejam únicos, sustentáveis, aplicáveis em diversas situações, com preço acessível e de qualidade.

Não é uma tarefa simples e necessita de engajamento e planejamento. Mas não se preocupe porque, neste texto, vamos mostrar a você maneiras inteligentes de obter vantagem competitiva. Vamos lá?

Esteja bem localizado

Para se destacar das demais, é de fundamental importância que a empresa esteja localizada em local com boa visibilidade e acessível ao público-alvo. Além disso, é um grande diferencial para o negócio que a empresa se estabeleça em lugar com fácil acesso às vias de comunicação e transporte, pois isso facilita a movimentação dos funcionários e as operações de expedição de produtos e recebimento de matéria-prima, aumentando a eficiência do processo produtivo.

Conquiste o público por meio de bom design e logo

Sabe aquela expressão “a primeira impressão é a que fica”? Em muitos casos, isso é verídico. Assim, é muito importante planejar a identidade visual — tanto da sua marca quanto do seu produto — pensando nisso. Também não podemos esquecer que “um bom livro não pode ser julgado apenas pela capa”. O visual faz o cliente querer experimentar o seu produto ou serviço, mas são a qualidade e a boa usabilidade que o fazem voltar a comprar ou a indicar o item adquirido para outras pessoas. Isso, em conjunto com um designer marcante e atraente, é o que fará com que o seu produto seja lembrado.

Obtenha vantagem competitiva mediante preços acessíveis

Agora, que os clientes conseguem acesso à sua empresa facilmente e você tem um produto atraente e de boa qualidade, é hora de fechar com chave de ouro e disparar na frente da concorrência. Para isso, é necessário estabelecer o preço final do seu produto, de forma que o valor seja acessível para o público e esteja dentro dos limites impostos pelo mercado. Uma empresa que consegue produzir seu produto com qualidade superior e preço abaixo do de seus concorrentes terá grande vantagem competitiva. No entanto, é necessário aumentar a eficiência dos processos de maneira a reduzir os custos de produção. Outra tática interessante é usar artifícios como promoções, saldões e descontos. Tente fazer com que o cliente compre mais ou volte a comprar em outra oportunidade. Bons exemplos para isso são:

  • na venda de um item, ofereça desconto em outro;
  • disponibilize um cartão fidelidade pelo qual, após determinado número de compras, o cliente recebe algum benefício;
  • baixe o preço de produtos com pouco giro.

Invista em tecnologia

As empresas vêm utilizando cada vez mais a tecnologia, não apenas para aumentar a eficiência do processo, mas também para aumentar o grau de interação do usuário com os serviços e produtos oferecidos pelo negócio. Um bom investimento em tecnologia traz maior organização de todas as etapas produtivas do processo, desde a aquisição de matéria-prima até a entrega ao consumidor final. Isso faz com que o custo de produção seja menor, o que impacta diretamente no preço final do produto. E não para por aí. Há tecnologias focadas no relacionamento com o cliente, como softwares que possibilitam maior transparência das operações envolvidas na aquisição do produto. É possível, por exemplo, o acompanhamento de pedidos, a customização de itens e o orçamento on-line. Pronto! Agora é só você tirar as ideias do papel e colocar a mão na massa. Não se esqueça de contar com a tecnologia para auxiliá-lo em todas as etapas de desenvolvimento, lançamento e engajamento do seu projeto. Você curtiu este post sobre vantagem competitiva? Lembrou-se de outras estratégias para deixar a concorrência para trás? Então, deixe um comentário neste texto e compartilhe, com a gente e com os nossos demais leitores, a sua opinião e as suas ideias sobre o assunto!