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Tipos de mínimo produto viável

Antes mesmo de começar a programar uma solução, é importante validar a necessidade que ela resolve e se a forma que você pensou em resolver possui aderência pelo mercado. Para isso, é essencial fazer um Mínimo Produto Viável (MVP).

De acordo com o relatório da CBInsights, 42% das startups fecham a porta por não resolverem uma real necessidade no mercado. Nesse cenário, o problema não é desenvolvimento, é estratégico: as bases e premissas da startups foram setadas sem validação.

Existem vários modelos de MVP que podem te ajudar a sair dessa estatística. Aí vão alguns deles:

Mínimo produto viável: página de venda fake

Pergunta chave: meu cliente compraria isso?

Uma forma de validar se um cliente possui interesse em adotar sua solução, é criar uma página de vendas fake. Tudo que você precisa é de uma página de vendas explicando a sua solução e com um botão de “compre aqui”.

Quando o cliente clicar neste botão, ele vai para uma página avisando que o produto em breve entrará no mercado e pedindo os dados para contato.

Essa é uma ótima forma de compreender quantas pessoas realmente estariam dispostas a pagar pelo seu produto.

Mínimo produto viável: concierge

Pergunta chave: o quão complexo é rodar este modelo de negócios?

Neste caso, você vai, manualmente, testar o seu produto com alguns clientes.

Se você é uma empresa que conecta quem faz marmita e quem compra marmitas, por exemplo, você poderia fazer um Instagram e, quando alguém tivesse interesse em comprar, você mesmo pegaria o produto na casa do fornecedor e levaria até o cliente final, cobrando uma % por isso.

O concierge não é escalável e, justamente por isso, é seguro para testes.

Mínimo produto viável: concha de retalhos

Pergunta chave: meu produto resolve um problema?

Já vi um empreendedor testando uma ferramenta de gestão com um google forms e uma planilha. Ele coletava os dados através do formulário, a planilha fazia os cálculos e depois entregava os índices para o cliente.

No teste, ele vendeu esta planilha para o cliente por R$50,00 e, em uma semana, 20 pessoas compraram. A partir disso, ele soube que o produto seria bem recebido no mercado quando virasse um modelo Saas e estivesse completo.

A concha de retalhos é isso: usar diferentes ferramentas para criar algo que não é um produto finalizado, não é a solução mais conveniente, mas resolve o problema do seu cliente. Seguindo este caminho, é mais fácil aprender e fazer mudanças.

Quando o mínimo não é tão mínimo assim

Em alguns casos, o MVP precisa de uma base tecnológica mais desenvolvida. É um caso de grande partes das legaltechs, que precisam de várias tecnologias para garantir a veracidade de informações e cumprir com os requisitos do ambiente jurídico.

Se esse é o seu caso, é importante compreender o que os diferentes atores que vão interagir com sua solução precisam para que ela tenha utilidade. É importante compreender objeções, regras e limitações.

O que avaliar para criar um MVP?

Aqui vão algumas perguntinhas para entender o que é necessário para criar um MVP:

  • Qual a mudança que meu cliente deseja e qual métrica vou usar para mensurar isso?
  • Quem mais está envolvido no processo além do meu cliente? Quais atividades ele precisa realizar? Com quem ele precisa prestar contas?
  • Quais as principais tarefas que ele precisa executar com sucesso ao usar minha solução?

Respondendo essas três perguntas, você consegue criar um MVP que corresponde a um problema real e que é realmente relevante na vida do seu cliente.

Que tal? Gostou do conteúdo? Este conteúdo foi feito em parceria com a Tudo Sobre Startups. Comente e compartilhe com sua equipe para que possam tomar melhores decisões!

Modelo de negócio: o que é e como criar um?

Você sabe me responder o que sua empresa oferece? Como ela entrega valor? Como ela ganha dinheiro?

Ter essas respostas pode ser o grande diferencial entre o fracasso e o sucesso de seu negócio.

Uma forma simples de responder as questões é ter um modelo de negócio com perguntas e respostas bem estruturadas.

O modelo de negócio não irá responder somente o que sua empresa pretende vender mas, também como você faz seu produto/serviço, quais são os grandes diferencias, quem são seus maiores concorrentes e como sua empresa irá gerar dinheiro.

É importante ressaltar que sua startup pode atualizar o modelo de negócio quantas vezes for preciso, a ideia é que ele sofra transformações na medida em que a empresa passa por mudanças. Nesse artigo vamos te ajudar a entender melhor sobre modelos de negócios.

O que é um modelo de negócio? 

O modelo de negócio é a forma como sua empresa cria e entrega valor. Ou seja, é uma fórmula de como transformar o seu time, gestão e produto em dinheiro. Este modelo é apresentado para investidores e para a própria equipe para traçar planos para a empresa.

Como definimos o modelo de negócio?

Existem algumas técnicas para auxiliar você e seu time na construção do modelo de negócio. No entanto, vamos entender primeiro quais informações são necessárias para construir o seu modelo.

Segundo o livro “Business Model Generation”, escrito e organizado por Alexander Osterwalter, 9 itens são necessários para desenvolver um modelo de negócio, são eles:

1 – Proposta de valor:

  • O que sua empresa vai oferecer que seja único ou, que irá gerar valor para o cliente?
  • Quais necessidades do cliente sua empresa vai atender?

2 – Recursos:

  • Quais recursos serão necessários para entregar a proposta de valor?
  • Segmente os recursos por canal de relacionamento com o cliente, fluxo de receita.

3 – Atividades chaves:

  • Quais são as atividades chaves para atender a proposta de valor de seu negócio?

4 – Parcerias estratégicas:

  • Quem serão os principais parceiros, fornecedores?
  • O que motiva a parceria entre sua empresa e a deles?

5 – Segmento de cliente:

  • Quais segmentos de clientes sua empresa irá vender?
  • Qual o perfil de cliente ideal?

6 – Relacionamento com o cliente:

  • Como sua empresa vai se comunicar com o cliente?

7 – Canais de comunicação e distribuição:

  • Quais serão os canais de comunicação com o cliente? 
  • Qual o custo por canal?
  • Quais canais entregam mais resultados?

8 – Estrutura de Custos:

  • Quais serão os custos para entregar a proposta de valor?
  • O custo pode ser distribuído por canais de comunicação e fontes de receita.

9 – Fontes de receita:

  • Qual será o modelo de monetização da sua empresa?
  • Como sua empresa irá gerar receita?

Você não precisa necessariamente seguir a ordem dos itens listados. No entanto, recomendo começar pela proposta de valor, pois, alguns itens dependem de sua definição.

Exemplos de modelos de negócio:

Dentre os modelos de negócios existem alguns tipos que podem caracterizar sua empresa, são eles:

SAAS

Software as a service (SAAS), são empresas responsáveis por desenvolver e comercializar serviços por meio de softwares. Seus deveres são em garantir a disponibilidades dos serviços, segurança e evolução da ferramenta.

Provavelmente você já deve ter utilizado os serviços de uma empresa SAAS e não percebeu. Então, vou deixar alguns exemplos:

  • E-mail (Gmail, Yahoo, Outlook)
  • Netflix
  • Spotify
  • Entre outras

Vantagens: Redução de custos, escalabilidade e previsibilidade de faturamento são vantagens interessantes do modelo SAAS. Com o uso de tecnologias você pode potencializar o seu negócio.

Desvantagens: Investir em infraestrutura e desenvolvimento do software é imprescindível para manter a qualidade do serviço. 

Marketplace:

Provavelmente você já deve ter ouvido falar que a maior empresa de hospedagem do mundo não tem nenhum hotel (Airbnb), que a maior empresa de transporte do mundo não tem nenhum carro (Uber) e que a maior empresa de geração de conteúdo do mundo não produz conteúdo (Facebook). Esses são exemplos de modelo de negócio conhecido como marketplace.

O modelo de negócio marketplace é uma plataforma para conectar a oferta com a demanda por produtos e serviços. Em outras palavras, a plataforma possui uma vitrine de produtos/serviços e uma base de usuários que estão buscando por estes produtos/serviços. Exemplos de marketplace: Mercado Livre, Uber, Airbnb, entre outras.

Vantagens: A empresa não precisa se preocupar com a execução do serviço final. Consequentemente, seu custo operacional é muito menor caso ela se responsabiliza-se pela execução. O modelo de monetização é o grande atrativo, pois, a empresa cobra uma taxa de percentagem sobre o serviço vendido na plataforma.

Desvantagens: Uma grande quantidade de usuários para consumir e oferecer o serviço são necessários para que o modelo seja sustentável.

E-commerce:

O E-commerce é um comércio eletrônico. As empresas realizam as vendas de seus produtos/serviços através de uma plataforma digital. 

Um dos maiores desafios desse modelo de negócio é ganhar escala, pois, é preciso investir em espaço físico e logística para garantir a qualidade e o prazo de entregas. Pensando nessas dificuldades a Amazon criou o programa de afiliados para ajudar o empreendedor que está começando. Tudo que você precisa é encontrar um fornecedor e divulgar seu produto no E-commerce da Amazon e, eles se responsabilizam pela entrega e armazenamento do estoque. Para cada venda realizada uma porcentagem do valor fica para o E-commerce.

Exemplos de E-commerce são Amazon, Maganize Luiza, entre outras.

Vantagens: O alcance do produto é muito maior do que se fosse vendido somente pela loja física. As pessoas estão cada vez mais adquirindo o hábito de realizar compras online, portanto, as vendas tendem a aumentar.

Desvantagens: Os gastos com marketing podem ser grandes e, a disputa de preços com concorrentes pode desfavorecer as pequenas empresas.

Software house:

Conhecidas também como fábricas de softwares, são empresas que criam e desenvolvem softwares por demanda. O grande desafio deste modelo é se tornar escalável, uma vez que, as equipes conseguem atender um número específico de projetos ao mesmo tempo. 

Vantagens: Os produtos entregues são personalizados, conforme solicitado pelo cliente.

Desvantagens: O custo de aquisição dos clientes é mais alto e o know centralizado dos desenvolvedores se tornam um problema em turnovers.

Quais são os modelos de públicos

Conhecer seu público é essencial para a construção de uma estratégia eficiente, pois, gastar tempo com o público errado pode ser fatal para sua empresa. Por isso, vamos listar os tipos mais comuns de públicos:

B2B: Sua empresa vende para outras empresas, podendo ser: grandes, médias ou pequenas.

B2C: Sua empresa vende para o consumidor final.

B2G: Sua empresa vende para o governo.

Quais são os modelos de receitas

Toda empresa precisa pagar as contas e garantir o lucro sobre seus serviços. Como isso será feito é o que chamamos de modelo de receita. Em outras palavras, é a forma como a empresa irá cobrar o cliente sobre seus produtos e serviços. Ter o conhecimento sobre diferentes modelos de receita pode ajudar sua empresa em estratégias para conquistar e reter cliente. Pois, se o cliente não estiver satisfeito com sua forma de pagamento, existe uma grande chance de abandonar sua empresa. 

Vamos analisar 4 modelos de receitas:

Premium: mais conhecido como pagou, levou. Neste modelo o cliente precisa realizar o pagamento para ter acesso a um serviço ou, comprar um produto.

Freemium: utilizado como estratégia para atrair novos clientes, o freemium é o modelo gratuito. Porém, com recursos limitados. Geralmente neste modelo sempre existe um plano com mais funcionalidades onde o cliente precisa pagar para usar.

Assinatura: este modelo é muito usado por empresas com modelo de negócio SAAS. Os clientes precisam pagar um valor recorrente para ter acesso ao serviço contratado.

Por publicidade: este modelo é conhecido, pois, é a forma como Facebook, Instagram e outras redes sociais trabalham. Essas empresas usam sua base de contatos para vender anúncios de empresas. Em outras palavras, as empresas pagam para aparecer nas vitrines dessas redes sociais.

Conclusão

Entender o modelo de negócio da sua empresa pode te ajudar a se posicionar no mercado, estruturar estratégias de vendas, marketing e de retenção de talento. Quem não se preocupa em construir um modelo de negócio pode perder uma grande oportunidade de realizar um pitch matador para um possível investidor. 

Agora que você entendeu um pouco mais sobre os tipos de modelos de negócio, está pronto para estruturar o seu? 

Qualquer dúvida deixe nos comentários. Até mais!

Áreas da tecnologia: descubra como estruturar na empresa

As áreas da tecnologia têm mudado rapidamente a forma como são realizados os negócios e a estrutura de execução de operações no ambiente corporativo. Isso abriu portas para recriar, manusear e inventar novas ferramentas. Para acompanhar esse ritmo, as empresas de outsourcing são essenciais!

A transformação digital tornou o papel da TI no ambiente corporativo um grande diferencial. Por muito tempo, os profissionais das áreas de tecnologia foram aproveitados apenas para realizar reparos nos maquinários. Hoje, eles são peças de grande importância nas organizações.

A TI auxilia o líder empresarial a impulsionar o potencial de crescimento do negócio, melhorar a presença da organização no mundo digital e oferecer valor em termos de produto, serviço e atendimento. Porém, os empreendedores devem ficar atentos: estruturar áreas da tecnologia não é apenas automatizar processos e reduzir custos. É entender que todos estão conectados — o cliente, o fornecedor e, principalmente, o concorrente.

Em resumo, todas as atividades de um negócio dependem da tecnologia para se destacarem no mercado. Mas, afinal, como estruturar as áreas da tecnologia na organização? É uma realidade possível? Continue a leitura e saiba mais!

Qual a importância das áreas da tecnologia nas empresas?

O maior desafio das empresas é visualizar as oportunidades e as possibilidades. Isso acontece, especialmente, pela falta de alinhamento entre as metas e os indicadores de desempenho entre os setores.

Se um dos setores da empresa perde dias ou meses para elaborar uma estratégia e entregar uma proposta que é negada ou mal executada por outro setor, consequências significativas podem levar a conflitos e gerar frustrações para toda a equipe. A companhia terá um cenário em que os recursos são mal distribuídos, há perda constante de competitividade e dificuldades de planejar um fluxo de trabalho de qualidade.

Os indicadores são fundamentais para melhorar o acompanhamento das tarefas. Sem eles, a empresa tem dificuldades para rastrear problemas e entregar um trabalho de qualidade.

Para solucionar esses desafios, uma boa alternativa é voltar as atenções da empresa para as áreas da tecnologia. Dentro da organização, elas servem de apoio para a criação de uma grande teia integrada, em que todos os setores passam a trabalhar em conjunto, desde a fase de planejamento até a fase de execução.

Ela também entrega os recursos necessários para o gestor visualizar, gerenciar, criar e analisar um conjunto de indicadores de modo centralizado e prático. Com isso, a companhia poderá tomar decisões mais ágeis e práticas.

Esse compartilhamento de dados e a integração proporcionada com o apoio das áreas de tecnologia serão a chave para o sucesso do negócio em médio e longo prazo. Geralmente, quando a tecnologia da informação é mal gerenciada ou recebe pouca atenção por parte de gestores e administradores, a empresa deixa de absorver uma série de vantagens competitivas.

Por isso, é fundamental que o empreendedor avalie sua estrutura e invista em melhorias, sempre focando o papel de destaque que a transformação digital pode ter para o empreendimento. Isso passa principalmente pelas novas tecnologias, que são mais acessíveis, escaláveis e fáceis de serem utilizadas.

Imagine, por exemplo, a equipe de vendas e o setor de TI mantendo a comunicação e o controle de clientes por meio de planilhas e meios manuais. Esse processo é demorado e pode levar a erros que resultam em prejuízos financeiros e econômicos para o negócio.

Ao investir nas áreas da tecnologia na organização, é possível integrar as informações com foco na gestão de relacionamento com o cliente (Customer Relationship Management, ou CRM, em inglês), por exemplo. Isso dará mais capacidade para a companhia compreender a melhor forma de prestar suporte, as estratégias mais funcionais, e os meios de encantar e manter o consumidor fidelizado.

Ou seja, ao adequar os processos às novas tecnologias, buscar a automação das tarefas e fazer updates na estrutura física, a companhia poderá eliminar processos morosos e gaps de produção.

Quais as vantagens de investir nas áreas da tecnologia?

Contar com o apoio das áreas da tecnologia pode levar a uma série de impactos positivos para a sua empresa. Juntos, eles permitem que a empresa tenha alto nível de competitividade, performance e agilidade operacional. Vejamos com mais detalhe as principais vantagens de investir nas áreas da tecnologia nos negócios!

Maior segurança da informação

A informação é um item de extrema importância nas empresas. Afinal, é por meio dela que os gestores tomam suas decisões, os processos podem ser melhorados ou a estrutura de negócio pode ser mudada para alcançar melhores resultados. Mas, para que ela seja garantida, a companhia precisa, continuamente, lidar com ameaças, reduzir riscos e maximizar a qualidade dos seus serviços prestados.

Nesse cenário, investir nas áreas da tecnologia pode ser o ponto base para ter uma visão mais abrangente sobre a infraestrutura. Dessa forma, será mais fácil implementar mecanismos e ferramentas que possibilitem cortar riscos e maximizar a confiabilidade das rotinas que dependam de dados.

Maior confidencialidade nos serviços corporativos

Com o apoio das áreas de tecnologia, a empresa poderá aumentar a confiabilidade dos seus serviços. Os profissionais terão mais meios para garantir que os acordos serão executados, uma vez que haverá mais flexibilidade, integração e mobilidade no ambiente corporativo. 

Mais integridade para os dados internos

A integridade das informações disponíveis no ambiente interno é fundamental para o sucesso da empresa. Se faltam registros confiáveis, a companhia terá dificuldades para prestar os seus serviços e tomar decisões de qualidade.

O apoio das áreas da tecnologia permite que o negócio utilize métodos de gestão em que os dados e informações não são alterados conforme o tratamento e as pessoas envolvidas na análise, ou seja, que não sofram mutações ao longo do processo.

Em outras palavras, as áreas da tecnologia com foco na segurança da informação passam a cuidar da preservação das características originais das informações e dos métodos de processamento. Assim, garantem que o negócio siga práticas legais quanto ao tratamento do conteúdo gerado, para posterior análise, podendo aproveitar os registros internos de modo profundo.

Maior disponibilidade

A integração com as áreas de TI internas possibilita que a infraestrutura de TI seja formulada para gerar mais competitividade e disponibilidade de recursos. Isso significa que todos os sistemas estratégicos utilizados pela organização passarão a ser controlados e monitorados com precisão e eficiência.

Quanto maior for o nível de alinhamento, portanto, maior será o valor da empresa diante dos clientes e em relação à concorrência. Afinal de contas, ela terá uma infraestrutura de TI que permite aos times internos serem mais eficazes, inteligentes nas suas escolhas e preparados para lidar com as demandas do mercado.

Possibilidade de ter um suporte técnico de qualidade

Contar com ferramentas e métodos arcaicos não comporta as novas necessidades dos clientes e da empresa moderna. As áreas da tecnologia possibilitam que a organização conte com suporte técnico desde a fase inicial do negócio.

desenvolvimento de soluções tecnológicas é cada vez mais simples e rápido. Por isso, é preciso realizar uma boa pesquisa de mercado para conhecer as opções disponíveis e investir nas áreas da tecnologia com o máximo de confiança e precisão.

Com um bom suporte técnico, é possível verificar problemas com antecedência e melhorar a infraestrutura da organização como um todo. Ao investir em tecnologia, há suporte técnico durante todas as etapas produtivas e no crescimento dos negócios.

Qualidade de software

Investir nas áreas da tecnologia significa trazer aos negócios processos otimizados e que gerem bons resultados. No entanto, isso depende de uma série de fatores, como é o caso de um bom software. Para que a infraestrutura da informação alcance seu real objetivo, é preciso contar com um software de qualidade e ter o apoio de bons profissionais.

A parceria entre a equipe interna e a externa também é decisiva no sucesso. É preciso que as empresas mudem a ideia de que investir em tecnologia é um gasto e vejam que é um investimento com excelentes retornos.

Isso significa que ela é uma importante aliada dos negócios e uma ótima estratégia diante da concorrência. Ao alinhar os times, é possível atingir esse objetivo e tornar a TI uma solução estratégica para a companhia. Para isso, o outsourcing (terceirização) de serviços de tecnologia pode ser essencial.

O que é outsourcing?

Outsourcing é um termo em inglês que é comumente traduzido como “terceirização”, que é a prática de obter serviços de uma terceira parte especializada. Com isso, sua empresa pode se concentrar nas atividades intimamente ligadas com os produtos ofertados para o público em vez de se dedicar a ações secundárias.

Isso não significa negligenciar a responsabilidade. Pelo contrário, a terceirização surgiu da conclusão de alguns negócios de que é impossível realizar uma capacitação aprofundada a todas as áreas de uma empresa. Assim, torna-se mais produtivo e eficiente delegar essa tarefa para uma empresa de outsourcing. Isso abrange tanto funções meramente operacionais, como limpeza e segurança física, quanto setores estratégicos, como o TI e os Recursos Humanos.

É um conceito muito mais amplo do que aquele do senso comum, que se restringe à contratação de pessoal, já que abrange outras ações, como consultoria, treinamento de pessoal e fornecimento de produtos. Por exemplo, ao terceirizar uma infraestrutura de software, você poderá contar com o fornecimento de PCs e servidores, treinamento do pessoal, consultores, softwares e também profissionais especializados nas ferramentas contratadas.

Quais as vantagens de contar com empresas de outsourcing na TI?

Vantagens de custo

O grande benefício que toda a empresa busca ao terceirizar seus serviços é a redução de custos. Afinal, é possível reduzir os riscos com alguns direitos trabalhistas, que podem afastar um colaborador, como a licença maternidade. Na terceirização, caso um empregado precise se afastar, a terceira parte fica responsável por substituir a mão de obra sem custo adicional para você.

Mas a grande economia vem do fato de que os colaboradores terceirizados já vêm treinados e capacitados. Recrutar e treinar uma equipe de TI pode ser muito caro, visto que há uma gama muito ampla de subáreas e pouca uniformidade de ferramentas e linguagens de programação.

Maior flexibilidade para o seu orçamento

Quando você terceiriza, há uma conversão dos custos fixos com salário e tributos em custos variáveis, pois você estará vinculado a um contrato esporádico com uma outra empresa privada. Com isso, você ganha poder de negociação e de escalamento. Quando for preciso reduzir a equipe terceirada, bastará conversar com o terceirizador.

Colaboradores mais experientes

Profissionais experientes em TI são muito raros no mercado, visto que a maioria dos cursos de formação em TI surgiram na última década. Grande parte desses talentos está em empresas especializados, que costumam oferecer serviços de terceirização. 

Maior qualidade operacional

Como você terá profissionais capacitados e experientes, eles conseguem fazer mais em menos tempo, pois já estão no ápice da curva de aprendizado das ferramentas de TI. Isso pode, inclusive, beneficiar outros funcionários, pois, na convivência no ambiente de trabalho, eles ensinam um pouco do que sabem. 

Melhora do atendimento a demanda de usuários

Como os terceirizados têm um conhecimento profundo das ferramentas digitais que eles operam, são muito mais ágeis e efetivos em solucionar os problemas dos usuários. Na contemporaneidade, os clientes são muito pouco tolerantes a qualquer demora na resolução de suas demandas — e qualquer insatisfação pode comprometer permanentemente o relacionamento com a empresa.

O que fazer para investir nas áreas da tecnologia com sucesso?

Investir nas áreas da tecnologia na empresa requer colaboração não apenas de líderes e suas equipes, mas de toda a estrutura organizacional. Setores como o de criação de produtos, de vendas, de atendimento ao cliente e demais que participem direta e indiretamente dos processos produtivos precisam trabalhar lado a lado para fornecerem dados relevantes ao time da TI, para que ele possa fazer bons investimentos.

Em outras palavras, investir nas áreas da tecnologia não implica fazer com que um setor seja mero executor de tarefas de outra área, mas que as ações sejam integradas, inter-relacionadas e codependentes, ou seja, com foco na criação de um novo modelo de negócio diante das novas exigências de mercado.

Há também a necessidade de focar as tendências e os modos como elas afetam as receitas da companhia. Nesse sentido, é possível apontar como boas práticas para o investimento em TI:

  • avaliar a viabilidade de adotar a nuvem;
  • ter metodologias modernas ao investir em softwares próprios;
  • não ignorar a segurança digital;
  • considerar demandas e objetivos internos;
  • avaliar como a tecnologia pode auxiliar o negócio a ser mais alinhado com as tendências do setor.

As empresas que investem em tecnologia da informação aumentam a sua quota de mercado, garantem boa margem de competitividade e passam a ter uma visão precisa do futuro. Isso possibilita planejar a jornada de negócio de forma efetiva e resolver problemas com mais flexibilidade e antecedência, garantindo, ao mesmo tempo, a escalabilidade (crescimento futuro) do negócio. 

Com isso em mente, sempre considere o apoio das áreas da tecnologia e empresas de outsourcing para tornar a companhia mais competitiva. Isso auxiliará gestores a buscarem mais meios para otimizar o seu fluxo de trabalho, criar mais inovação e qualidade com serviços e produtos que contenham alto nível de inovação. Para colher todos esses benefícios, invista no outsourcing de TI. 

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Veja aqui maneiras inteligentes de obter vantagem competitiva

Você sabe como obter vantagem competitiva no seu negócio e sair na frente da concorrência? Existem diversas formas de sair na frente no mercado. Uma boa estratégia competitiva é oferecer produtos e serviços que são difíceis de ser copiados por outras empresas e, para isso, é necessário que sejam únicos, sustentáveis, aplicáveis em diversas situações, com preço acessível e de qualidade.

Não é uma tarefa simples e necessita de engajamento e planejamento. Mas não se preocupe porque, neste texto, vamos mostrar a você maneiras inteligentes de obter vantagem competitiva. Vamos lá?

Esteja bem localizado

Para se destacar das demais, é de fundamental importância que a empresa esteja localizada em local com boa visibilidade e acessível ao público-alvo. Além disso, é um grande diferencial para o negócio que a empresa se estabeleça em lugar com fácil acesso às vias de comunicação e transporte, pois isso facilita a movimentação dos funcionários e as operações de expedição de produtos e recebimento de matéria-prima, aumentando a eficiência do processo produtivo.

Conquiste o público por meio de bom design e logo

Sabe aquela expressão “a primeira impressão é a que fica”? Em muitos casos, isso é verídico. Assim, é muito importante planejar a identidade visual — tanto da sua marca quanto do seu produto — pensando nisso. Também não podemos esquecer que “um bom livro não pode ser julgado apenas pela capa”. O visual faz o cliente querer experimentar o seu produto ou serviço, mas são a qualidade e a boa usabilidade que o fazem voltar a comprar ou a indicar o item adquirido para outras pessoas. Isso, em conjunto com um designer marcante e atraente, é o que fará com que o seu produto seja lembrado.

Obtenha vantagem competitiva mediante preços acessíveis

Agora, que os clientes conseguem acesso à sua empresa facilmente e você tem um produto atraente e de boa qualidade, é hora de fechar com chave de ouro e disparar na frente da concorrência. Para isso, é necessário estabelecer o preço final do seu produto, de forma que o valor seja acessível para o público e esteja dentro dos limites impostos pelo mercado. Uma empresa que consegue produzir seu produto com qualidade superior e preço abaixo do de seus concorrentes terá grande vantagem competitiva. No entanto, é necessário aumentar a eficiência dos processos de maneira a reduzir os custos de produção. Outra tática interessante é usar artifícios como promoções, saldões e descontos. Tente fazer com que o cliente compre mais ou volte a comprar em outra oportunidade. Bons exemplos para isso são:

  • na venda de um item, ofereça desconto em outro;
  • disponibilize um cartão fidelidade pelo qual, após determinado número de compras, o cliente recebe algum benefício;
  • baixe o preço de produtos com pouco giro.

Invista em tecnologia

As empresas vêm utilizando cada vez mais a tecnologia, não apenas para aumentar a eficiência do processo, mas também para aumentar o grau de interação do usuário com os serviços e produtos oferecidos pelo negócio. Um bom investimento em tecnologia traz maior organização de todas as etapas produtivas do processo, desde a aquisição de matéria-prima até a entrega ao consumidor final. Isso faz com que o custo de produção seja menor, o que impacta diretamente no preço final do produto. E não para por aí. Há tecnologias focadas no relacionamento com o cliente, como softwares que possibilitam maior transparência das operações envolvidas na aquisição do produto. É possível, por exemplo, o acompanhamento de pedidos, a customização de itens e o orçamento on-line. Pronto! Agora é só você tirar as ideias do papel e colocar a mão na massa. Não se esqueça de contar com a tecnologia para auxiliá-lo em todas as etapas de desenvolvimento, lançamento e engajamento do seu projeto. Você curtiu este post sobre vantagem competitiva? Lembrou-se de outras estratégias para deixar a concorrência para trás? Então, deixe um comentário neste texto e compartilhe, com a gente e com os nossos demais leitores, a sua opinião e as suas ideias sobre o assunto!

MVP: Qual o seu conceito e como você deve utilizá-lo

Uma das primeiras missões do empreendedor é colocar seu produto no ar e colher o feedback dos usuários. E é aí que a maioria dos empresários e startups falham, muitos não conhecem o conceito de MVP.

É muito comum no mundo dos negócios, empresas demorarem meses ou até anos para lançarem seu produto. Porém, se você conhece um pouco de startups, sabe que se demorar todo esse tempo para lançar um produto é o mesmo que declarar a morte do seu negócio.

Nesse mundo, precisamos “validar” o nosso negócio o mais rápido possível e é aí que entra o termo “fail fast”, ou seja, quanto antes você lançar o seu produto, antes receberá as críticas (falhas) e antes poderá melhorá-lo.

Lembre-se, antes do MVP você não sabe o que o seu cliente quer, você tem hipóteses. Inclusive, as vezes nem mesmo o cliente tem certeza do que quer.

Mas ai é que está a ciência do negócio, para lançarmos um produto digital o mais rápido possível para os nossos clientes, precisamos definir o que é MVP.

Nesse artigo, vou te explicar um pouco mais o que significa esse conceito e como utiliza-lo.

O que significa e qual a função do MVP

Para começar, você precisa entender, qual o menor passo que você pode dar, para lançar seu produto e começar a receber feedbacks de clientes.

A sigla MVP significa Minimum Viable Product (Produto mínimo viável), a tradução já diz muita coisa.

Pense qual a versão do seu produto que é minimamente viável. Sabe essa lista gigante de funcionalidades que você tem aí? Quais você pode cortar para lançar o seu produto em 4 a 8 semanas?

Eu sei que você vai me responder: “Mas Gabriel, todas as funcionalidades que listei são essenciais para meu usuário, sem elas meu produto não vai pro ar!!“. Será mesmo?

Um bom exercício antes de desenvolver seu MVP é pensar nas seguintes perguntas:

  • Como seu usuário resolve os problemas sem o seu produto hoje?
  • Ele vive sem essa funcionalidade hoje, não vive? Será que não pode viver mais algumas semanas ou meses sem?
MVP do jeito certo!

Para realmente sabermos o que o seu usuário quer nada melhor do que oferecer o produto e deixar ele utilizar.

Importante lembrar que MVP não é o sinônimo de um produto ruim e sim de um produto em desenvolvimento.

A experiência do usuário tem de ser um valor fundamental de qualquer produto, mesmo que seja em sua fase de validação.  

Dicas para desenvolver um MVP

Antes de começar a definir um MVP, é necessário ter algumas perguntas respondidas.

  • Você tem uma proposta de valor definida?
  • Tem um Business Model Canvas?

Se não, temos dois artigos (Proposta de valor e Business Model Canvas) que serão essenciais para você.

Após definir esses dois tópicos você pode continuar e começar a pensar em seu MVP.  

Entrevistas

Google forms, um grande aliado na construção de um MVP!

Antes de sair criando um produto, vá para a rua, pergunte para os seus clientes se eles usariam seu produto, quanto pagariam, qual a verdadeira dor que eles têm hoje.

Acredite, parece simples, mas você verá o quão diferente é a realidade do mercado do que pensamos.

Nesse aspecto, o Google Forms pode ser um grande aliado.  

Analise a necessidade de um programador de imediato

Pense se você não consegue validar o seu produto através de um formulário.

Por exemplo o fundador da Easy Taxi, Tallis Gomes, validou sua ideia através de um formulário na internet.

Quando o cliente acessava esse formulário e pedia um táxi, chegava um e-mail para os fundadores, e os mesmos ligavam para companhias de táxi agendando corridas.

Esse é um bom exemplo de MVP sem precisar gastar nem 1 real com programação. Nesse artigo do Medium tem vários exemplos de MVP feitos assim (MVP Concierge).  

Quais funcionalidades realmente são essenciais para seu cliente nesse MVP?

Backlog vs MMF vs MVP

Não é atoa que a grande habilidade de empreendedores de sucesso é o foco.

Nesse momento de MVP é necessário ter muito, pois vamos precisar cortar muitas funcionalidades e lançar o que realmente precisamos para testar a proposta e valor.

A maioria cai na cilada de desenvolver tudo o que os clientes pedem, no anseio de vender. Porém no longo prazo você fica com um produto “Frankenstein”, que tem muitas funcionalidades mas não resolve nenhum problema de fato.

Pense detalhadamente no processo que seu cliente faz para sanar seu problema hoje e quais funcionalidades são realmente essenciais para que ele possa realizar esse mesmo processo com seu produto.

Utilize Landing Pages e anúncios

Muitos fundadores utilizam Landing Pages para validar se seu produto tem aderência ao mercado.

Faça esse experimento, construa uma Landing Page eficaz e anuncie no adwords, por exemplo. Analise métricas e com elas você vai ter uma boa noção se vale investir em um produto ou não. 

O mesmo vale para fan pages, tente construir uma página no Facebook ou Instagram e meça o engajamento do seu público com elas.

Quanto custa um MVP

E por fim, essa é a mais frequente das perguntas que recebemos aqui na ez.devs e a resposta é simples: depende.

No livro Startup Enxuta, Eric Ries fala muito sobre os riscos de desenvolver um produto com custo e prazo assertivos, mas que ninguém usa.

Foque em realmente validar seu negócio, se for terceirizar o desenvolvimento, certifique-se de estar em um projeto com contrato de escopo aberto. Pois dessa maneira você tem flexibilidade de realizar mudanças em tempo hábil.

E agora você que você sabe o que é MVP, tá na hora de começar a fazer o seu! Lembre-se que o mais importante é validar se a proposta de valor é valida e se seus usuários estão dispostos a pagar.

Nos próximos artigos iremos continuar falando sobre produtos digitais. Fiquem ligados 🙂